terça-feira, 30 de setembro de 2008

Saber deixar alguém gostar de você.

Sinto cheiro de coisa nova. Está na hora de deixar o sol entrar, renovar idéias, dar adeus ao passado, a idéias ultrapassadas... Manter a mente aberta, se permitir gostar de alguém e aceitar a possibilidade de algo novo em nossa vida.

Estamos tão acostumados a não dar continuidades aos encontros, a não ligar, a não procurar, a jogar, a viver pela metade, a não se entregar, que ás vezes acabamos perdendo uma boa oportunidade, uma chance de sair desse vazio, uma chance de conhecer alguém; alguém que valha a pena, algo praticamente raro, que se prestarmos atenção pode estar ao nosso lado.

A felicidade se tornou tão escassa, que quando "ela" bate em nossa porta, demoramos para abrir, tamanho é o susto, o não acreditar que, a felicidade chegou, demorou, mas chega para todos.

Chega de se machucar, de perder tempo com quem não está a fim de você, com alguém que na real, não quer nada sério, está apenas passando tempo! Saia dessa bad!

Dê uma chance ao novo, permita deixar alguém conquistar seu coração, sem precisar fazê-lo sofrer. Saia dessa sina de "mulher de malandro"!

Beijos

Lud Figueira

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Comunicado

hoje, nas bancas, sai uma matéria minha no Jornal do Commercio.

Uma matéria sobre as diversas Tribos entre os jovens!!!

Confiram!!!!

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Mudanças em vão

Por André Paez


Ele achou que poderia dar certo
Ficou feliz com a novidade e se cuidou
Repensou a vida, repensou as atitudes, caprichou no comportamento
Fez destas mudanças o seu mais novo desafio
Acreditou mais uma vez que nada seria em vão, e se empenhou
Quis esperar um aceno qualquer, para confiar na sua decisão
Fez dos seus novos planos uma maneira de viver melhor
Abriu mão de atitudes que certamente o comprometeria
Deu sentido ao coração, tentando esquecer as dúvidas
Mas as dúvidas foram persistentes e elas falaram pelo seu coração
Elas trouxeram a inquietação, a pressa e o erro nas suas decisões
Mas tudo por culpa de um único motivo: a ausência de sinais
O silêncio ganhou destaque, fez o que quis e como quis
Deixou um mar de incertezas e perguntas
Um mar revolto, onde o barco da razão jamais havia navegado
E ela sem culpa, meio sem saber, meio sem entender, meio sem vontade
Meio dividida, meio metade, meio imperfeita, meio distraída, meio sei lá...
E meio a isso tudo, nada fez
Até percebeu as mudanças, até percebeu o empenho, mas só percebeu
E de novo, nada fez
Cada um pra um lado, cada lado sem o outro, cada um na sua, cada qual
Ela pediu um tempo ao mundo. Até pensou que ele poderia esperar.
Mas o tempo passou (como tudo que passa)
E de que valeram essas mudanças?
Será que valeu em algo essa transformação?
Perguntas...
Decidiu seguir, decidiu levar à frente essas mudanças
Está decidido
Eis que surge uma nova personalidade, repleta de sentimentos castos e sensíveis
Mas que não serão remetidas a ninguém
É fato, é peculiar, é dela
Porém, isto serviu pra algo, serviu como prova, como experiência, talvez
E essa não será a primeira vez. Alguém vai perceber essas mudanças
Elas não aconteceram inutilmente
Se ela vai voltar?
Não sei. Mas ele mudou...
...e passa bem


Beijos
Lud Figueira

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Fase Cafona !!!

Regras:

1- Nunca chama a "gatinha" pelo nome. Usa sempre apelidos carinhosos: Fala princesa! Oi, coração! Fala minha rainha! Deusa...

2- Na hora H, gostam de sexo "pornograficamente" falado. (Ou seja, fazem perguntas do tipo: Está bom? , Está gostoso? E outras perguntas impróprias para este horário, pedem elogios e costumam se olhar bastante, auto elogiando a performance.)

3- Gostam de ostentar, na night adoram pedir bebidas, mesa, para atrair as famosas mercenárias.

4- Adoram aparecer, adoram ser o centro das atenções e adoram uma briga pós night.

5- Gostam de mulheres no estilo "glamurosa", rainha do funk, de preferência com o bumbum da mulher melância, "sandalinha de cristal" também está valendo,

6- Possuem carros geralmente grandes, com dvd, mini-frigobar, teto solar e todas aquelas cafonices.

