quarta-feira, 30 de abril de 2008

Nada como uma festinha para alegrar um dia chuvoso

Amanheceu um dia chuvoso daqueles. Mas o pensamento se manteve longe.
Hoje, fiquei pensando numa frase: O velho é cômodo, o novo assusta. É verdade.

Você conhece uma pessoa, sai com ela, se amarra. De repente descobre que ela acabou de terminar um relacionamento de anos. E agora? Será que você deve se permitir gostar dessa pessoa? Deve continuar saindo com ela? Vale a pena pagar para ver?
É complicado ao extremo. Mas, nessa horas parecemos criança! Que é só falar não, que nós ficamos com mais vontade. É dizer não, que a gente quer. Mas o risco da queda é grande. Até porque, namorar é algo que essa pessoa não vai querer tão cedo. Depois ela vai estar na fase da "pegação", ou então na fase de resgatar as amizades que ficaram em débito na época do namoro.
E você? Qual é a sua sintonia? O que você quer? Topa um relacionamento aberto?
Saiba que por enquanto é assim que vai ser: Sem pressão. No momento é o outro quem está no controle (se é que alguém está no controle).

Quer saber? Siga o seu coração! Viva o momento e se distraia no dia seguinte. Mas viva!!!
Não se liga na pessoa, no que ela pensa, no que ela quer! Pense em você!
Não faça planos, não cobre nada, apenas seja você e divirta-se!

Confie no seu "taco". Nunca espere nada. Faça o que você tem vontade sem se importar com os outros!

Quem sabe seus momentos podem vir a ter continuidade?!
É só saber lidar com a espera e a ansiedade. Difícil? Mas quando a gente quer, tudo é possível!!!

beijos e bom feriado para todos!
Lud Figueira

terça-feira, 29 de abril de 2008

Casos mal resolvidos

“Por mais tempo que possa ter passado e por mais louco que pareça, você sempre esteve muito presente na minha vida. Queria poder ter saído com você, poder ter conversado com você sobre essas questões da minha cabeça pessoalmente, mas como sempre, não houve resposta. O pior é que pra mim parece que sempre será assim. A gente passa um tempo sem se ver, de repente nos encontramos e é bom, mas no dia seguinte um vazio enorme”.
Trecho de uma carta- arquivo pessoal.

A palavra já diz: Mal resolvido. Ou seja, só precisa resolver. Parece fácil, não?
Mas, não é bem assim.
É sempre complicado, pois ás vezes pode ser mal resolvido para você e não para ele, ás vezes pode ser para os dois, mas vocês acham melhor não tocar no assunto e deixar rolar, não importa: É ruim de qualquer jeito.
Na verdade, o que mais impede a resolução de um caso como esse é simplesmente o medo. Sim, o medo de enfrentar um sentimento que não sabe ao certo o que é, o medo de mexer no que, teoricamente esta quieto (até o próximo encontro), medo de mexer em lembranças cuidadosamente guardadas, medo de tomar uma atitude e se arrepender, medo de um passado que esta constantemente preso em seu presente.
Os mais velhos costumam dizer que nada fica sem resposta. Uns preferem esperar e deixar o tempo se encarregar de resolver, outros movem céu e terra em busca de uma resposta para encontrar a sua paz, mas será que conseguem de fato resolver?
Claro que acredito que haja uma solução para tudo, mas ás vezes tenho a impressão que uma vez mal resolvido, sempre mal resolvido. Acho que na hora em que você vai resolver a situação em questão, tudo acontece menos àquela conversa para se chegar a um denominador comum.
Na hora cada minuto passa correndo, é uma avalanche de sentimentos, e você prefere aproveitar o presente a tentar resolver algo do passado.
Mas uma hora você sentirá necessidade de “resolver”. E ai? Você marca um encontro? Você liga? E a pessoa? Será que ela vai estar afim?
Olha, aprendi que cada pessoa tem o seu tempo. Se você esta vivendo uma situação mal resolvida, resolva o quanto antes. Não permita que o silêncio faça de você uma prisioneira (o); se você tem um caso de tempos atrás que ficou mal resolvido, deixa rolar. Até porque você vai fazer toda uma movimentação e a pessoa em questão pode estar em outra, ou pode não saber o que falar, ou até mesmo pode ser mal resolvido só para você e não para ela. Aí entra a história do tempo se encarregar de resolver, e é verdade. Nada fica sem resposta.
A grande questão é ou você enfrenta ou aprende a viver com essa situação. Vai encarar as conseqüências? Toda ação requer uma reação, preparada (o) para o que pode vir a ouvir?

