sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Alguém tem que ceder...


"... o segredo que mantém tantos casais unidos: homens se sacrificam, mulheres se sacrificam, e fica mais tempo junto o casal que tiver o maior potencial de generosidade."

Martha Medeiros

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Essa é apenas uma frase de uma crônica cheia de grandes verdades sobre a vida à dois. Realmente é importante haver num relacionamento equilíbrio, haver concessões, haver um trabalho em dupla e não de uma única vontade.

O mais comum que acontece é o cara ou a mulher começar a inibir seus desejos, suas vontades com medo de desagradar o outro. A verdade é que um acaba se anulando e assumindo a identidade do outro. Na verdade isso é o grande erro; o interessante é ser como você é, aliás, o outro lhe conheceu desse jeito, foi o que o chamou atenção, ninguém quer namorar com praticamente a própria sombra!?

Para manter a harmonia reinando no relacionamento, é importante saber entender e ouvir o outro. Interessante prestar atenção no que cada um gosta, respeitar o espaço do outro, saber ter confiança.

Por exemplo: Se você adora jogar aquele futebol toda quinta à noite, porque ela não pode aproveitar esse tempo para ir beber um chopp com as amigas? Claro que, nenhum dos dois precisa abusar, basta saber manter uma vida também fora do relacionamento, ou seja, tirar um tempo para a família, amigos e principalmente para você. Um relacionamento feliz não é aquele onde as pessoas passam 24hs grudadas fazendo juras de amor e sim, vivendo suas vidas juntas e também sabendo dividir horários e levar cada um, vida própria.

É preciso está feliz num relacionamento para fazer o outro feliz. Não adianta fazer todas as vontades do outro só para agradá-lo e esquecer-se de você, do que gosta, do que quer. O outro precisa saber o que você quer, o outro precisa ouvir mais você, o namoro é feito de duas pessoas e não só de uma.

O medo de perder o ser amado faz com que nos esqueçamos de nós e passamos a viver só para o outro. É aí que pecamos. Jamais podemos esquecer nós mesmos, jamais podemos nos calar com medo de perder, jamais devemos aceitar migalhas por medo de ficar só. Amor próprio, saber respeitar nossos limites, nossas vontades, ter voz.

Saber encontrar o tom entre a paixão e o amor, entre agradar e se agradar, entre dar e receber.
Conhecer o outro, saber ceder, saber amar...

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Vida que segue...

Entre erros e tentativas frustradas, fez-se o fim. Mas, a vida continua.
Durante um tempo, as lembranças ficam rondando, se fazendo presente, em alguns momentos você cai numa nostalgia profunda, em outros você nem se quer lembra de nada...

Senti as lágrimas da decepção, daquela tristeza interior, daquele frio que não passa;
Não senti tanto a perda, até porque já estava sem; mas senti as palavras duras que me invadiram, me machucaram, simplesmente foram entrando e causaram um enorme estrago.

Mas, no dia seguinte, não havia sequer uma gota para contar história. O rosto acordara sem vestígios de uma noite mal dormida. Era um novo dia, era um novo começo, era uma menina, talvez uma menina grande, dando a volta por cima.

Essa menina grande continua sua caminhada, sua viagem para encontrar aquele que possui a metade que ela precisa para achar o amor, a verdade, a reciprocidade, a felicidade.
Ela segue, vence uns obstáculos, tropeça em outros, mas não desiste, ela luta, ela cai e levanta, ela se entrega, sente um mix de medo e prazer, ela acredita, ela acredita.

Todo mundo precisa de um amor.

Beijos

Lud Figueira

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Regra número 6: Espere o primeiro contato - Fique longe do telefone.

Telefone...

Ás vezes acho que esse meio de comunicação tão valioso nos faz regredir. Já repararam como ficamos loucos sem "ele"? Tudo acaba girando em torno de uma simples ligação - Se a tal ligação ocorre, damos gritos de alegria ou então nos causa uma profunda decepção; se a ligação não ocorre, a tristeza se instala mas, ao menos, não alimentamos esperanças e falsas ilusões.