7- São super sinceros, conversam sobre suas outras mulheres, possuem relacionamentos abertos.

8- No meio disso tudo, ainda são marrentos e "oprimem" qualquer pessoa.

9- Possuem uma boa lábia, adoram jogar e sempre acabam dando a cartada final.

10- Possuem um "fraco" por "piranhas".(desculpem o termo)

Obs: Possuem coleira, pulseiras e anéis, mas são de ouro amarelo, no estilo bicheiro.

Beijos

Lud Figueira

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

O "doce" azedou...

As pessoas precisam se decidir. O que não dá mais é manter esses "casinhos" por tempo indeterminado.

Você fica uma vez, fica duas, fica três, num intervalo de 1, 2 semanas. De repente a "coisa" parece que ganhou um gás, mas depois você percebe que foi apenas uma empolgação do momento...

É uma furada investir em casos como esse. Para que pensar em mudar a relação para algo a mais, se assim, tem tudo e mais um pouco?

Por mais que você tenha sido diferente, se o outro estiver focado em continuar como está, você terá sido apenas mais uma, sintonias opostas... Saia dessa.


A facilidade é cômoda. A dificuldade atrai...


Pense no que você quer, seja verdadeiro ao menos com você.
Caia fora de "casos de pele", de sexo casual, de promessas e esperanças fantasiosas...
Saber se respeitar, saber se valorizar, saber falar o tão temido não!


Lembre-se: Você não pode perder o que nunca foi seu!

Não podemos deixar a carência que nos cerca falar mais alto. Não adianta topar qualquer "parada" por medo de ficar sozinha! Porque ás vezes ter alguém é o mesmo que não ter...


Beijos
Lud Figueira

sábado, 20 de setembro de 2008

O número chamado encontra-se desligado ou é inexistente.

Fora do ar.

Colocando pensamentos em ordem, fazendo uma faxina e eliminando o que não faz bem.

Arrumando papéis, organizando-os, relembrando palavras ditas e prestando atenção aos fatos que se seguiram e em atos concretos. Conclusão: Preciso sair...

Podem dizer que isso é uma defesa, é porque quero fugir, não quero encarar. Podem dizer que sou pessimista, ansiosa e estou tirando conclusões precipitadas, não me importa mais.

Realmente eu estou pedindo para sair, estou entregando o jogo, saindo de cena, desistindo.

É isso.Talvez porque eu seja assim: Intensa demais, apaixonada demais, amante demais, insaciável demais, falante demais, gulosa demais... Acaba que eu, penso demais.

Sim. Estou falando de um flerte, talvez alguns encontros, talvez de João e Maria. De repente até de um envolvimento artístico. Que seja.

Estou deixando a tela em branco para quem queira se aventurar.

Esse capítulo eu não vou mais escrever. A pauta dessa matéria caiu. As idéias se perderam. E a culpa de tudo foi do "travesseiro". Imaginem só: Um travesseiro me abriu os olhos para algo que nunca havia percebido: Tenho medo de relacionamentos.

Dessa vez foi o travesseiro, mas outras vezes podem ter sido obstáculos, barreiras, que coloquei sem prestar atenção.

Fiquei confusa. É, mais confusa. Olha como somatizamos as coisas: Acordei me sentindo a pessoa mais fria do mundo. Que contradição: Eu, a pessoa que mais acredita no amor, em relacionamentos, que sempre tem uma palavra amiga para as horas complicadas, é a pessoa que quando tinha que falar, permaneceu num silêncio profundo, numa frieza assustadora, deixando o outro recitar sozinho seu monólogo.

Mas depois vi que não era nada disso. Que minha postura foi normal, que tudo ocorreu perfeitamente bem, e que foi apenas uma saudade momentânea, foi apenas um teste, foi apenas um encontro para se entender o que estava acontecendo platônicamente entre duas pessoas.

Descobriu-se que não era nada daquilo que pudesse ter sido imaginado. Foi um começo de vontade que se perdeu no meio de tanto espaço, tempo, frio.

Foi uma voz. Que envolveu um artista, lhe inspirou em algumas telas, mas logo se revelou comum a outras. Perdeu-se a graça.

Relaxou. Agora o mar está calmo. As ondas se foram e voltamos a rotina.