Falei que não era fácil. Por isso, digo que nada como o tempo. É difícil driblar a ansiedade que nos consome e nos pede uma solução, mas é assim que vamos aprender que tudo tem a sua hora.

Beijos

Lud Figueira

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Até que ponto os problemas do “outro” atrapalha a relação

Por mais sólido que seja o seu relacionamento, tudo tem seu limite.
Infelizmente não é todo dia que acordamos com aquele sorriso “colgate” no rosto. Trabalho, estudo, aqueles desentendimentos no campo familiar, nas amizades e sem contar com os terríveis dias da TPM, muitas vezes acabamos explodindo e sobra para quem: Para o namorado (a).
E aí? Desabafar é uma coisa, despejar os problemas em cima do outro num daqueles dias, uma vez ou outra, tudo bem. Mas cair na rotina de só falar de problemas, descontar sempre no outro os péssimos dias, não é nada legal.
Até porque ninguém tem “sangue de barata”, uma hora o outro cansa e você então terá mais um problema. Seu relacionamento vai ficar “daquele jeito”: O que já estava no “cheque especial”, agora despencou para o “vermelho”.
Todo mundo tem problemas. Mesmo que não têm, costuma criá-los. Mas isso é algo que só você pode resolver. Uma coisa é conversar, pedir uma ajuda, um conselho, outra é descontar tudo em cima de alguém que só quer o nosso bem, é uma atitude egoísta que na hora da explosão a gente não percebe. Isso vale não só para os namorados (as), como também para os amigos.
É complicado pensar no outro, quando estamos tendo “aquela semana perrengue” onde tudo parece conspirar para sair errado. Mas é sempre bom lembrar que vivemos em sociedade e não sozinhos numa ilha deserta.
Também esse lance de falar: “ah! Ele (a) me ama, vai me entender...” Isso é muito bonito de se pensar, mas não é por isso que você vai “montar em cima” do outro e fazer o que quiser.
Portanto, saber separar as coisas é uma boa maneira de se evitar mais problemas.

Beijos

Lud Figueira

domingo, 27 de abril de 2008

Dúvidas? Seja bem vindo! Esse é o fantástico mundo dos relacionamentos.

Sexo complica as coisas. Estou falando isso, porque durante o sexo rola uma energia, uma cumplicidade, uma intimidade (claro que tudo isso depende da pessoa com quem você esteja se relacionando), que faz com que você pense mais nas coisas.
Cheguei à conclusão que não se deve fazer sexo antes de se conhecer a pessoa. Tudo bem que para se conhecer alguém, levamos muito tempo e ainda assim é difícil, mas o que eu quero dizer é que nada como você respeitar as etapas para não ficar assim: Sem saber o que pensar e sentir da noite passada.
Essa é a principal diferença entre homem e mulher. Eles têm o que costumo chamar de “válvulas de escape” (amigos que nunca deixam o cara em casa. Vivem arrastando o cara para as nights, as festas, para os esportes, para qualquer lugar, menos deixá-lo em casa). Eles estão em constante movimento, enquanto as mulheres costumam parar no tempo várias vezes ao dia para relembrar a lista dos 10 melhores momentos da noite passada.

Você passa “aquela” noite com o cara, tudo corre bem, e depois de um tempo ele vai te deixar em casa: Preste atenção aos exemplos:
Ele para o carro te dá um beijo e fala: A gente se fala! Eu te ligo, tá?
Não pense duas vezes: Caia fora! Não a nada pior do que essa frase: A gente se fala! É o mesmo que não dizer nada! A gente se fala pode ser amanhã, depois, daqui a um mês, daqui a um ano. Não é legal.
Se ele continuar com o carro ligado, virar o rosto, se despedir de você e disser apenas um: Tchau! Quer dizer que ele é um cara maneiro, mas está confuso e não quer se envolver. Ou seja, você sempre se sentirá “pisando em ovos” com esse cara, com medo de demonstrar seus sentimentos com o desenrolar da situação de vocês.
São dois exemplos super comuns, que dão origem a pensamentos contraditórios sobre a noite passada.
Mesmo sabendo de todas essas “desamenidades” (algo que não é maneiro, não é positivo), você continua pensando no cara, mesmo sabendo que não vai ser legal se envolver com ele.
O problema disso é que sempre esperamos que tudo seja diferente dos “joguinhos de sempre”. Esperamos uma loucura, uma surpresa, um convite, uma procura, uma ligação com objetivo, algo surpreendente do CARA.