Não podemos negar, mas o primeiro passo sempre esperamos que venha do homem. Mesmo para as mulheres mais independentes, modernas, esperam por tal atitude. Se valendo desse cômodo costume, os homens acabam "brincando" com essa terrível espera, e fazem desse primeiro contato algo muito importante: Se o homem liga, mesmo que seja depois de uns três dias (prazo referente à primeira ligação), é um sinal positivo, aliás ele a escolheu, ligou para marcar de conhecê-la melhor, com certeza você foi aprovada para a próxima fase.

Agora se você faz exatamente o oposto, ou seja, não espera o cara ligar e dá o primeiro passo, GERALMENTE, causa um leve desinteresse - O homem gosta desse jogo da conquista assim como nós, mas se eles encontram tudo pronto, perdem o interesse e desfocam de repente de um algo a mais...

Como disse, geralmente é o que acontece. Mas é claro que existem homens que gostam dessa liberdade, dessa procura feminina. Mas o corriqueiro é o homem fazer o primeiro contato. O porque disso nos faz voltar há uma época bem bem distante que ainda se faz presente.

Claro que, depois desse tão esperado contato, uma ligação da mulher não "pega mal". Ou seja, é até interessante haver uma ligação, faz parte desse jogo da manutenção. Se bem que vale lembrar que dependendo do cara que está se relacionando, fazer o tipo "não tô nem aí" é válido.

Por via das dúvidas, fique longe da tentação do telefone, e se distraia. Superticiosos dizem que não é bom também ficar "colada" ao celular, tentar relaxar é a pedida!

Beijos

Lud Figueira

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Regra número 5- Nunca duvide da sua intuição

Com certeza não é de hoje que ouvimos falar sobre a poderosa intuição das mulheres. Mas, nem sempre damos a devida atenção que “ela” merece. Pois bem, quando isso acontece pagamos caro, mas também aprendemos a lição.

Entrando no mundo dos relacionamentos, digamos que a intuição nos passa algo duvidoso; até porque quando estamos nos relacionando com alguém a nossa percepção sobre determinados assuntos fica “meio” alterada, e acabamos naquela dúvida:- “Será que ele está falando a verdade? Será que isso não é coisa da minha cabeça? Posso está ficando maluca....”

Nada como escutar quem está vendo de fora, quem vai dar uma opinião sem está sentindo aquele turbilhão de sentimentos. Claro que nem sempre quem está de fora dá o melhor conselho, mas depois de duvidar da própria intuição, a boa é buscar a ajuda dos amigos.

Eu, por exemplo, sou daquelas pessoas teimosas, que pagam para ver. Ás vezes gostaria que minha intuição errasse, mas é só algo de novo acontecer para “ela” vir e não sair mais de perto! Geralmente a minha intuição é igual conselho de mãe: Nunca erra! Sei que deveria ficar feliz com isso, mas ás vezes, nós mesmos demoramos para sair daquela fantasia criada, daquele suposto mundo perfeito... A realidade na maioria das vezes é bem cruel.

É tanta malandragem por aí, que nem sempre as coisas são o que parecem. Ás vezes tudo aponta negativamente para uma pessoa, não adianta o que ela faça, não passa confiança a ninguém. Mas, ela até pode ser uma pessoa do bem, mas de repente alguma coisa na sua maneira de agir, falar ou pensar, faz com que ela não passe credibilidade a ninguém.

Bom, em todo caso, siga sua intuição. Geralmente coisas mal resolvidas, começos complicados, histórias mal contadas, pequenas mentiras (ou pequenas omissões), já é o primeiro passo para aquela “pulga“ ficar atrás da orelha e tirar nosso sossego!

Nesse fantástico e dramático mundo dos relacionamentos, todo cuidado é pouco!

Beijos

Lud Figueira

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Uma nova chance

Foram duas semanas afastada do blog. Morri de saudades, mas tem horas em que precisamos sair de férias, dar uma circulada, mudar de ares.
Semana passada foi meu aniversário. Fazer 25 anos (um quarto de século) me deixou sem ânimo para comemorações. Mas não posso reclamar, foi uma semana bem movimentada: Quem deveria ter ficado se foi; quem havia sumido, voltou; quando não se espera nada de uma noite, à noite te encanta com surpresas...

O domingo chegou e com ele meus milhões de pensamentos. Na verdade andei por um bom tempo perdida, tentando me encontrar nesse mundo de desencontros, nesse mundo cruel e vicioso mundo dos relacionamentos. Andei testando bocas, conhecendo camas, fazendo apostas, experimentando talvez, um novo estilo de vida. Até que resolvi parar.