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João conquistará novas ondas, com seu jeito único, seu olhar cativante, seus mistérios, seus silêncios, seus espaços, seus carinhos e seu jeito romântico.
Maria, continuará buscando papéis em branco para escrever novas histórias.




Beijos

Lud Figueira

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Regra número 2: Não se envolva

O que você faz quando perde? Corre atrás. E depois? Joga fora.
Simples assim...

Eu não sei de verdade o que acontece. Porque se damos condição, somos legais, eles pisam, se acham no controle, nos manipulam. Se somos "escrotas", não ligamos, não ficamos disponíveis e falando o português claro: "cagamos", eles adoram, correm atrás, parece que ficam até mais excitados!? Que parada louca!

Tudo bem que um joguinho faz parte, não podemos negar, mas até quando? Não tem um prazo de validade?

Homens que me desculpem, mas vocês gostam de uma mulher "escrota"! Vocês gostam da mulher da pista, da mulher que não está de bobeira, da mulher que não sai só com um, da mulher que age como vocês. É uma inversão de valores que vai além do meu entendimento...

Ter amigos solteiros é um bom campo de estudo. Porque eles falam a real. A verdade é que eles adoram uma "piranha" (desculpe o palavriado) , o tipo de mulher que eles mantêm um sexo casual e sabem que ela nunca vai se apaixonar, que ele é apenas uma diversão para ela, isso os atrai, porque o normal é a mulher acabar se apaixonando numa relação como essa.

Duas opções: Ou a gente aprende a lidar com esse tipo de situação, ou entregamos a Deus. Porque é isso, é o que acontece.

As mulheres precisam aprender a usar homens desse tipo. A mulher liga, chama para sair, transa, faz o que quiser e só. Mas só quando ela quiser. É um momento, sem essa coisa de romance, sentimento, isso é algo ultrapassado nos dias de hoje, o momento é ser individualista, ver só o próprio lado.

Que triste, que decadência, que competição: Quem joga mais, quem é o mais "escroto", quem manda pior...

Não. Não dá para relaxar, não dá para deixar rolar, não dá para acreditar que estou no meio dessa palhaçada, dessa cafonice!

Deve haver alguma esperança, alguma luz no fim desse túnel, assim espero!

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Chega de desamor...

Chega de mentiras, chega de "ficadas" que não dão em nada, chega de ficar esperando o outro,

chega de ter medo de compromissos, chega de atitudes "escrotas", chega de magoar o outro,

chega de precisar ver o outro com outras (os) para querê-lo (a), chega de machucar seu coração,

chega de sexo casual, chega de beijos sem sentido, chega de aparências, chega de rótulos,

chega de solidão, chega de acordar com o desconhecido, chega dessa postura que amedronta o outro,

chega de bloquear o amor, chega de não tentar, chega de não se envolver,

chega desse medo de perder a liberdade, chega de viver pela metade, chega de joguinhos, chega de falsidade,

chega de superficialidade, chega de conversas sem sentido, chega de frases como: "a gente se fala",

chega de silêncio, chega de tempo, chega de regras, chega de planos, chega de bundas e peitos,

chega de mocinhas e piranhas, chega de pegadores e "santos", chega de esteriótipos,

chega de modernidade, chega de egoísmo, chega de "bads", chega de lágrimas, chega de desencontros,

chega de separação, chega de enganção, chega de manipulação, chega de dizer não,

chega de ficar sozinho (a), chega de tristezas, chega de traições, chega de fingimentos,

chega, chega, chega...




beijos

Lud Figueira

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Vamos jogar...

Resolvi topar esse jogo. Começou devagar, pulou etapas, esfriou, ganhou ação, rolou um suspense, causou grandes deliberações, gerou curiosidade e sempre deixa algo no ar.

É andar no escuro, é transformar a dúvida numa excitante espera, é ter pensamentos censurados, corpo desejando ser possuído, fome e sede para se descobrir da onde vem essa química que atormenta o sono, causa vontades absurdas, desistências mentirosas, fugas frustradas, passos que causam arrependimentos...

É tudo excitante, um jogo de palavras inebriantes, uma mistura de medo e ousadia, alterações na temperatura, no ritmo...

Tem horas onde há necessidade de arriscar, de se jogar e ver aonde vai. Sem planos, viver cada momento, curtir uma coisa de cada vez, pagar para ver...