Conselho do dia: Esta a fim de continuar saindo com o cara para ver no que vai dar? Então relaxa! Não fique fazendo perguntas cuja respostas ainda não há.
Apenas viva.

Beijos
Lud Figueira

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Pensamentos, desabafos, uma auto-análise compartilhada.

Como pode haver dúvidas, se as atitudes são tão claras?
É mesmo necessário confirmações para os corações encontrarem a paz?
Paz? Desde quando gostar é sinônimo de paz?
Ás vezes sinto frio. Geralmente em ocasiões em que não há como apenas pôr um casaco ou se cobrir. É um frio que não passa. Uma sensação que se eu não estiver perto do que eu quero esse frio não vai embora.
Acho que esse frio tem alguma coisa haver com o medo do tempo. Acho que é uma espécie de pânico. Porque tenho prestado atenção, e não é muito normal essa relação que ando fazendo com o tempo.
Ás vezes penso em me desarmar. Não me policiar tanto, embarcar fundo em meus desejos e arriscar. Mas logo paro e penso: Vou saber dar a volta por cima se não der certo? Mas o quê tem que dar certo? Ai entra aquele lance de valer à pena. Aquele outro lance de que hoje em dia eu penso tanto que acabo não saindo do lugar.
Ás vezes tenho medo de fazer perguntas. Então, como não pergunto, minha imaginação me consome com histórias mirabolantes. Com elas, vem a desconfiança e a vontade de parar tudo.

Acho que me tornei uma pessoa pela metade.

Ás vezes acho que eu só tenho tamanho. Atrás de uma postura de mulher, há um rosto de uma menina que pede colo a todo o momento. Ao rejeitar um carinho, seu coração lamenta profundamente esse medo louco de não sei da onde que tenho de ceder aos encantos.
Não sei me explicar. Falar claramente o que eu quero, quem sou. Na verdade eu não sei o que se passa comigo. Tenho que confessar: Sou instável. Não no sentimento, mas nas atitudes.
Depois dessa auto-análise, confesso que o fracasso de muitas situações em minha vida são os pré-rótulos que coloco nas pessoas. Ou seja, se eu acho que essa pessoa não é legal, não há o que ela faça, não vou conseguir achar ela legal. Se eu acho que essa pessoa vai me fazer mal, sofrer, ou algo parecido, já me preparo para ficar atenta e não me deixar envolver ou pior, simplesmente não consigo relaxar, não flui....

A verdade é que eu sempre espero algo de um sábado à noite.

Beijos

Lud Figueira

E quando o encanto acaba?

Lembra do seu primeiro encontro? E do segundo? Foi bom, né? E depois o que aconteceu? Os relacionamentos hoje em dia são descartáveis e nem o homem e nem a mulher fazem a menor questão de modificar esse mal comportamento.
Se quem esta namorando já corta um dobrado para manter a chama da paixão acesa, imagina quem está só saindo com um cara, sem compromisso? Como se faz para manter acesa a chama do primeiro encontro? Não há uma receita para isso. Mas há teorias que dizem que estamos na geração do culto ao corpo, da vaidade exarcebada e o pior de tudo: Da oferta muito grande e qualidade muito pequena.