Em minha cabeça, uma presença constante me perturbava. Resolvi arriscar, talvez recomeçar um jogo do qual eu havia perdido. Deu certo. Fui aceita no jogo e ao chegar no local marcado me surpreendi, me apaixonei, não acreditei, me entreguei ao doce e amargo momento.

Adoro a manhã seguinte. É relembrar momentos de uma noite especial, de algo simples e inesquecível. De beijos perfeitos, arte e suor. Do cheiro da pele, do gosto do beijo, das palavras, dos carinhos, da intimidade momentânea.

Os dias passaram e a lembrança foi aos poucos caindo no esquecimento. De repente não fiquei com pena de mim, não me achei uma coitadinha e assumi para mim mesma: Sou sim uma colecionadora de momentos. Sou sim. De repente senti um alívio estranho, e parei de fazer planos. Parei de esperar. Apenas parei e encarei meu fantasma de frente.

Descobri o que gosto. Descobri o que quero. Não preciso mais ficar procurando ou me expondo em algum evento por aí. Não participo de disputas, odeio jogos de ciúmes, e se não valer a pena, abandono o jogo antes do final.

Foi uma semana longa. Mas não poderia ter começado de uma maneira tão curiosa como começou. Estou feliz por ter arriscado. Não me sinto voltando para o antes, para o igual. Sei que posso perder novamente, mas entrar de novo no jogo valeu à pena.

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Assisti á um filme muito bom: “P.s: Eu te amo”- Fui às lágrimas, mas valeu à pena.
O filme mostra o verdadeiro sentido da palavra AMOR. É uma lição sobre o mundo dos relacionamentos, faz com que todos parem e pensem sobre coisas que realmente fazem sentido, de repente começamos a achar tudo muito vazio e sem cor e vemos que estamos compactuando para esse mundo de desamor e de ilusão.

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Regra número 4: Mantenha o foco- Saiba o que você quer!

"Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais"

Vanessa da Mata e Ben Harper- Boa Sorte
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O tempo andou nublado. A previsão anunciou pancadas de chuva e muito frio. Tudo ficou difícil, complicado e sem graça. Como mudar esse cenário? Como tirar o time da zona de rebaixamento? Como começar denovo?

Ficamos perdidos no meio dessa confusão de sentimentos, desse mix de diferenças, dessa novidade... As vontades não estão muito claras, a pressão do outro lado ganha cada vez mais espaço e a mudança fica para outro dia, para outra hora, para outra estação.

Como tentar? O que tentar? Esta sendo oferecido um mundo mais real contra um mundo cheio de parques de diversão, bebidas, saunas e outras coisas que o mundo moderno pode oferecer.

Há um coração disposto a tentar sempre, ele mais parece o time do fluminense, sempre acredita! Mas, não se pode lutar sozinho, tudo tem seu limite.

Está havendo um problema de comunicação, precisamos solucionar o problema. Sugiro que se espere, que se analise e veja se vale a pena permanecer em campo, se vale a pena continuar de onde parou...

Você sabe de verdade o que quer? Não se pode ter tudo, já pensou nos dois lados? Difícil? Se está em dúvida é melhor não decidir nada e ficar no mesmo lugar, sua hora de sair desse ciclo vicioso ainda não chegou.

Estou de volta à realidade.

Beijos
Lud Figueira

domingo, 12 de outubro de 2008

OFF- LINE

Não quero conversar, não quero mais falar, quero ao meu lado somente o silêncio. Quero um tempo, mas não quero pensar em nada.

De repente ontem me senti mal. Olhei a minha volta e vi um tempo que para mim já havia passado. Me senti excluída, me senti sobrando, mesmo estando acompanhada. Realmente, isso para mim já passou. Mas sei que para muitos é importante, é o momento, é a fase, a hora de fazer tudo, a hora é agora, ontem essa diferença pesou. De repente parei, e prestei atenção nas pessoas à minha volta: Vi em cada "menina" um pouco dos anos que passaram, reparei em cada uma, vestindo roupas de gente grande, desfilando as melhores marcas, com a maquiagem carregada, seus cabelos alisados, a postura de estar pronta para tudo, elas fazem, elas querem, elas são "ratas", são oferecidas, mas elas não estão nem aí, não respeitam ninguém, elas são mais elas.

