sábado, 31 de maio de 2008

A Fila Anda... Próximo?!

Um beijo maravilhoso, daqueles que não se fala nada, não se conversa, apenas se beija. Um sexo que, não se explica, não se define, só se relembra.

Mas, do que adianta tudo isso, se no dia seguinte é como se nada, nada houvesse acontecido? Nessa hora você entende que aquele encontro que você achou o máximo, o mesmo para "ele" nada significou.

Tudo bem, não sejamos tão dramáticas. Pode ser que "ele" tenha gostado, mas sabe como é, né? As pessoas dizem: "Quando vocês se encontrarem de novo, aí vocês ficam ou conversam... Deixa rolar, deixa pára lá."

Beleza. Você faz exatamente isso. Aí encontra "ele", depois desse tempo. E aí? falar alguma coisa você não vai falar mesmo, até porque passou tanto tempo que no momento vocês são dois desconhecidos, então vocês vão conversar como se nada houvesse acontecido, falar amenidades, trocar risinhos, e esperar qual dos dois vai baixar a guarda primeiro.

Pois é. Acontece tudo como antes e no dia seguinte você acorda e pensa: "Nossa! Acabou, não vou mais ficar com esse cara, relaxou". Até parece. Mas não convence ninguém. Os dias vão passando e você se pega pensando naquele desconhecido que invadiu tudo como uma onda, daquelas violentas e apesar do pouco tempo, derrubou você.

Quem quer passar por situações como essa: Desistir de alguma coisa sem ao menos tentar. Mas, quando um não quer, os dois não podem ficar juntos. Simples assim.

O chato é começar de novo. Mais um encontro, mais uma procura por beijos perdidos, mais camas desconhecidas, mais jogos, mais silêncio, mais esperas por ligações, mais um monte de coisas que, cansa.

Mas, não se pode desistir. Cada pessoa tem seu tempo, e uma hora as coisas acontecem.

Há outra saída? Ficar em casa, curtir os amigos, sair para noite, rodar, rodar, rodar e? Parar no mesmo lugar. Sozinha. Se dar conta que hoje é mais fácil ganhar na loteria do que ter um relacionamento! Exagerando? Sim. Mas é só você sentar numa roda de amigos, ir para uma noitada, para ver que as coisas estão assim, desse jeito.

A fila anda. Juro que anda. Mas, uma hora ela pára. Ah, pára....

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Surpresas de uma noite

"Onde você anda, onde está você?
Toda a vez que eu saio
me preparo para talvez te ver
Na verdade eu preciso esquecer
Não é fácil, não é fácil"
Marisa Monte-Não é Fácil


"Vou tomar um banho. Espalhar as roupas sobre a cama, me preocupar com os mínimos detalhes. Quero estar linda. Entre tragadas e goles de mate, me preparo para mais uma surpresa do destino: Boa ou ruim? Não sei. Tenho uma mania de dar tiros no escuro. Espero que hoje, eu acerte.

Seco o cabelo, aplico a maquiagem. Quase me esqueço do gloss. Coloco a roupa. Passo meu perfume, meu diferencial, meu cheiro.
Saio cheia de esperanças, mas como boa atriz que sou, finjo que você é a úlitma pessoa que quero encontrar.

Chego com "cara de paisagem" no local marcado. Todos estão, menos você. Olho o relógio, lembro que a noite está apenas começando, há muito o que acontecer. Bebo, danço, converso com os amigos e vejo a hora passar. Meu coração começa a diminuir o ritimo, a esperança se prepara para me deixar: você não vem.

Não consigo esconder meu desapontamento, minha decepção. Sento, fumo um cigarro. Olho as pessoas dançando, observo beijos roubados, lembro de você.
Apago o cigarro, passo a mão pelo meu cabelo, estalo os dedos. De repente sinto alguém atrás de mim, sinto uma mão me tocando. Meu coração acorda, meus batimentos aceleram, não sei se sinto frio ou calor, fome ou cede, ás vezes um arrepio, uma excitação, um medo. Tomo coragem e me viro: É você. Tudo se estabiliza dentro de mim. Retomo a postura forte de sempre. Não faço cara de surpresa, está tudo normal; tudo bem.

Abro um sorriso, nossos olhos se cruzam, suas mãos envolvem meu corpo. Começo a sentir sua respiração. Em segundos, seu rosto está de frente ao meu. Pronto: A hora chegou. Sua boca encontra a minha e não se separa mais: Agora, a noite começou".

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Mulheres + Cerveja = Futebol

Escritora tricolor que se preze, no dia de hoje, não pode deixar de escrever sobre a fase boa em que vive o time das Laranjeiras, estou falando sobre o semi-finalista da Libertadores, o Fluminense.

Ultimamente, quarta-feira, tem sido o dia sagrado para o "encontro das meninas". Escolhemos um bar e entre chopps e conversas sobre namorados, casos, rolos e afins, aproveitamos para assistir futebol. Coisa de homens? Pois é, para vocês verem como a mulherada não marca bobeira e entende cada vez mais de um assunto que antigamente era voltado só para os homens: Futebol. Paixão nacional.

Tricolores, botafoguenses, flamenguistas e vascaínas. Todas discutem o rumo dos times, com uma mistura "harmoniosa" de descontração e rivalidade no ar. Mas, na hora do jogo, são solidárais com o sofrimento alheio, umas chegam até a torcer para outro clube, pois entedem o que uma derrota no futebol pode causar.

Algo positivo dos encontros semanais das "meninas", é que muitas que não tem time, começam a compreender o lado do namorado. E não se chateiam mais quando eles falam para elas que hoje é dia de jogo, e, dependendo do resultado, a saída depois, pode ser remarcada.

