quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Você quer deixar o outro fazer parte da sua vida?

Era uma vez uma mulher que estava em busca de um namorado. Na segunda ela conheceu um cara, na terça, na quarta, na quinta eles saíram e na sexta ele a pediu em namoro. Rápido demais? Loucura? Não. Simplesmente duas pessoas estavam em busca das mesmas coisas e ambos cederam tempo e vontade para se conhecerem. Além do mais, quem é que não tem pressa em conhecer o outro quando se esta afim? Com o tempo as coisas ganham certa calma, mas no começo, é uma pressa entendida pela ansiedade. Claro que os dois trabalham, estudam, tem lá seus afazeres, mas esta aí, a prova que quando realmente queremos conhecer alguém, quando realmente ficamos com alguém e esse alguém não passa despercebido e investimos em conhecer mais e o outro sente o mesmo, essa entrega é incrivelmente valiosa.

Acredito que para se começar uma relação, para querer fazer parte da vida de alguém, modificações são necessárias para criar tempo e espaço para o outro. Acho o que o contato telefônico é importante, mas, creio que no início o contato visual é o determinante.

Você quer descobrir tudo sobre o outro, quer saber o que gosta e o que não gosta; o filme favorito, o lugar que mais gosta de ir, a comida favorita... A ansiedade pelo outro, é algo normal de um início de relacionamento. Além do mais, têm o sexo, algo que você possui vontade, curiosidade de conhecer cada pedacinho do ser amado em questão. Descobrir as afinidades e as diferenças faz parte desse kit de conhecer o outro.

Tudo isso é possível de acordo com as prioridades de cada um. Os espaços, ausência deixada no começo é algo que gera certa desconfiança. Ou seja, se começa uma relação com o pé atrás. Exemplos: Imprevistos geralmente em finais de semana, alguma confusão familiar, viagens a trabalho, coisas que podem até serem verdades, mas que deixam dúvidas no ar...Uma hora pode, na outra não, a pessoa fala uma coisa, depois fala outra... Mensagens, manutenções exageradas. Encontros reais que são bons, não acontecem...

O exemplo do casal acima é algo bem raro. Mas, na real, o que importa é o caminho que você vai seguir que melhor vai deixá-la (o) feliz para amar e ser amada (o).

Beijos

Lud Figueira

@ludfigueira

3 comentários:

Natália Fontoura disse...

Belo post Ludmila. Compartilho das mesmas idéias que você neste texto. Acho que toda essa ansiedade no início da relação, essa curiosidade avassaladora (que até deve ser moderada para não gerar passíveis atritos) para conhecer o outro é uma coisa mais sentimental do que racional. Aliás, SÓ É sentimental.

Por mais que o objetivo seja conhecer a pessoa (o que pode ser vinculado a racionalidade), na verdade esse "conhecimento" é movido única é exclusivamente pelo sentimento crescente dentro do peito. E sentimento, quando vem forte mesmo, não se importa com tempo ou duração. Ele simplesmente pulsa forte.

Thais disse...

É a mais pura verdade sister, a pessoa quando está disposta... quando quer, não tem compromisso em família, aniversário do vizinho, festa de formatura do cachorro do primo que eles não possam se ver, quando se quer de verdade não existe essa de "não tive tempo pra ligar", "o celular não pegava", "a bateria acabou"... porque quando se quer, se corre atrás!!! E a recompensa é boa, aliás ÓTIMA!!!! PERMITAM-SE MAIS!!

Bluebear disse...

Adoro seus textos Lud, se encaixam perfeitamente na vida de qualquer pessoa. Você consegue passar seus pensamentos e nos fazer entrar neles...
Como é sua criação? Pensa em uma frase, vai anotando e uma hora quando está bem faz um texto assim? Ou surge sem querer, por estar pensando no almoço e surge na sua cabeçae logo escreve?
Adoro sua criatividade e suas histórias.
beijo