De outro lado, "meninos" sedentos pelo clima da noite, aquela ilusão: música, bebida e mulheres. Beijos roubados, danças sensuais, pegar, pegar e pegar muita mulher. Cheguei ao ouvir:- Hoje eu quero uma night suja, vou para guerra. Realmente não tem nada demais, mas não combinou com minha cabeça, com meu momento, com minha idade. claro que gosto de sair para dançar, mas ali, não era meu ambiente, não era a minha turma, infelizmente não era.

Lembrei dos meus 18 anos, do meu primeiro carro, da meu primeiro ano na faculdade, das chopadas, da minha vida de sair de segunda a segunda, de eu ser de todo mundo e de ninguém ao mesmo tempo, de grandes nights, das festas de hiphop no Pier Mauá, no Armazém, nossa... É a melhor fase da vida de uma pessoa, a hora de curtir, de aproveitar tudo, de fazer "merda", de se jogar no mundo é agora, o momento do outro é esse...

Passou. Uma vez ou outra é até legal, mas jamais no ritmo que já foi um dia. Não me senti bem naquele lugar, queria sair correndo, queria voltar para casa, não queria mais olhar para aqueles meninos e meninas que pareciam os atores do seriado Gossip Girl.

Todos tentamos. Mas morremos na praia, pois não deu para segurar a onda.

beijos

Lud Figueira

sábado, 11 de outubro de 2008

Em busca do equilíbrio, da calma e da paciência...

Hoje a consultoria vai ser para mim. Preciso escrever para ver se compreendo essa minha oscilação de humor, essas minhas atitudes ultrapassadas, e da onde surgiu esses sentimentos confusos, essa insegurança? Cadê aquela mulher destemida, corajosa, livre, leve, que sabe colecionar momentos sem esperar nada no dia seguinte? Cadê aquela mulher sensual, que conquista cada pessoa com um belo jogo de caras e bocas? Cadê aquela mulher independente, amante, insaciável, que adora luzes, música e rua?

Ultimamente tenho visto uma mulher em dúvida, tensa, cheia de medos, parecendo uma garotinha de 15 anos. Acho que não estou sabendo ser "leve", ando exigindo muito de mim, das pessoas, coisas que nem eu consigo ser, consigo fazer.

Estou me sentindo"melosa", grudenta, na verdade, uma "garota enxaqueca"! Ando reclamona, encrenqueira, mandona e o pior: ciumenta! Que fase, nem eu sabia que poderia sentir esse sentimento tão cafona, tão bobo!

Eu não sei o que está acontecendo. Isso me deixa em pânico, porque fico me perguntando o porque dessas atitudes sem nexo, o porque do meu comportamento desigual, o porque de tanta atitude infantil, porque?

Pensei, e vi que ando quebrando regras. Na verdade estou passando por uma situação tão diferente, tão nova, que não estou sabendo lidar. É verdade, não estou sabendo lidar com essa situação nova, com essas diferenças, com essas conversas, com esse estilo de vida.

A impressão que tenho é que preciso matar um leão todos os dias para poder conseguir, para poder estar, para poder encontrar, para poder ficar com o outro.

De repente eu me sinto assim devido a um começo turbulento, cheio de interferências... Me tornei uma pessoa desconfiada, com total pé atrás.

Ás vezes acho que estou exigindo uma postura, uma conduta de alguém que ainda não tem, de alguém que não pode...

Me sinto pisando em ovos. Outro dia fiquei pasma com a postura dos amigos, depois com essa obsessão por mulher, cheguei ao ponto de ficar chateada com um simples site de relacionamento! Realmente não estou bem. Perdi totalmente o controle, estou ao ponto de pedir para sair do jogo, pois não estou me fazendo feliz e nem estou proporcionando felicidade ao outro.

Estou quase me rendendo à torcida do contra, é tanta dificuldade, é tanta energia negativa que não há como um simples romance sobreviver.

Eu peço desculpas, mas sempre vivi sozinha. Se já gostei de alguém, pode ter certeza que muito do sentimento foi vivido platônicamente. Não sei o que é ter que falar com alguém todos os dias, combinar saídas, dividir certas coisas, intimidades, incluir alguém em seus programas, na sua vida...É bem complicado. Me acostumei a viver só comigo.