É, futebol é coisa séria. Mas não se pode negar que as mulheres são mais flexíveis quanto ao resultado do jogo. Há homens que se o time perder, só vai ver a namorada lá para o final de semana, já a mulher, prefere curtir a derrota abraçadinha embaixo do edredom, do que ficar sem ver o namorado.

O mais importante disso tudo, é saber que ver jogo separado do namorado é a melhor pedida. Até porque evitar brigas é sempre uma boa idéia. E também, para as mulheres que não gostam de futebol e sempre ficam com aquela "tromba' em dias de jogo onde sabem que os namorados vão estar ou em um bar ou bebendo na casa do camarada e provavelmente não as verão, elas aproveitam para reservar esse dia para ver as amigas, ao invés de ficarem em casa, chateadas com a saída do namorado.

Diante disso, futebol não é mais motivo de briga entre namorados. E sim, motivo de alegria e diversão!

Boa sorte para o Fluminense hoje.

Beijos

Lud Figueira

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Tudo o que eu queria dizer

“É pela memória que se puxam os fios da história. Ela envolve a lembrança e o esquecimento, a obsessão e a amnésia, o sofrimento e o deslumbramento. (...) Sim, a memória é o segredo da história, do modo pelo qual se articulam o presente e o passado, o indivíduo e a coletividade. O que parecia esquecido e perdido logo se revela presente, vivo, indispensável. Na memória escondem-se segredos e significados inócuos e indispensáveis, prosaicos e memoráveis, aterradores e deslumbrantes”.
Trecho de análises de Octavio Ianni.


"Hoje eu queria falar com você, encontrá-lo, dar um beijo como o último e não falar nada. Ficar horas num silêncio nostálgico, apenas conversando através dos beijos e abraços. Até porque o que vamos conversar? Tudo parece tão definido, tão individual, que não precisamos conversar para provar que sim: Estamos em sintonias diferentes. Eu gostaria de um romance, daqueles bem bregas, com trilha musical e tudo. Você está mais para grandes aventuras, dividir camas com estranhas, entrar na "farpação'' com os amigos. Mas dentro dessas diferenças absurdas, dessa falta de um amanhã, a energia que liga esses dois corpos desconhecidos é algo estranho de se pensar.
Na verdade, durante o ápice do momento, não há como dizer não, por mais que se tente fugir, fingir, é tudo muito forte. O que é de se assustar, é a rapidez de como tudo me invadiu, como sabendo de tudo isso me deixei levar, me deixei viver, me deixei querer.
Eu não consigo entender a repetição de mais um drama mexicano em nossas vidas. Já temos o antídoto, porque não o tomamos? Porque sempre temos que dar ouvidos a malvada da esperança, que nos faz acreditar em cada gesto de carinho, a cada olhar misterioso, a cada beijo enlouquecedor? Depois daquele episódio eu já havia me programado para o despertar do Não. Mas, quando o encontrei, nada pude fazer, a não ser compactuar com aquela terrível química, atração, que falava mais alto.
Passei dias abstraindo o que acontecera, que nada mudou, que nada aconteceu, que tudo não passou de um simples momento, uma aventura qualquer... Mas dentro de mim eu queria viver outros momentos, encontrar de novo, eu guardei esse segredo para mim. Guardei aquele momento na minha memória. Parei de falar com amigos sobre o caso. Tentei fazer como ele, e viver os dias que se seguiam como se eu jamais houvesse conhecido. Passei nos testes que se seguiram, menos o da noitada com amigos em comum.
Esse foi cruel. Esse foi mortal. Esse me destruiu.
Não toquei no nome, nada perguntei. Aliás nunca falo nada. Compactuo com o silêncio da relação. Quando encontro os amigos dele, sinto que eles ficam um "pouco" incomodados ao ponto de soltar piadinhas, que eu maestramente respondo fria e seca e imediatamente mudo de assunto. Na verdade só para mim que causou esse impacto todo. Esses próprios amigos me deram força para curtir a noitada com outro cara. Ou seja, não há sentimento, é tudo muito momentâneo, é tudo muito descartável.
Mas por pior que seja o pensamento desses caras, o que eu achava o pior dos piores, me surpreendeu com uma conclusão previsível e realista, de uma forma até gentil. "Eu acho muito bacana essa sua postura, mas não adianta falar para mim que acabou, que não vai mais ficar com ele e muito menos ele virar para mim e dizer que não vai mais ficar com você, pois eu sei, que quando vocês se encontrarem vocês vão ficar, é isso".
É. Talvez seja isso, talvez aconteça isso. Mas espero que o desconhecido que encontrei na festa, mudado por causa do tempo que passou, não volte. Se alguém for aparecer, que seja o cara que falou do amor pela arte, que havia ido aquele lugar por querer me ver. Mas esse cara se foi com a conveniência do momento, com o aparecimento de novos rostos, com o resgate dos velhos amigos, com a liberdade recente conquistada. Agora ele se encontra em um parque de diversões, onde a ordem é viver só o presente, nenhum pensamento para traz, nem para frente.
Só o agora".


Beijos
Lud Figueira

domingo, 25 de maio de 2008

Deliberações

Me desculpem por me ausentar por 1 semana.
Mas são tantas emoções, que ás vezes tenho que parar um pouco para refletir sobre os acontecimentos. Além do mais, depois de tantos feriados, agora definitivamente o ano vai começar.
Semana passada foi vivida de uma maneira, onde eu não pudesse ter tempo de pensar muito. Mas não adiantou. O pensamento se manteve longe, bem longe. Me senti angustiada. Sabe quando parece que você quer falar alguma coisa, mas na hora não consegue? Nada sai? Então, essa é a fase...