A cada capítulo é apresentada uma nova cena, um novo mistério, uma nova surpresa, mais vontade, desejo, arte e suor...

Dificuldade envolvente. Um “não” conquistador, um charme que rouba a cena, palavras...

Saber esperar, saber surpreender, saber conquistar...

Aguardo novas instruções, novas oscilações, novos olhares,

Sem demora,

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Escolhas...

Passou um moreno, de olhar avassalador, sorriso provocador, postura segura e mãos firmes.

Ele disse:- Você vai embora comigo!
Ela disse: - Sim, vou embora com você...

Acaba-se o dia, permanecem as lembranças...

Os dias passam, e outros dias não iguais, mas parecidos, tomam o lugar daquele que foi vivido e assim sucessivamente, a vida não pára... Sempre ocorrendo substituições, sempre mudando, sempre em movimento...

Ela disse: Quero sair com você!
Ele disse: Ótima idéia!

Nada como uma mulher inteligente que não deixa transparecer seus reais sentimentos, nada como aceitar as regras e permanecer sabiamente no jogo.

Ela disse: Está na praia? Posso vê-lo?
Ele disse: Não vai dar. Mas a gente se fala.

Fim do jogo.

Placar, 1xo para o time masculino. Conselho para não sofrer outro gol:
Tirar seu time de campo, ir para concentração, e treinar um pouco mais.

Lembrando mais uma vez:

A expressão: “a gente se fala”, é a pior coisa que uma mulher pode ouvir, por mais gentil, doce, que o cara seja não importa. É o tipo de expressão usada para dizer que até sairia com você, mas não agora, quem sabe daqui a alguns dias, algum mês, depende...

Ritmo diferente, apenas...

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Era só o que faltava!

Gene explica por que alguns homens são eternos solteirões
A genética encontra explicação para a relutância que eles têm em assumir compromissos

Hotnews/ site Yahoo notícias/

Pode soar estranho, mas os integrantes da ala masculina que não conseguem manter compromissos sérios já têm uma nova desculpa para justificar o comportamento. Para os pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, o motivo atende pelo nome de AVPR1A. Esse gene é o responsável por estabelecer os laços afetivos entre parceiros e está presente na maior parte dos mamíferos. A novidade fica por conta de que uma variante desse gene pode determinar como os homens se comportam com suas parceiras em relacionamentos amorosos.A pesquisa contou com a participação de 550 gêmeos e seus parceiros. Pesquisadores estudaram o DNA seguido por um questionário, a conclusão do estudo foi obtida através da comparação das respostas com a estrutura genética. Apesar de parecer ironia, homens que possuem uma ou duas cópias da variante 334, têm um comportamento diferente em relação aos que não possuem. Ou seja, eles apresentaram chances menores de se casar, enquanto aqueles que apresentavam duas variantes tinham duas vezes mais chances de ter vivido uma crise de relacionamento, no espaço de um ano.A diferença também foi sentida nas esposas e namoradas que se diziam insatisfeitas com esses homens. Para o estudante de pós-graduação do Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística do Instituto foi a primeira vez que esse tipo de comportamento é associado a algum gene. Porém, essa variante não pode ser usada como desculpa para todos os casos, pois, apesar dos estudos, não pode se afirmar a sua exclusividade como causa para aqueles que não conseguem manter relacionamentos longos. A pesquisa também servirá para estudar e entender melhor problemas de interação social, como o autismo. Para o terapeuta corporal e naturopata Vicente Godinho, tudo em um relacionamento é questão de aprendizado e cuidado. É necessário cuidar como se fosse uma planta exótica e delicada, que necessita de constante atenção e cuidados.

Veja algumas dicas que o especialista separou para não sufocar a relação:

- Não espere que o outro cuide de você, não jogue a responsabilidade da sua felicidade na mão do outro. Lembre-se que o verdadeiro amor nasce na ausência e da necessidade de querer ficar junto.

- Garanta um tempo só para você, isso é o oxigênio da relação. Estar junto é bom, porém é importante que cada um tenha a sua própria história e crie outra, comum a ambos.

- E, por fim, é necessário reconquistar quem amamos diariamente, isso garante o tesão num relacionamento.

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beijos
Lud Figueira

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sem esperar nada...


Acredito no amor. Sério, acredito que ele exista.