De repente estou me importando com todas essas questões pois estou em pleno inferno astral, a proximidade de ficar mais velha está acabando comigo. Por isso, não farei nada, deixarei o tempo me mostrar o que fazer. Não sou boa em decisões.... Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos...

Beijos

Lud Figueira

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Sexo, sexo e mais sexo!

Importante, essencial, diria que é 70% no relacionamento. Ou é bom, ou é ruim, não existe "mais ou menos".

A mulher precisa ser compreendida na cama. Não adianta chegar lá, dar uma rapidinha e acabar; sem rapidinhas! Mulher gosta de um romance, de uma conquista, de um jogo de olhares, daquele clima quente no ar, daquele amasso gostoso, daquela mão sem destino... É claro que tem horas em que precisa-se de uma certa velocidade, de uma loucura, mas nada como aquela "tortura", aquela segurada no prazer para se dar mais prazer ao outro. O interessante são os dois sentirem prazer.

É complicado. Porque como as pessoas estão cada vez mais individualistas, o sexo não é mais aquele prazer à dois; é cada um por si, não tem mais aquela preocupação com o outro, o cara quer gozar, não quer esperar a mulher, ela que procure se satisfazer como puder. É um pensamento "escroto", mas que faz parte da cabeça de muitos homens por aí.

Tudo bem que na primeira vez, o homem está sob aquela pressão de transar com a mulher que há tempos ele só imagina como seja, então é normal que seja algo mais rápido; mas nada que o homem não compense na segunda vez. Mas, ficar no "rapidinho" toda hora, é uma falta de consideração com a mulher. Tempo, saber o tempo dela, como satisfazê-la, são cuidados gentis de um homem para com a mulher.

O sexo não tem hora, mas para alguns tem lugar. É interessante respeitar a vontade do outro, mas se ambos gostarem de aventuras, explorar lugares pouco convencionais, anima qualquer relação.

Importante é, sem dúvida, aquele carinho pós sexo. É uma comunicação por atitude, do tipo:-- Que bom estar aqui com você!, te adoro ...Que toda mulher adora sentir, saber, ouvir. É um tipo de segurança momentânea, por mais que seja um jogo mentiroso do homem, naquele momento a mulher se sentiu segura, já é alguma coisa.

É preciso deixar claro que não estamos falando de sexo casual, estamos falando de um romance, de uma relação, de um algo a mais. Sexo casual, faz mais o estilo do sexo individualista dos dias de hoje, aquele sexo pós night com alguém que você nunca viu na vida e provavelmente nunca mais verá, ou do homem que sempre tem as "amigas" no celular para os dias solitários, ou da mulher que tem aquele P.A (desculpem o termo: um Pau Amigo). Esses tipos são os mais comuns, por isso, falta romance no mercado.

Um bom sexo prende muita gente a um relacionamento. Um bom sexo, uma boa química, é algo pouco inteligente, pois faz com que as pessoas fiquem "burras" e comecem a pensar com a parte de baixo e não com a cabeça. É importante definir o tipo de relacionamento que você tem, para não se iludir, não misturar as estações e não esperar demais de alguém que não pode te dar o que você realmente precisa.

O sexo não deixa ninguém pensar e cuidado: É um péssimo conselheiro! Risos!

Beijos

Lud Figueira

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Ele tem 19 anos... E daí?

Uma vez, uma amiga me pediu um texto sobre diferença de idade. Pedi que me contasse sua história, assim teria chance de desenvolver um texto sobre tal. Lembro que não consegui escrever, porque a situação dela era tão complicada, que achei melhor amadurecer mais meus pensamentos a respeito desse assunto, ou melhor desse preconceito sobre se relacionar com alguém mais novo.

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Preconceito, diferença de fases, "cada um no seu quadrado", turmas diferentes... Enfim, diferença de opiniões.

Já repararam como que para os homens é tudo mais fácil? Se eles se relacionam com alguém mais novo não há problema, agora quando é a mulher que está saindo com alguém mais novo, a casa cai! Qual é o problema?