No sábado fui conhecer um lugar que anda bombando na noite carioca: Cais do Oriente. Como eu fiquei 90% da noite sentada, vou fazer os comentários.

-- Cada pessoa tem um limite. Noitada carioca anda muito Bad. Vocês vão brigar comigo, mas só vi gente "nova" naquele lugar. Me senti "quase" uma tia. Tudo bem, estou exagerando. Mas tem uma galera muito nova , uma mulherada faminta pelo sassarico da noitada e por outro lado a galera masculina mandando muito mal nos comentários e nas atitudes na noitada.

-- A mulherada está TERRÍVEL! Vou falar muito sério: A bebida é algo que ajuda: você bebe para descontrair e acaba ficando solta demais, e é nisso que os caras aproveitam!

--A Classe masculina também "desameniza"! Tudo bem que no final das contas o que vocês querem mesmo é levar a mulher para casa e no dia seguinte partir para outra. Na verdade, somos responsáveis por esse pensamento descartável de vocês. Mas, vamos com calma. Têm muita mulher legal sim! Assim como têm muito homem legal! Vamos pensar em conhecer pessoas e não em usar pessoas.

--A bebida transforma. Essa combinação de Vodka com Red Bull é um perigo! Além de você ficar "doido", você fica cansado mas não consegue dormir direito por causa do energético. Conclusão: Acorda naquela ressaca máxima!

--Esse lance de house, eletrônico, ainda é muito "moderno" para mim. Tem que estar muito no clima, porque ás vezes você tem vontade de sair correndo! O som é muito doido, pede uma "bebidinha" para entrar no clima, aí é que está o perigo! (risos).

--Um desfile. Homens e mulheres por dentro da moda. Pessoas que não eram tão bonitas fisicamente, mostravam bom gosto e estilo no quesito vestuário! Bom gosto é sempre um ponto positivo.

-- Um zero a zero. Aquele joguinho "irritante". Ao ficar sentada, pude observar homens e mulheres distribuindo suas flechas e errando o alvo. É um tal de um querer e o outro não querer, é um tal de um encarar e o outro sair fora.... é muito desencontro. Muita mulher que gosta, dá "mole" para vários homens e só para se sentir desejada, na hora H, dá uma de gostosa e não fica com ninguém, o mesmo acontece com os homens. Principlamente os "Fortões-bonitões" esses então você pode ter certeza que terminarão a noite sozinhos. Eles gostam de ficar em destaque, gostam do glamour, da disputa feminina, e acabam não escolhendo ninguém (ficam perdidos com tantas opções, tadinhos...) .

Em resumo: tudo sempre igual, tudo previsível demais.

Eu entendo que muitas pessoas nem curtam tanto ir para a noitada, mas acaba indo por falta de opção e por não quererem ficar em casa numa sexta ou num sábado. Ás vezes ficar em casa ou simplesmente beber com amigos é a melhor pedida.

E também, porque homens e mulheres sempre esperam alguma coisa de uma noitada. Há sempre esperança da próxima noitada ser melhor, o que faz você refém de um ciclo vicioso onde difícil é sair.

Beijos

Lud Figueira

domingo, 18 de maio de 2008

Arrisque!

" A aventura está na coragem do incerto, o certo na realização do momento vivido".
Lud Figueira


Sei que pode parecer meio louco e irresponsável, mas ás vezes vale a pena se "jogar" sem pára-quedas. Ou seja, sofrer alguns arranhões por um momento que não tem preço.

A gente pensa muito no que é certo, no que é errado, se vale a pena ou não, se devemos ou não fazer isso ou aquilo, se falamos sim ou não. É tudo sempre tão calculado, planejado, que muitas vezes acabamos sofrendo muito mais antes do que depois da questão resolvida.

Do que a gente tem tanto medo?

Medo de mais um caso de amor dar certo ou errado? Medo do que o "outro" pensa? Medo do que as pessoas falam?

Medo!? Que sentimento mais atrasado e tão pertinente.

Medo de perder o que não se tem? Medo de acabar com uma falsa esperança? Medo do dia seguinte? Medo do "nunca mais"? Medo do novo? Qual é o seu medo?

Porém, mais forte do que esse medo covarde que nos assombra, é a vontade de se intregar e dizer sim: Ao beijo interminável, ao desconhecido tentador, ao momento perfeito, a soma de dois corpos onde o resultado é positivo.

Ás vezes vale a pena voltar a adolescência e brincar com a adrenalina do perigo. Correr riscos, ser criativa e nada, nada responsável, ser atrevido.

É meio contraditório eu falar para todos se "jogarem de um avião", sem um "equipamento de proteção". Mas, até um "equipamento de proteção" é falho. Nada é certo. Então porque não se arriscar? porque não tentar?

Pare de ligar somente para o lado negativo das situações. Pare e pense no lado positivo! Na vontade incontrolável de se deixar levar por um momento único. Não deixe passar. A gente sente quando o "outro" por mais que tenha ficado só no hoje, só no momento, é alguém especial.

A gente busca tanta segurança, que esquecemos que nada é 100% seguro, nada é certo, nada é para sempre. O eterno é agora! A segurança se conquista, a certeza se constrói um dia após o outro, e a "espera" se aprende a lidar.

Beijos

Lud Figueira

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Sozinha ou acompanhada, divirta-se!

"Se você quer me seguir
Não é seguro
Você não quer me trancar
Num quarto escuro
Às vezes parece até
Que a gente deu um nó
Hoje eu quero sair só...

Vem cá, me deixa fugir
Me beija a bôca..."
(Hoje eu quero sair só- Lenine)


Mais uma sexta, para alegria geral da nação!
A dica é sair para arrasar! Hoje a noite é sua. Sai e seduza!