Exemplo:

A mulher sai com o cara. Os dois passam uma noite maravilhosa! O jantar estava ótimo, eles conversaram a noite toda, trocaram olhares e sorrisos, os beijos foram maravilhosos. Tudo perfeito.
Marcam um segundo encontro. Tudo corre bem. Eles se conhecem um pouco mais. Só que o ritmo de vida de cada um é muito diferente e eles passam a se encontrar, a se ver cada vez menos.
O que ocorre: Quando você quer investir de cabeça em uma relação, você pode trabalhar mil horas por dia, pode ficar cada vez mais sem tempo que sempre vai encontrar um momento para a pessoa em questão. Mas, quando já não há mais aquela química, aquela sintonia, tudo vira uma desculpa. O encanto do começo, não há mais. E tudo se torna secundário, sem a mesma importância.
Mas também não adianta você fazer de tudo para aquela empolgação do primeiro encontro não ir embora se o cara não quer mais nada.
Nesse caso, partir pra outra é a melhor opção.
Beijos

Lud Figueira

Mulheres de night = Homens de night (Bastidores de uma noite)

Na verdade essa separação não existe. Na night estão todos no mesmo barco.

Homens são tão vaidosos quanto às mulheres. Uns mais outros menos, não importa. É verdade que acontece uma preparação em volta do evento. Eles escolhem aquela blusa que certamente vão encontrar os amigos usando a mesma. É uma espécie de comunicação da moda com a noitada. As mulheres não ficam atrás e são piores, sem dúvidas. Porque mulher se arruma para mulher, a competição é acirrada e quem lucra com isso são os homens que estão perto de mulheres bonitas e cheirosas.

A pré-night acontece geralmente num lugar onde a cerveja é barata, ou na casa daquele camarada onde cada um leva uma bebida. Após a calibragem, os caras seguem para a noitada do dia. Ao chegar ao local eles vão direto ao bar tratar logo de consumir mais bebidas, até porque a noite está apenas começando. As mulheres ao chegarem, não vão logo ao bar; antes elas dão uma passadinha rápida no banheiro para checar o look e ver se tudo está perfeito. Mas sabemos bem como somos. Nunca estamos satisfeitas com nada: Se temos cabelos lisos, queremos enrolá-los, se estamos magras, reclamamos que estamos magras, se estamos gordas reclamamos que precisamos emagrecer, reclamamos da gordura lateral, da barriga, da bunda, do peito, a lista é imensa.

A noite começa. Têm as mulheres que ficam "no dois pra cá, dois pra lá" para não suar e não estragar a escova. Têm outras que não estam nem aí e dançam mesmo. Os caras se preparam para escolher a primeira "vítima" da noite. Sabe aquele ditado: "Está na chuva é para se molhar". Então, “na night” é assim: Ninguém é de ninguém e todo mundo é de todo mundo.

Na noite não tem essa se você é um cara estudioso, trabalhador; você no primeiro momento é um físico. Até porque a abordagem é muito rápida, pois ninguém está perdendo tempo. Você olha se é bonito ou não, olha o conjunto. O primeiro contato é atração. Você é o que veste, o que vai beber, o quanto gasta, qual é o seu carro, na night é assim. Tudo é status. Chega a ser até cruel, mas são poucas as pessoas que na noite, agem de outra forma, virou um mata ou morre. O problema é que status não sustenta uma relação, não faz ninguém gostar de você de verdade e só lhe traz problemas. Jogar limpo desde o começo é sempre a melhor pedida.

Todos dizem a mesma coisa. Os homens são até mais sinceros, pois se eles vão para "guerra", eles não estão nem aí, e ficam com geral mesmo e pouco se importam com o que vão falar. Até porque são "pegadores", "guerreiros", homens são ensinados a serem assim, e uma grande parcela feminina contribui para isso. Já mulheres já ficam em cima do muro. Elas não dizem que vão para "guerra", dizem que vão sair com as amigas, que vão sair para dançar. Mas, não tem essa. Somos todos iguais.

Se a mulher fica com o cara e depois de um tempo ele dá o famoso "perdido", ela dá meia volta e faz o mesmo com ele. Antes, as mulheres não davam o troco, mas hoje em dia, ninguém fica “chupando dedo”. Quem está na noite, está porque quer se divertir, e, não adianta mentir, todo mundo quer conhecer alguém.

O que acontece, é que a maioria das mulheres que vão para a noite são chamadas de: Mulheres de night. Isso tudo porque estão em “todas”. Agora, não fica mal para o homem ser chamado de Homem de night, Porquê? Simplesmente pelo fato de vivermos em um mundo completamente machista. Ou a gente aprende a viver com isso, ou não vivemos.