Na verdade, tudo é questão de esclarecer pontos de vista. Para o homem, é natural a mulher ser mais nova, aliás homem tem aquele machismo de mulher depender , mulher precisar, mulher frágil, sem contar que é moda o homem de 40 anos por exemplo ter duas "gatinhas" de 20.
Para nós, existe um certo preconceito, para muitos chega a ser vergonhoso. Porque? O importante não é que os dois se gostem? Que mal há nisso?Vergonha??? Vergonha é se render a preconceitos ultrapassados!

Não é fácil para a mulher ter um relacionamento com alguém mais novo. Eu diria que a mulher vive numa constante oscilação entre a segurança e a insegurança em relação ao outro. Pois as fases são diferentes, e a mulher quer sempre um compromisso, faz planos, estipula prazos, enquanto que os homens "deixam rolar". Precisa-se de paciência para entender a diferença de fases, respeitar o momento do outro, e nunca querer mudar alguém.

Ou assume uma relação como essas e encara de frente o preconceito, as risadas, os momentos constrangedores sem permitir essas interferências, ou cai fora! Deve existir um equilíbrio no relacionamento, um base pautada pelo sentimento, pelo respeito e principalmente pela confiança!

A idade é um número, tem lá seus minutos de fama, mas é facilmente esquecida por atos e atitudes. Pare de prestar contas da sua vida para quem não importa, o importante é o que você quer e não o que os outros acham.

Quando se gosta, aprende-se a valorizar o que realmente importa, o que vale a pena...

Entregue-se!


Beijos
Lud Figueira

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Regra número 3: Não passe vontade!

Sei que vocês estavam ansiosos pela regra número 3. Aos poucos vou revelando essas regras que fazem parte dessa gostosa conquista, que todos reclamam, mas todos adoram!

Foco. É importante ser uma pessoa focada. De repente você saiu com um cara, mas ficou algo no ar, de repente nem é alguém que você queira ter um "romance", mas alguém que você quer ter uma noite, um momento, de repente algo puramente sexual, não importa: Primeiro saiba o que você quer.

Focada, fica mais fácil de saber o que fazer. Já está mais do que provado, que assim como homem tem um fraco por "piranhas", nós, mulheres, temos um fraco por "cafonas" ( o sassaricador )então precisamos saber fazer o jogo, para saber ganhar e não perder, até porque se tratando desses caras não temos nada a perder.

Não é por nada não, mas esses caras têm um quê a mais, um jogo de cintura, uma lábia, um jeito gostoso de fazer... Eles não são de dar muita atenção, fazem o jogo deles, quem for focada e saber o que quer, se sairá bem.

É o tipo de cara que você não precisa falar, basta saber fazer, saber o que quer. É o cara que faz você se sentir nua mesmo estando vestida, que te olha e você sente um arrepio percorrer seu corpo, você não pensa, você faz, você não espera, você vive. Simples assim. Que gostoso...

Quanto mais difícil, mas excitante o jogo fica. E, quanto mais complicado, mais vontade sentimos, com mais tesão ficamos, e tudo se torna mais interessante...

Cuidado para não perder a mão e passar muito tempo. Tem coisas que só a intensidade explica.
Claro que quando um não quer, não rola. Mas, nesse tipo de relação, você não tem nada a perder.

Não passe vontade,

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

É O Que Me Interessa/ Lenine

Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
A sombra é uma paisagem
Quem vai virar o jogo e transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado só de quem me interessa

Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Por trás do seu sossego, atraso o meu relógio
Acalmo a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussure em meu ouvido
Só o que me interessa

A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa

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Beijos
Lud Figueira

Procurar, procurar, procurar e morrer na praia..

Tem coisas que não adianta forçar. Tudo têm sua hora, se você ainda não encontrou seu príncipe encantado não se desespere: Quando você cansar de procurar, ele aparece, e o melhor, só para contrariar, virá acompanhado de vários outros pretendentes! Escolha o melhor, ou mande todos para o inferno!

Ás vezes a gente quer muito uma coisa, quando acontece incrivelmente já não tem o mesmo valor, parece que perdeu a graça...Concentramos todas as nossas forças em conseguir algo, mas será que é isso mesmo que queremos?

Nos filmes, os romances são mais criativos, mesmo previsíveis, conseguem nos emocionar, já na vida real, nada nos emociona mais, são sempre as mesmas histórias...

Precisamos de mais criatividade e menos normalidade.

Beijos

Lud Figueira