Passou a semana toda com aquela cara de mofo, reclamando, ou pior: Com aquela crise de TPM máxima! Hoje é o dia de deixar os problemas de lado, os assuntos "deprês", a cara de ontem e principalmente o mau-humor bem longe de você!

Não de importância se o gato não quiser sair com você! Hoje é dia de "badalar" com as amigas!
(mas também não provoque! não vá para os lugares que ele freqüenta: se não nenhum dos dois irão curtir a noitada)

Para os casais, nada de cineminha! Não é porque vocês estão namorando que não podem ir curtir uma noitada! Junte os amigos, os casais e fiquem todos "nas cabeças"! (vai dar uma super movimentada na sua noite de sexta, que andava meio caída, pois seu (a) namorado (a) andava meio em débito...)

Mas, para galera que está com expectativas para o sabadão, recomendo cautela para a noite de hoje. Já que você já vai ficar "nas cabeças" amanhã, a boa é ir fazer um programinha light, pegar um teatro com a amiga, beber um mate num barzinho, ou ficar em casa e assistir Dicas de um Sedutor (você vai dar boas risadas e vai abstrair que ficou em casa em plena sexta-feira).

De manhã a boa é curtir uma praia, que, graças a Deus, teremos dias de sol para nos animar e colocar o bronze em dia(pois ninguém merece aquele dia chuvoso que já faz com que você fique com preguiça crônica o dia todo).

Bom final de semana!

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Faz parte do Show

"Caí de pára- quedas em alto mar. Sabia que minhas chances de sobrevivência eram mínimas. Não tinha nenhuma pretensão, a não ser permanecer no ritimo que estava e viver sem pensar no tempo que me restava.
Não deu tempo para argumentações sobre um possível resgate. Rápido e intenso, ficou uma lembrança e um desejo conturbado de um possível amanhã."

Esse negócio de fingir que nada acontece, que está "tudo bem", que ninguém sente nada e que a "fila anda", é tudo mentira.
Mas, por nossa vida ser um palco, aprendemos a atuar maravilhosamente bem. Vestimos a armadura e nossa postura, em segundos, fica irreconhecível: Parecemos fortalezas invencíveis.

Conseguimos impressionar. Se por acaso "esbarramos" com o outro (a), "ele" (a) até acredita que sua vez passou, de tamanha é a nossa certeza nas palavras ditas (aquele jogo de palavras e atitudes, onde sempre está "tudo bem")

Até quando precisaremos fingir? Esse lance de agir que nem "geladeira"cansa.
Até a verdade passar a ser encarada de forma normal, madura e deixar de ser vista como algo proibido ou uma postura fraca.

"Invento desculpas, provoco uma briga, digo que não estou
Vivo num 'clip' sem nexo
Um pierrô-retrocesso
meio bossa nova e 'rock'n roll'

Faz parte do meu show
Faz parte do meu show, meu amor"
(Cazuza)

Faz parte do nosso show

Beijos
Lud Figueira

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O dia que não rendeu.

Frio = cama = sono = comida = preguiça.

Você acorda se arrastando, passa o dia que nem um “zumbi” e apesar de ter mil coisas para fazer, você por nem saber por onde começar joga tudo para o alto e se rende a preguiça. Sem contar que a sua vida pessoal parece que passou um “Tsunami”, o que ajuda a permanecer na cama e não querer levantar tão cedo.

Que dia! Aí você coloca culpa no dia da semana (segunda-feira), começa a sentir pena de você (ah! Coitadinha de mim! Como eu sofro!), fica sensível, passa o dia todo com aquele seu moletom de “guerra” (seu companheiro em todos os momentos de frio intenso), desliga seu celular, fica deprimida ao ver que a única pessoa que visitou seu orkut foi a sua melhor amiga (que ligou para você de manhã e viu que as coisas não estavam muito bem), seu msn deixa você mais para baixo (ao ver que suas expectativas de uma possível alteração em seus batimentos não acontecerá), simplesmente um daqueles dias que o ânimo faltou, o frio invadiu o coração, o corpo não obedeceu e a mente ficou perdida em momentos esquecidos.

Mas você não pode se render; então você vai à faculdade. Acorda com aquela dificuldade, e vai. Ao chegar, adivinha: O professor faltou. Tudo bem, você não joga mil pragas para o professor e nem fala mil palavrões ao lembrar que algo dizia para você não largar seu edredom.

Você encontra um amigo e começam a conversar. Adivinha sobre o quê? Relacionamentos. Quando você percebe, quem está desabafando é você! De repente uma frase do seu amigo lhe chama atenção:- “As pessoas não querem solidão, mas se acovardam para um compromisso”. Realmente. Depois dessa frase você acaba com todos seus sonhos e desaba numa profunda depressão pois infelizmente é a mais pura verdade a maldita frase. Aquele papo de não desanimar, manter o pensamento positivo, deixar rolar, saber esperar, não ser ansiosa, parecem longe de serem alcançados. Pelo menos por hoje, não vai dar.

Tudo bem, você volta para casa. Passa numa banca e compra uma revista para levantar seu astral (Afinal, mulheres em dias como esse não resistem a novidades femininas). Você começa a se distrair quando depara com um texto que fala sobre a solidão, a falta de romantismo, sobre relações superficiais. Pronto! Você se rende e começa a chorar em pleno metrô.

Ao chegar em casa, parece que todos resolveram estar de mau-humor. Sua mãe(que há dias está louca para pegá-la para uma conversa “daquelas”) resolve tirar o dia para dar aquele sermão de horas. Você resolve não falar nada, não se manifestar e nem gritar por sua inocência. Sua mãe sai e entra sua irmã, que parece andar com o “capeta” do lado! A pilha nunca acaba. Você desiste e volta para o lugar do qual você não deveria ter saído de manhã: Sua cama!