Mas ando um pouco chateada, porque não estou conseguindo nem sequer me apaixonar; pois hoje em dia as pessoas estão meio proibidas disso, porque é um tal de "eu amo ser solteiro", que até assusta! Então, para evitar possíveis decepções, a gente trabalha para isso não acontecer, e não é que está funcionando?

Acho que é tanto medo de ficar mal, que acabamos vivendo as relações pela metade, pois sei que não posso ir além e isso me frustra. Porque não tem nada mais gostoso do que você pensar em alguém, marcar de sair, falar com a pessoa, mas isso não acontece. As pessoas estão dando cada vez menos atenção aos assuntos do coração e quando pensam sobre isso, logo tratam de se distrair pensando outra coisa.

Acho que ter um relacionamento hoje em dia virou sinônimo de ter uma dor de cabeça. Só pode ser...Estou sentindo falta de um romance! Daqueles bem cafonas!!!! Risos....

hoje eu não estou disposta para mostrar aquela armadura de mulher bem resolvida, estou levantando a bandeira branca e pedindo um tempo nesses joguinhos de gato e rata. Na verdade tempo frio e chuvoso me deixa romântica, melancólica...Logo imagino dois amantes passando o dia num calor intenso contrastando com o tempo do lado de fora...

Você pára e pensa numa hora dessas e vê que está sozinha, nem alguém para ligar você tem... quer dizer, ter você até tem, mas vale a pena? Até porque esse lance de telefone... Dar uma de "moderna" e ligar, nem sempre é legal... Esse lance de ser uma "mulher de atitude" não são todas que sabem administrar bem, pois nem todas conseguem segurar a onda de levar um fora, ou de não ter tido uma conversa boa ao telefone...

Ás vezes penso que é isso mesmo: Você conhece o cara, sai uma ou duas vezes e relaxouu, parte para outro e para outro e outro... Ninguém quer gostar de ninguém, ninguém quer ninguém, sei lá... Já saio de casa com o botão do desapego ligado.

Me desculpem, mas hoje estou desfocada em assuntos do coração, está tudo muito vazio, sem muita perspectiva... Ando meio repetitiva...

Beijos

Lud Figueira

domingo, 7 de setembro de 2008

Figura repetida não preenche álbum, apenas serve para trocas.

Saber segurar a onda de ficar sozinha é uma atitude bem responsável. Passar tempo com quem já deu o que tinha que dar, é a maior furada. Além de mexer em lembranças do fundo do baú (que estão guardadas, esquecidas no "arquivo morto") que voltarão com força total em nossa vida.

O maior prejudicado? A mulher, é claro. Sempre nós, as eternas sonhadoras, as que sempre acreditam em uma segunda chance, em um novo começo e terminam cheias de ilusões frustradas e no fundo do poço.

Algo é certo: A relação começou errada, dificilmente encontrará a direção certa.

Hoje em dia, basta um, de repente dois encontros no máximo para você saber o que o outro realmente quer. Saí as máscaras e entra a "cara de pau", o jogo da verdade.

Investe quem é idealista, acha que o outro vai mudar, acredita que o outro vai enxergar suas qualidades, seus valores. Pura ilusão!

Ser realista, cair na real, nos faz perder menos tempo e evitar grandes sofrimentos e decepções.

Graças à Deus existem muitas "figuras" e"álbuns" para se completar pela vida.

Perder tempo, se desgastar por "figuras" que não preenchem e nem completam nada, é algo pouco criativo e irresponsável.

Invista no novo, saia do cômodo!

Beijos

Lud Figueira

sábado, 6 de setembro de 2008

Telefone: Meio de comunicação complicado...

Nada mais interessante do que homem que sabe falar ao telefone. Cheguei a conclusão que os que fazem o estilo Don Juan, são ainda mais charmosos ao telefone. Eles costumam nos deixar relaxadas, mostram certo interesse (mesmo que seja o mais puro fingimento) por nós, pela nossa vida, nos deixam a vontade, se mostram interessados em encontros futuros e sempre dão um jeito de dar uma valorizada na nossa "pessoa".

Já os "falsos tímidos", os que "comem pelas beiradas", os que não são tão falantes, os que fazem sucesso mesmo calados, nos deixam aflitas ao telefone. Pois o "papo" não rende e temos a sensação que estamos incomodando e se não entrarmos logo no assunto da ligação (pois essa categoria de homens não são adeptos ao uso do telefone, preferem os encontros casuais, telepáticos) acabamos por desistir, perdemos o foco da ligação, tamanho é o desprezo que sentimos do outro lado da linha.