Então porque os homens fazem essa separação: mulher de night e mulher para namorar? O que é mulher para namorar? Aquela que não vai para night? Aquela que fica em casa? Não, mas aquela que tem atitude e não faz tipo: é original.

Eles podem até fazer essa separação, mas não fazem essa escolha. Sabem por quê? Pois na "hora H", somos todos iguais. Quando o coração gosta não adianta: Você pode ser mulher de night, mulher de dia, mulher de tarde que isso é o que menos vai importar.

Beijos
Lud Figueira

O jogo de sempre

Não adianta. Na conquista tudo é um jogo. Por mais que tentemos não seguir as “regras” da sociedade e agir da nossa maneira, acabamos ficando nesse famoso “jogo da conquista”.

Você sai com seus amigos e conhece um cara. Vocês curtem a noite juntos, no maior clima. Mesmo não sentindo muita confiança você dá seu telefone para ele e espera. Amanhã? Não. Se o cara ligar, será perto do próximo fim de semana para fazer perguntas do tipo: Vai sair hoje? Qual é a boa? Pois, ele também não pode ligar no dia seguinte, se não a gente vai falar que ele é o tipo “cola” que já começou no grude, que mal ficaram ele já ligou, mas se ele não ligar, a gente fica chateada! No caso do cara, se ele liga no dia seguinte, é porque gostou mesmo, ou então é o tipo mala. Se ele liga lá para o fim da semana, é o tipo de cara que liga só para não ficar “mal na fita” e ter aquele “contato” para os dias solitários. O cara ligou e você marcou de sair com ele. Vocês saem para tomar um chopp, conversar, se conhecer melhor. No meio da conversa, começa a rolar aqueles beijos, que fazem qualquer pessoa perder a noção da hora. Como todo homem que se preza, ele manda aquela pergunta que sempre nos causa a maior dúvida: Vamos lá para casa? Ou Vamos para algum outro lugar... Você fica tensa e pensa: “São todos iguais! Só pensam em sexo. Se eu for, ele pode me achar uma mulher fácil e nunca mais me ligar. Por outro lado, se eu não for ele pode achar que eu sou diferente e quem sabe a gente possa sair outras vezes”. Será? O cara por sua vez, lançou a isca. A mulher aceita ou não. Mas, o papel do homem é tentar sempre, até porque ninguém está de bobeira. Se você resolver ir, não espere nada: Até porque é tudo muito incerto. Ele pode querer investir num relacionamento só de sexo, pode querer ficar saindo com você para conhecer melhor, ou pode não querer mais nada. Não se iluda. Se você está se relacionando com um cara, apenas ficando com ele, mas tem sexo no meio, não confunda as coisas. Se vier a se apaixonar por ele, abra o jogo. Ficar numa relação onde a sintonia não é igual, não é legal! Mesmo que ele não queira ter outro tipo de relacionamento com você, não se envolva mais. Tenha amor próprio, seja mais você! O cara percebe muito mais do que a gente pensa... Por tanto, já que precisamos passar por “jogos”, não se permita sofrer. Até porque conhecemos as “jogadas” passo a passo, nada é mais surpresa.
Beijos
Lud Figueira

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Last Night...

Você conheceu um cara, passaram a noite conversando, acabou junto com ele e seus amigos numa night daquelas! De repente você e o cara deram aquele beijo! Quando você viu estava com ele numa cama.... E agora?


Uma coisa é certa: Topou ir, então relaxa sobre o que o cara vai pensar ou achar. Sabemos que sexo no primeiro encontro é algo muito complicado, até porque você fica totalmente vulnerável com aquele momento, aquele beijo, aquela sintonia toda. Mas no dia seguinte bate a dúvida: O cara vai me ligar?
É uma sensação horrível. Ainda mais quando foi tudo maravilhoso e você gostou do cara. Aí pronto! Você vai esperar uma ligação. Por mais que esse “papo” de telefone seja manjado, a gente sempre acaba esperando a ligação.
As amigas nessas horas são a melhor coisa. Porque elas vão levantar o seu astral, dizer para você não ficar se culpando por ter rolado sexo, e relaxar se o cara não ligar. Mas, nesse momento de espera, a coisa que mais mandam você fazer é o que menos conseguimos: Relaxar! Falemos a verdade, é muito difícil! Mas é driblando essa ansiedade que aprendemos a não sofrer antes da hora, a não encher as nossas cabeças com dúvidas e fantasias sobre o que vai ou não acontecer! Nós temos fama de sonhar bastante, mas nesse caso, o melhor é manter bem os pés no chão, e o principal: não fazer planos para evitar decepções.
O que fazer então? Seguir em frente cada dia após o outro. Até porque o passo seguinte esperamos que seja dado por eles. Por mais que você tenha o telefone dele, não ligue! Porque depois da “noite” que tiveram é bom dar um espaço para o cara pensar em tudo e decidir o que fazer. Se você ficar em cima, o cara pode se sentir pressionado, ou até mesmo ficar confuso.
Dê um tempo. Faça o seu tempo. Não se prenda a uma ligação, se não der certo, se o cara não ligar, não fique chateada. Se a sua noite passada não render frutos, não se culpe. Pense que foi um momento muito legal que passou.