Acorda se sentindo pior. Você recorre à geladeira e começa a comer compulsivamente. Mas de nada adianta. E agora você tem mais um problema: o peso de ter comido “porcarias demais”. Você resolve voltar para cama e tentar dormir mais para desta vez só acordar no dia seguinte, se consolando e mantendo um fio de esperança num amanhã melhor.

Nada como um dia após o outro.

Beijos

Lud Figueira

domingo, 11 de maio de 2008

Encontrar Alguém

“Mas tudo que acontece na vida tem um momento e um destino,Viver é uma arte um oficio, só que precisa cuidado, pra perceber que olhar só pra dentro é o maior desperdício, o seu amor pode estar do seu lado.
(Do Seu Lado/ J.Quest/ música de Nando Reis)

Outro dia estava num Bar com algumas amigas. Entre chopps e cigarros discutíamos a pauta da noite: Homens.
Uma pedia direitos iguais no relacionamento, a outra queria que os encontros com o cara não fossem só quando ele quisesse, mas também quando ela quisesse, outra reclamava que o namorado dava mais atenção aos amigos do que a ela, a outra queria repetir a noite anterior, a outra queria voltar com o ex-namorado e à outra queria acreditar que teria um novo encontro.
Mas, no meio de tantas queixas, tantos desejos, tantos desabafos, havia algo em comum que não era só o tema (homens), mas sim o brilho no olhar que cada uma carregava ao se referir ao “amado”.
A esperança que a crise no relacionamento passe, que o Ex volte, que o outro ligue, que o outro seja mais presente, eram vontades de verdadeiras amantes, que priorizam sua vida sentimental e acreditam no amor, na vida a dois, em relações com continuidade, em desculpas e conversas para melhorar a comunicação com o outro.
Depois do bar, chegando em casa, de uma sexta feira a noite, pude concluir que nem tudo estava perdido, ao constatar que não havia perdido o programa: Dicas de um Sedutor. (risos)
Reforcei ainda mais a conclusão que havia chegado no bar: Homens e mulheres lutam com armas diferentes pelo mesmo objetivo: Encontrar alguém.
É verdade. A gente reclama, diz que é bom ficar solteiro, volta das noitadas arrasadas, fingimos que não ligamos, mas a esperança de encontrar alguém que valha a pena, que nos tire dessa fase de muita oferta e pouca qualidade, muitos momentos e poucos que continuam, muitos beijos e nenhum ao despertar, muito calor e depois muito frio, permanece.

Encontrar alguém para equilibrar as quatro estações tumultuadas dos nossos corações.

Por mais que aconteçam situações que façam com que nos tornemos pessoas frias, desiludidas e desacreditadas no amor, na vida; é quando temos que contar com a força (extra) que existe dentro de cada um de nós, levantar e não desanimar.

Faça as pazes com o mundo! Antes de começar os dramas, as reclamações, procure entender o lado dos outros. Tudo tem uma explicação. Tudo tem uma razão de ser.

Não desanime. O seu amor pode estar do seu lado.

Obs: Um beijão para todas as mamães!!!! Feliz dia das mães!!!

Beijos
Lud Figueira

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Dia de ficar “nas cabeças” .

Chegou. Hoje é sexta-feira e o coração está a mil. A cabeça passou a semana inteira fazendo altos planos e sonhando com a noite que promete fortes emoções. Acabou o trabalho, a faculdade, tudo que estava pendente. Agora é você e a noite de Sexta. O prazer em estar com os amigos sem se preocupar com hora, com o dia seguinte. A sua boca passou a semana inteira pedindo aquele chopp (para os mais “pesados” aquela vodka com Red Bull e derivados), aquelas deliberações sobre: Qual é a boa? Para onde vamos? Que sempre acontecem no lugar da pré-night (postinho, casa do camarada, o boteco da esquina...). Tudo seguindo o ritual. Tudo sempre com muita expectativa, tudo com muito mistério!

Geralmente aquelas nights que menos prometem são as mais inesquecíveis. São aquelas que a gente sai de casa correndo e continua sem ter certeza da roupa que está, mal deu para fazer aquela maquiagem de arrasar, mal deu para arrumar os cabelos, mas, mesmo assim, sua noite foi à melhor.

Hoje a regra é se divertir. Nada de “bads”. Ficar em casa não é permitido (a não ser que role aquela proposta tentadora, tipo: Um filminho, ou uma noite a dois!). Mas tudo com muita criatividade e responsabilidade!


A dica é: Aproveitem cada segundinho da noite, pois os melhores momentos terminam sem você perceber!


Se dirigir não beber e se beber não dirigir!
Avançar sinal de trânsito não pode, mas avançar no “flerte” pode! (risos)

Bom final de semana!

Beijos
Lud Figueira

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Diferenças

“Tudo pode dar certo e tudo pode dar errado, e a idade nada tem a ver com isso. O que transforma a vida amorosa em melodrama é a diferença de necessidades.”
“O amor é um jogo perverso de vasos comunicantes”
Martha Medeiros

Diferenças de necessidades? O amor ser um jogo perverso? Drama, drama, drama.
É sempre um desencontro de vontades, um jogo incansável onde lutamos com quem queremos na verdade é ficar bem. Acho que é aquela história: De um falar A e o outro falar B, sendo que os dois querem o mesmo: ficar juntos.

No texto da Martha, ela focou nos relacionamentos onde existe uma diferença de idade e cada um está numa fase diferente. Ocorre que um quer uma coisa e o outro quer outra, mas o amor existe, então vale à pena entrar num acordo e os dois aprenderem a ceder.