Realmente, em época de MSN, torpedos, telefone se tornou algo ultrapassado. Mas, na minha humilde opinião, ultrapassado é essa falta de comunicação é essa mania de aprisionar o outro através do silêncio.

Seja por telefone, MSN e afins, o importante é saber tratar o outro com respeito e educação.

Claro que cada um tem uma interpretação da conversa estabelecida, mas também cada um sabe onde quer chegar ao falar palavras que causam o famoso duplo sentido.

Aliás, ninguém joga para perder... O recado é sempre dado.


Beijos

Lud Figueira

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Bastidores - Baixo Gávea

"Solteiro no Rio de Janeiro
Parado em qualquer praia
Sou solto em qualquer lugar
Tira a camisa, esse clima tá de abafar
Liberem suas delícias, parado não dá pra ficar
Movimentos circulares, zona sul de bar em bar
São bocas em todo lugar
São bocas em todo lugar"

Solteiro no Rio de Janeiro/Cidade Negra

Uma rua para se expor. Uma rua para se olhar e ser olhado. Uma rua para encontrar quem quer e quem não quer. Uma rua pequena, mas que comporta as grandes figuras da night carioca. Ás vezes lembra uma cidade pequena, que a night é na pequena rua da cidade onde se encontra todo mundo. Porque no Baixo Gávea nunca duvide: É uma rua típica de você encontrar aquelas"lendas" que passaram pela sua vida e você não vê há anos!

É a rua da "paquera", do "flerte", dos chopps com amigos, da pré antes da noitada, cenário pós maracanã (dependendo do resultado), daqueles encontros complicados...

Também conhecida como a rua do zero a zero, do social, das "investidas" sem nenhum contato físico.

Local de grandes deliberações sobre a boa do final de semana, pois um dos melhores dias do "Baixo", é quinta-feira, praticamente o primeiro dia do final de semana - Ou seja, quinta o pessoal vai tomar uma cerveja no "Baixo", depois alguns vão para alguma noitada, ou partem para casa, guardando as forças para o final de semana, pois domingão temos mais "Baixo"- Domingo a rua mais uma vez lota, seja depois de uma parida do Fla x Flu, seja para reunir os amigos e contar como e onde foram os eventos do fim de semana, seja para fugir do dia depressivo que é, sem dúvida, o dia de domingo.

Para quem gosta de um programa leve cercado por amigos e um clima positivo, cercado por pessoas interessantes, o Baixo Gávea é sempre uma boa opção.

Beijos

Lud Figueira

Casa, Comida e Sexo Selvagem

Será que algum homem resiste? A resposta é sim.

Devido a grande facilidade que os homens encontram nos dias de hoje, as mulheres precisam de muito mais; na verdade precisam de menos.

Mulheres de hoje precisam aprender a usar suas qualidades, a manter seus segredos (inclusive os sexuais) guardados a sete chaves, falar mais a palavra"não", ou seja, aprender a dificultar o que anda cada vez mais fácil no mercado.

Se bem que depois de "abertas as portas", difícil fica voltar atrás. Mas como perdemos a mão, administrar tanta facilidade fica cada vez mais complicado. Afinal de contas, dizer não, é entrar na contramão da modernidade.

Até porque o sexo, hoje em dia, é mais usado para se conhecer o outro; sai os jantares, os encontros e entra o sexo, onde pula-se as etapas e quando se vê, os dois já se tornaram grandes conhecidos, próximos, de repente melhores "amigos".

Por mais mente aberta que a mulher seja e o homem também, esse "lance" de sexo e outras facilidades "de cara" ainda é um assunto delicado. Vamos falar a verdade: Não importa a qualidade; sexo sempre atrapalha o meio de campo da relação.

Se apenas "ficar"já dá a maior confusão mental, imagina o pacote completo?

Às vezes passar vontade evita-se problemas futuros e ajuda a manter o controle da situação (mesmo que seja o controle imaginário).

Um balde de água fria, às vezes, faz bem a nossa saúde mental.

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Regra número 1: Seja sempre sincera

Tem algo que eu não sei sobre relacionamentos. Não sei o que é se sentir bem sendo solteiro depois de um bom tempo namorando. Sei que para os homens, ser solteiro no Rio de Janeiro principalmente nos dias de hoje, deve ser a melhor "parada": Festas, boa música, belas mulheres e ainda por cima uma cidade bem bonita como cenário.