A dica é: Levantar a cabeça e dar a volta por cima, sempre!

Beijos

Lud Figueira

terça-feira, 22 de abril de 2008

Como sair de uma relação? Há uma fórmula de sair sem ninguém se machucar?

Eis um tema assustador: sair de uma relação. Mas não tem jeito, quando você não está mais interessada, a relação não tem como continuar.
Realmente alguém sempre sai mais ferido do que o outro, é sempre doloroso e há sempre aquele apelo sentimental, do tipo: "O que aconteceu? Você esqueceu como éramos felizes juntos? Vamos tentar mais uma vez?". Todas essas perguntas que te deixam mais confusa e perdida.
A verdade é que todos merecem uma segunda chance, porém, quando se começa a pensar em sair da relação, é porque algo não está legal. Certo? Nesse primeiro momento começa aqueles terríveis DRs (discutir a relação) que acontecem um dia sim e outro não, do tipo que se fala e não chega a lugar nenhum. E você se vê cada vez mais presa e ao mesmo tempo não quer magoar o outro e ao mesmo tempo não sabe se é isso que você quer. Por outro lado bate aquele pânico de estar sozinha, se cansar da vida de solteira no segundo dia e cair na tentação de mandar aquela mensagem melosa para o EX na madrugada. Pensamos até que sem “ele” não vamos viver, que como “ele” não tem igual... Calma. Não é fácil, mas também ficar com alguém que você já não sente o coração bater, os olhos brilharem, o mundo parar, não é legal.
Nessas horas você deve ouvir seu coração. Não tenha medo de terminar uma relação com dúvidas sobre o amanhã. Não tenha medo de perguntas do tipo: E se eu quiser voltar e"ele" não me querer mais? O medo de tomar uma decisão errada é pior do que chegar a tomá-la, porque o medo faz com que você não saia do lugar. E também não podemos ficar no “Se”: “Se eu tivesse tentado...” “Se eu não tivesse feito isso ou aquilo...” Sem essa de ficar se crucificando! Antes errar por ter terminado e querer voltar, do que errar por não ter terminado e começar as traições, o afastamento, os "perdidos"...
É sempre doloroso tomar uma decisão, fazer uma escolha. Mas é preciso. Errando e acertando, é assim que a gente aprende.

Beijos

Lud Figueira

Dê um tempo para você

Sempre compartilhei esse ditado: "solteira sim, sozinha nunca!". Hoje vejo que não é bem assim; nada como dar um tempo e ficar sozinha para nos conhecer melhor.
O problema é que ficar sozinha é horrível, lidar com a carência, com a rejeição, com o medo... Mas é preciso buscar a felicidade em nós, para depois compartilharmos com o outro; e não buscar a felicidade no outro. Mas adianta? Claro que não! Ficar sozinha, se sentir abandonada não há nada pior, e como não conseguimos, ficamos vagando de beijos em beijos, de cama em cama, e no final das contas estamos sozinhas e pior: com aquele enorme vazio no peito.
Por tanto, é preciso tentar. Tirar umas férias onde exista lugar para uma só pessoa: você.
Nada como um período livre dos dramas sentimentais, jogos da conquista, esperas por ligações ...
Depois desse período de reflexão, a possibilidade de você não ficar de "galho em galho" e sim escolher um só e não sentir "vazios" no dia seguinte, será bem maior.

beijos

Lud Figueira