Uma das coisas que mais me chamou atenção no texto é esse “jogo perverso do amor”. Essa “guerrinha” que homens e mulheres fazem para testar o sentimento do outro. Quando um quer o outro não quer, e quando o outro não quer aí que queremos... Isso cansa. No começo fazer um joguinho até encaramos como parte do “jogo da conquista”, ou para tirar o relacionamento da rotina, mas tornar esse “jogo do amor” parte presente no relacionamento, não há quem agüente.

Voltando a falar sobre “diferenças de necessidades”, é algo muito comum. Nem estou falando sobre a questão da idade, mas isso se aplica também aos relacionamentos longos.
Imagina um namoro de 4, 5 anos. Chega uma hora que um quer casar, ou dar um novo rumo à relação. O outro pode achar que o relacionamento está bom como está e não pensa em mudanças agora (a questão de se acomodar e não querer inovar). É pensar que cada um tem as suas necessidades, e o principal é saber entender o lado do outro também. Mas como vivemos em um mundo cada vez mais individualista, acaba que cada um enxerga só os seus problemas e pouco se importa com os do outro.

Saber escutar o outro é essencial. Relacionamento é respeito, cumplicidade e não um campo de batalha onde é cada um por si e Deus por todos. Sai dessa de jogar! Isso é furada e só serve para causar brigas e “cansar” seu relacionamento.

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Observações

O blog contêm textos sobre experiências minhas e de outras pessoas. Costumo escrever textos onde os temas são sugeridos.
Mas cada texto é sobre um assunto diferente. O foco muda. Mas o blog é sobre relacionamentos, são assuntos variados sobre esse mundo complexo da relacão entre homens e mulheres.

Obrigada pelo carinho de todos, a paciência e a boa vontade.

Beijos

Lud Figueira

Saudade...

“Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoa ou coisa distante ou extinta. Pesar pela ausência de alguém que nos é querido.”
Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa.

Com certeza. É a lembrança que mais faz com que tenhamos saudade. Uma palavrinha de nada que causa um estrago enorme. É impressionante como “ela” é esperta! Você começa a lembrar de algo, de repente sente seu coração apertar, quando vê: BOOM! É a danada da saudade para atrapalhar tudo! (risos)
Confesso que tem horas que a saudade é bem vinda. É o tipo de saudade gostosa, daquela que você sabe que vai terminar no final do dia, quando for encontrar aquele cara, ou aquela amiga com quem você não fala há tempos.
O problema é aquela saudade que temos de algo ou alguém que não veremos, ou teremos mais. Mesmo assim, nunca é um sentimento de todo ruim, pois se sentimos é porque foi bom, é porque valeu à pena.
Sabe, ás vezes falar ao telefone, encontrar na rua com alguém, da mais saudade do que se nada tivesse acontecido. Pois tem horas que de tanto lidar com a saudade, a gente acostuma. Olha só como somos!? A gente se acostuma a viver assim. No silêncio. Nada fazemos, só aceitamos.

Por medo? Por pensar no que os outros vão achar?
Já repararam como hoje em dia a gente acaba não fazendo nada por sentir medo do que o “outro” vai pensar ou achar?
A gente sufoca as nossas vontades, o que queremos por causa do outro. É justo?
Temos que mudar algumas coisas. Para começar, precisamos parar com essa mania de ter medo e ficar tendo que pensar em tudo, como antes de fazer ou falar algo.

Liberdade para os sentimentos.

Beijos
Lud Figueira

terça-feira, 6 de maio de 2008

Você já traiu?

Não é difícil escutar uma pessoa falando que já foi traída ou já traiu. Esteja você ficando, namorando, a traição está em toda parte.
Só quem já foi traído sabe como é ruim, doloroso. Acho que é o tipo de situação que você não deseja nem para o seu inimigo.
Não há como continuar uma relação após uma traição. A base de um relacionamento é a confiança. E quando essa base se destrói não há mais como dar continuidade ao relacionamento.
Se continuar, a relação vira uma eterna insegurança. Sem contar, que você olha para ele (a) e a imagem da traição não sai de cena. Você se torna escrava (o) da desconfiança, se vê neurótica (o) e com medo de ser traída (o) novamente.
A traição não é só o fato consumado. É quando o outro passa a se sentir atraído (a) por outras pessoas. E, se isso acontece, é sinal que a relação não é mais a mesma.
É claro que o traidor (a) pode vir a se arrepender. Por muito tempo ele (a) lembrará o mau passo dado que tomou em trair. Pois ele (a) mesmo não aguentará a distância que o outro mantiver, as inseguranças, os questionamentos e verá que a relação dificilmente voltará a ser como era.

Isso é verdade. Por mais que tentemos a relação nunca é igual.

O melhor que temos a fazer é manter a sinceridade. Pode ser difícil falar a verdade, mas é sempre o melhor caminho. É preciso que haja uma relação de respeito e consideração com o outro. Sabe aquela famosa frase: '"não faça com o outro o que você não gostaria que fizesse com você"?! Então, o caminho é por ai...

Lógico que o coração é um péssimo conselheiro. Perder o cara (ou a mulher) que amamos é algo horrível e acabamos aceitando coisas que no futuro sabemos que nos fará mal. Nesse momento é que temos que avaliar o que queremos: esquecer ou viver eternamente insegura (o)?
Pois está mais que provado que a dor de perder o ser amado é uma dor horrível, mas ninguém morre disso.

Antes de amar alguém é preciso se amar. Não se iluda com a frase: “O que os olhos não vêem coração não sente".

Pois coração apaixonado tem radar e, ficar desconfiado é uma droga.