Eu vejo a alegria nos olhos ao falar de festas, mulheres, vejo a felicidade que "eles" sentem ao estarem vivendo de repente, a melhor fase da vida deles. Não sei o que é isso, gostaria de ter essa alegria nos olhos, esse desapego, essa disposição, essa administração da grande quantidade de pessoas que passam pela vida deles.

Eles possuem um controle inacreditável. Possuem um radar que avisa quando "eles" podem correr o risco de se apaixonarem. São bem focados, bem racionais, e não saem da rota planejada por nada.

Eu fico tão desanimada com essas coisas, tão sem palavras. Como assim? não se apaixonarem? Por quê? Que jeito estranho de viver... Como é bom se apaixonar, se permitir gostar de alguém, querer aquela pessoa, fazer amor, beijar, porque tem que ser sempre esse jogo, essa "marra", essa mania de deixar morrer coisas que podem ser tão boas? Assim não se tem tempo de gostar de ninguém, quando se começa a pensar em uma, já se esta com outra e assim por diante...

Colecionar momentos... Carinhos, beijos, sintonia que será esquecida ao acordar, ao ver outros olhos, outra boca...

É uma coisa horrível, chata de verdade, sair com alguém e se bloquear para não sentir nada. Você acaba que não curte aquele momento, porque sabe que não vai dar em nada, que é aquilo e ponto final, que "parada" previsível, sem valor...

É tão maravilhoso quando você sai com alguém e chega em casa com aquele sorrisão no rosto, cai na cama e fica relembrando os melhores momentos da noite, as conversas, os carinhos, os beijos, os olhares, tudo nos mínimos detalhes, curte aquela ansiedade pensando no próximo encontro, na próxima ligação! No dia seguinte reúne as amigas para tomar um chopp e contar sobre sua noite, relembra mais uma vez aquele momento super bacana, isso é tão gostoso! Porque tem que ser desse jeito frio, com hora para começar e terminar. Porque temos que chegar em casa e pensar:-" Relaxou, foi só um momento, de repente pode ser que aconteça outro, como não, vou focar no dia de amanhã, nas coisas que eu tenho que fazer, vou pensar na minha saída de sexta, na minha festa de sábado, no cara da praia, no cara da faculdade, no trabalho amanhã...." Que coisa estranha! Desapego total! É muito auto controle, é muita disciplina, é muita vontade.

Viver pela metade, sentir pela metade, estar com o outro pela metade. Como assim a mulher sabe que o cara não quer nada, mas continua saindo com ele só para ela ver até onde vai agüentar ir sem se apaixonar, pois se ela vir a se apaixonar, acontece uma deliberação entre os dois e ela" pula fora" da relação. Pois, o cara em questão já deixou claro que é só um momento, uma curtição, sem essa de "romance". Como "eles" conseguem separar tão bem essas coisas?

Como não se render ao momento aparentemente tão perfeito?Como não pensar...

Pois digo que, na boa, é impossível. Tenho certeza que eles só conseguem separar bem essas coisas do coração, quando realmente o encontro nada significou, porque, se for um encontro irado, eles até podem colocar uma "marra" e tal, mas por dentro ficaram "amarradões" e com medo de se permitirem gostar, acabam saindo com outra, outra, outra e assim por diante.

Mas, o que fazer? Relaxouuuu, risos.
É o que se tem a fazer: RELAXAR


Beijos
Lud Figueira

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Momento Relaxouuuuuuuu


Depois da TPM, anuncia-se dias belos e ensolarados. É impressionante como tudo fica mais fácil, como a gente pensa menos e quase não se preocupa. Entra a fase do Relaxou. Exemplos:

- Ligou para o cara e não correu bem a ligação? Relaxouuuuu
- Entrou no msn, e aquele cara que você é afim nem tocou no assunto de vocês saírem? Relaxouu
-Viu seu Ex com outra mulher numa festa? Relaxouuu
- Sua amiga ficou com o cara que você é afim? Relaxouuu
- Dormiu com o cara e não recebeu aquela ligação no dia seguinte? Relaxouuu
-Aquele cara que você ficou bem empolgada, mas acabou que não deu em nada? Relaxouuu
-O cara disse que ia ligar e não ligou? Relaxouu
-Rolou uma fofoca com o seu nome e você não pôde fazer nada? Relaxouu
- O cara te ligou e disse que estava cansado e que não ia sair e acabou saindo com os amigos? Relaxouuu
- O namorado esqueceu de ligar? Relaxouu
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Com TPM, fatalmente não iríamos relaxar tanto assim. Escrevi um monte de "besteirinhas" como essas para mostrar que quando estamos bem, "entubamos" essas pequenas "bads" com mais facilidades do que quando estamos na época de tensão total. Ou seja, quando estamos bem, por mais terrível que algo possa ser, resolvemos a situação sem dimensioná-la, sem aumentá-la, sem transformá-la em grandes tsunamis. Somos mais práticas, mais decididas, muito mais racionais.

Por outro lado, quando estamos na tensão "master", sai de baixo. Um grão de areia vira um vulcão. É o período que tudo toma uma proporção gigantesca, ora estamos frágeis, ora estamos revoltadas e rebeldes, vivemos em constante oscilação de humor. haja paciência!

Mas e "eles"? Tudo bem que em questão de mudança de humor, nós ganhamos; mas "eles" também não são fáceis: O time perder é papo de dormir de calça jeans, a namorada se atrasar é uns 20 minutos reclamando, se irritar com fila na night, brigar com o cara que falou com a namorada, Crises de ciúmes (também temos...), falar diferente no telefone por estar na presença dos amigos, etc...

Ou seja, até "eles" tem lá suas tensões. Claro que precisamos dizer que "eles" sabem lidar um pouco melhor, o lance de "eles" serem menos emocionais e mais racionais ajudam muito.

O fato é que precisamos aprender a lidar melhor com esses "dias ruins". Porque a gente se rende muito fácil, ficamos na "bad" por qualquer coisa que saia fora dos nossos planos. Precisamos aprender a não dimensionar tanto essas questões e tentar relaxar mais.

Claro que relaxar demais não é aconselhável, porque perde-se o valor do que realmente é importante. Mas vamos tentar ser mais leve!

beijos

Lud Figueira

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Apenas esquecer...


"As pessoas procuram o amor como solução para todos os seus problemas, quando na verdade o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas."

Norman Mailer


"Primeiro aprenda a administrar seus conflitos e tristezas, aceite suas oscilações de humor, busque a serenidade, fortaleça sua auto-estima e ampare-se em si próprio, sem se valer de bengalas emocionais. Aí sim, feito o dever de casa, seu prêmio estará a caminho."

Martha Medeiros


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Eu agora entendo melhor algumas coisas. Sábado foi mais um dia para eu guardar na minha caixinha de colecionadora de momentos. Reencontros são sempre maravilhosos. Parecem que possuem um tempero a mais. Novamente aquele carinho, aquele beijo, aqueles olhares, aquele clima todo..E com duração.


Pela primeira vez acho que estou sendo racional. Ao acordar, percebi que existe um sentimento e ao mesmo tempo uma diferença grande de estações. Olhei para uma cortiça que estava de frente à cama e não sabendo que eram aquelas pessoas, me senti uma intrusa naquele cenário. São muitos anos, são muitos momentos, são muitas histórias. São épocas perdidas e ganhadas de outra forma. Eu sempre soube. Vivi, fugi, quis dizer não, mas acho que gostei um pouco mais de quem não deveria. Quando isso acontece qual é o melhor a fazer? Esquecer...


A gente tenta sair por aí, conhecer uns estilos diferentes, conhecer outras bocas, outras camas, e depois a gente faz aquele teste de encontrar a pessoa para saber o que vai sentir; aí a gente se pega com o coração disparado, a perna tremendo, e vê que aquele sentimento todo permanece guardadinho no peito e trancado pois sabe que não pode ser vivido.


Está na hora de sair de cena. A noite nunca fez parte do meu roteiro, a gente procura por "ela" para fugir da solidão, da monotonia da casa, para se divertir. Mas esse cenário se tornou repetitivo e pequeno demais para mim.


O texto de domingo da Martha, falou de um novo amor para se esquecer um velho amor. Com uma sintonia perfeita, Martha fala das dificuldades do novo amor, da diferença entre ser um novo amor ou apenas um passatempo, e a tarefa nada fácil de se encontrar alguém. E o melhor: Saber ficar sozinho.



Beijos
Lud Figueira