Beijos
Lud Figueira

T P M ( TERAPIA PARA MULHERES)

Sorte dos homens que não conhecem os sintomas dessas três letras: TPM (tensão pré menstrual).
Milhões de mulheres sofrem todo mês com esse fantasma da TPM. Eu disse TODO MÊS.
É mais ou menos assim: Começamos o mês bem, de repente começamos a nos sentir inchadas, gordas, horrorosas. Daqui mais um pouco, começamos a ficar agressivas ou pior: Depressivas. Umas choram de tudo, até em comercial de "margarina". Outras desligam o telefone na cara do namorado, se trancam no quarto, tratam mal as amigas, discutem o dia inteiro com a mãe (ou qualquer outro membro da família que ousar abrir a boca!). Até que tudo passa e ficamos mais ou menos por duas semanas livres desses sintomas terríveis.

Quem disse que é fácil ser mulher?

Sem contar que, durante esse período “bad” total, nós mulheres precisamos trabalhar, estudar, cumprir com os deveres de boa filha, boa amiga, boa namorada e para algumas, de boa mãe. Dá um trabalho danado!
E achar uma roupa? Não tem nada pior que escolher uma roupa para sair nesse estado. NADA FICA BOM! É a blusa que está apertando e com isso aparece aquelas "pelanquinhas laterais", ou a calça que não fecha (afinal, toda mulher engorda pelo menos 2 kg durante a TPM), tudo é um problema.
Vocês estão achando graça? Conheço casos de mulheres que ficam sem sair de casa. É verdade. Somos uma sensibilidade só.

Segue dicas para os caras, as amigas, a família, não cometerem erros graves nesse momento (delicado) TPM da mulher. São eles:

* Caras : Se a "amada" se atrasar para o encontro, se tornar melosa ou agressiva demais, For impaciente e cobrar atenção a cada cinco minutos e pedir provas explícitas de amor, não se assustem! Pois o amor não é feito somente de dias felizes.

* Família: Por mais terrível que possa parecer, lembrem-se: É apenas um estado de espírito momentâneo. Logo passará.

* Amigas: Um telefone desligado na cara, uma falta de paciência para ouvir os relatos amorosos da amiga, um tom de voz elevado, são apenas sintomas que, como disse, são PASSAGEIROS.

Afinal, amigas devem ser solidárias. Pois sofrem do mesmo problema.

Um beijo
Lud Figueira

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Liberdade de Expressão

“Ás vezes, o que definimos como força não é força. Ás vezes, ser forte é não fazer nada.” Madonna

Exato. Muitas vezes é através do silêncio que mostramos a nossa capacidade de superar as adversidades, os problemas, as desventuras amorosas.
Mas nem sempre conseguimos, então, deixamos as máscaras, nos revelamos por inteiro, e ficamos vulneráveis ao outro, a todos, ao mundo.

“Cansei de ser forte tempo integral. Cansei de ser legal. Cansei de entender tudo. Meu batimento acelera, sinto um arrepio, uma vontade de viver, de amar, de fazer acontecer! Não quero falar. Quero fazer. Não quero ligações, quero encontros. Não quero segundos, quero horas. Quero tudo até a última ponta, não quero esquecer, mas quero viver. Quero entender o que passou e não ter medo do que está por vir. Quero lutar com unhas e dentes. Quero esportes radicais, quero desafiar meu limite, quero ir além das expectativas, quero desafios. Quero uma luta justa, não quero competir com o mais forte, quero uma luta justa. Não quero largar o que eu nem conheço ainda, não quero dizer não, quero fazer a minha vontade. Quero lençóis, travesseiros e suor. quero sexo, arte e amor. Quero o mundo, quero o momento, quero o antes, durante e depois. Não quero respeitar limites, quero a intensidade, a veia pulsando, o coração batendo, o momento mais feliz. Não quero choro, quero alegria, sorrisos e beijos. Quero amar por apenas um momento, odiar o dia seguinte e estar esperando ansiosamente pelo próximo. Não quero mal entendidos.
Não quero conversas sem objetivos, não quero desperdício de tempo. Hoje não quero ser responsável, quero ficar “nas cabeças”. Quero soltar feras e encarar ondas gigantes. Quero falar para meus inimigos cuidarem da própria vida e me deixarem em paz! Quero a tão sonhada felicidade, o tesouro perdido do amor verdadeiro, o caminho para a ilha do Peter Pan. Quero um conto de fadas moderno, quero beijos intermináveis, dormir sem medo de acordar e não acabar o sonho vivido.
Quero quebrar regras, quero fazer a minha vontade. Quero escrever uma nova história, um novo capítulo, quero a segurança do coração e não das falsas palavras. Quero aquele olhar, quero ceder, quero um dia todo. Quero dizer sim. Quero sair do jogo.”
Lud Figueira

Chega de desencontros. Chega de tentativas. Chega de momentos ruins. Chega de lágrimas e sofrimentos.


Beijos

Lud Figueira

Vale ter um novo momento com o (a) EX?

Você esta em casa, naquele dia feio, a dispensa e a geladeira já foram assaltadas, na TV os programas estão sendo todos reprisados e na internet não tem nada de bom. De repente uma janelinha do msn sobe e um barulhinho avisa que alguém quer falar com você: O (a) Ex
E aí? Começam aquelas perguntas de quem (aparentemente) não quer nada: -- tudo bem? Saiu ontem? Tem ficado com alguém? Até que um manda: Vamos nos encontrar? Pronto: Na mesma hora seu pensamento se desloca para o amanhã. Você pensa: Viver o momento? Vou ficar bem no dia seguinte?
A resposta é não. Sem dúvidas, se você estava “bem” com o término (tentando aceitar), vai acabar mais confusa (o) com a noite anterior. Ou então pode ser que aconteça o menos possível, você leve numa boa, mas e o outro? Há uma pequena parcela de casais que tiram de letra e amanhecem bem, os dois entendem que não vão voltar e que foi apenas um “flashback e partem para o dia seguinte sem dúvidas, culpas ou momentos nostálgicos.
Geralmente, quando um sugere esse encontro, é que há uma possibilidade de se começar as negociações para uma possível volta, mas nem sempre é assim. Então não espere nada.
Um reencontro com o (a) Ex pode ser a porta de entrada para começar aqueles encontros noturnos. Aquelas situações que ocorrem no meio da madrugada, onde você se encontra “daquele jeito”: Nas cabeças. E liga para o (a) Ex e terminam a noite na cama do outro e ao acordar, no dia seguinte, se faz a seguinte pergunta: O que eu estou fazendo aqui?
Isso é uma situação bem ruim. Pois acaba virando bagunça. E não tem como sair ileso (a) de um jogo desses.
Voltando ao presente, lembre-se: Vocês terminaram. Término significa fim de um ciclo e começo de outro, diferente. A saudade bate, é verdade. Até porque foram muitas coisas vividas, momentos que nunca vão esquecer de muito carinho e amor. Mas, passou.
Quer encontrá-lo (a)? Vai. Mas não se prenda ao amanhã. Sabe que vai ficar mal no dia seguinte, pense: Vale à pena?
Nessas horas, somos super impulsivos, agimos sem pensar e acabamos pagando um preço alto pela ansiedade ou pela curiosidade de saber como vai ser encontrar o (a) Ex depois de um bom tempo sem vê-lo (a).

Agora, uma coisa é sair para conversar para decidirem se vão voltar ou não. Outra é cair na “bagunça” e ficarem se machucando.

Se ainda pensa em voltar, seja franca principalmente com você. Não se iluda achando que vai viver só o momento e vai ficar bem depois, porque a saudade vai apertar e vai ser difícil segurar.



Beijos

Lud Figueira

domingo, 4 de maio de 2008

Ligação Terminal

Seu astral está ótimo, sua semana está maravilhosa. Você foi a uma festa, encontrou com aquele cara com quem você saiu algumas vezes e correu tudo perfeito. Dias depois, você pensa em ligar para ele. Mas há um problema: Você não tem o telefone.
Ocorre, que quando vocês se conheceram o cara pediu seu telefone. Nunca ligou, até porque vocês estavam se encontrando por meio de amigos em comum. Mas você não liga para isso e pensa: Bom, não vejo problema algum em ligar para ele, uma vez que nunca liguei, nunca pedi nada e ao contrário, sempre correu tudo muito bem. Ele é um cara legal, me trata super bem, mesmo que ele não queira sair comigo, não tem nada demais eu dar o primeiro passo e ligar para o ele. Pois bem, você ligou e foi assim:

--- Fulano? Tudo bem? Sabe quem está falando? (você tentando descontrair o ambiente)
---- Não. Quem? (a frieza paralisa você)
---- É a fulana. Tudo bem? (você tenta manter a ligação num tom amigável)
---- Tudo. (a pessoa parece ter se arrependido de ter atendido ao telefone)
---- Então, estou ligando para saber se você quer fazer alguma coisa hoje? (você continua objetiva e conclui o motivo da ligação)
---- Nem. Vou jantar com meus pais. (ele não pensa nem um segundo e dá uma resposta direta e objetiva, sem demonstrar qualquer surpresa, ou lamentar não poder sair com você)
----Poxa, então está bem. Beijos (após a recusa e a “longa” conversa, você se despede chocada com a recepção do outro)
--- Beijo (nada a declarar)

Que bad! Imagina a situação! Você é toda fofa, liga apenas para convidar o cara para sair, e o mesmo é frio, seco e simplesmente trata você como se fosse uma desconhecida, ou alguém que ele não gostasse.
Você não entende nada. Tudo bem o cara não poder sair, mas tudo é o jeito como a pessoa fala. Tinha mil maneiras de ele falar:- --- Pô, nem vai dar, depois a gente se fala! Ou ---Nossa! Estou muito enrolado hoje, depois eu te ligo! Qualquer coisa! Menos uma ligação monossilábica e fria com alguém que até então, você não tinha do que reclamar. Por mais problemas que o cara tenha, por mais que estivessem mil pessoas do lado dele, ele poderia ao menos manter a gentileza e a educação de sempre.
O pior de tudo é você pensar e esperar que talvez o cara se ligue que mandou mal, e no dia seguinte fale com você, inventa uma desculpa qualquer apenas para não ficar "mal na fita" e isso não ocorre.

E quando acontece uma ligação horrível dessas e a situação fica por isso mesmo?

Desencanar é a boa. Primeiro, que ele mandou muito mal na ligação, se mostrou frio e desinteressado; segundo, que o cara deixou mais que visível que você é apenas um momento para ele e terceiro, não saia mais com os amigos que você tem em comum com ele. Sumir é a pedida, vai fazer bem a você.
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Hoje, vi uma frase tatuada no braço de um cara que dizia: A vida é generosa.
Fiquei pensando e conclui que é a mais simples verdade. Muitas vezes não damos valor ao que temos, reclamamos de “barriga cheia” e não enxergamos o quanto a nossa vida nos proporciona coisas maravilhosas. Mas lamento muito que a gente esteja vivendo numa época tão cruel, tão desumana, tão sem amor, respeito e educação.

Conselho: A falta de comunicação é prejudicial aos relacionamentos de todos os tipos.

Beijos
Lud Figueira