sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O amor de Hoje

15 anos. Para os homens, geralmente, não significa grande coisa; a não ser que seja judeu (Bar-Mitzvá/ data importante)ou alguma outra religião, já para as mulheres é um momento de transição: A menina é apresentada oficialmente, há uma dança com o pai, o anel, a dança com o príncipe e outras coisas. A adolescente ganha ares de moça.

Casamento. Homens e mulheres oficializam a união perante a sociedade (e ás vezes perante Deus) E, MORAR JUNTO? Ouvi outro dia a seguinte frase: Amigado com fé, casado é. Aliás, hoje em dia tem a tal da união estável (É a relação de convivência entre o homem e a mulher que é duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição familiar.) que, a meu ver, começa com a desculpa do test-drive e depois vai enrolando, enrolando, aí começa a nascer os “pequenos”, pronto: Estão casados, só não há contrato.

Mas, esse tal de ‘contrato’, essa tal ‘oficialização’, acaba fazendo falta em determinado momento. A casa: Quando você ‘casa’ geralmente vocês alugam juntos ou compram um imóvel, ou ganham de presente, enfim: Passa a ser de vocês. Quando se ‘Mora junto’, geralmente um já tem uma casa e vocês leva suas ‘tralhas’ para lá- O que de cara causa um desequilíbrio: Isso é meu, isso é seu,... Ou, vocês estão namorando e decidem morar juntos- Na maioria das vezes dá mais certo- Nada é de ninguém e tudo é de vocês.

Tudo isso dá muito certo quando o homem e a mulher estão felizes, vivendo na mesma sintonia. Eles não estão nem aí se são juntados, casados ou separados. Mas, quando não é assim... A casa cai: O juntado separa, o casado descasa, o separado vai para outro canto.

A pergunta que não quer calar: Para onde essa sintonia foi? Já repararam que hoje em dia as pessoas falam assim: --“Nossa! Fulano ficou casado 7 anos!, Muito tempo! Não sei como ele(a) conseguiu!”. Antigamente se falava assim: ---“Papai e Mamãe estão fazendo 38 anos de casados! Aparece lá em casa para comemorar com a gente!”.

Hoje, 7 anos é muito tempo e 38 anos só existe em livros de história.

Muitos nomes inventados para ficar junto. Muitos nomes inventados para diminuir uma responsabilidade que todos têm: O ato de amar e suas conseqüências.

Acredito que o excesso da modernidade acabou com a família. Qualquer briga o pessoal já separa. Acho até que antigamente, o pessoal tinha vontade de se separar, mas ao pensar no trabalho que ia dar, percebia que era melhor tentar fazer as pazes. Casamento ou sei lá o nome que se dê é a relação mais difícil que o ser humano pode ter. A convivência diária, os problemas, os humores, as tensões, os medos, são inevitáveis e difíceis de lidar. E NÓS, não somos preparados para isso. Temos um excesso de mimo ou carência transmitido por nossos pais, temos uma intolerância, uma falta de paciência, uma impulsividade (observamos isso com as mortes em briga de trânsito, filho matando mãe, pai matando filha... É necessário amadurecer junto, amar junto, querer muito junto. Nem todos resistem, a maioria abandona o barco na primeira crise. A vida muitas vezes nos prega peças, mas o amor não.

É preciso saber viver...

Beijos
@ludfigueira

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Para Construir é difícil, para Destruir é rápido.

É muito complicado quando seu relacionamento é surpreendido por um vulcão ou até mesmo um Tsunami. O estrago é rápido e imediato. E para reconstruir tudo de volta leva tempo, um bom tempo.

Existem uns que conseguem reconstruir a vida mais depressa: Vê que é melhor entender o porquê que o outro agiu assim, falou daquele jeito, do que ficar remoendo o que aconteceu. Outros demoram um pouco mais para se levantar: Tomam atitudes precipitadas e se arrependem; colocando sua vida mergulhada num mar de sofrimento e dúvidas: E SE EU....

Uma vez que você deu um passo importante na sua vida que, inclusive, quando se envolve outra pessoa, você pára e pensa: “Tenho uma vida junto com o outro. Brigamos, discutimos e estamos chateados um com o outro. Mas, o outro lado é tão bom... Vale à pena perder isso? Aborrecimentos acontecem a toda hora, momentos bons e ruins, dias alegres e tristes e maus-humores são, na maioria das vezes, inevitáveis. O que realmente vale?

Aquele acordar abraçado com o outro, olhar de manhã e dizer: --Nossa! Eu o (a) amo! Voltar para casa depois de um dia de trabalho, metrô lotado, e dar de cara com ele (a) e ganhar um abraço e um colo onde você sabe que ali, você está segura (o), não há nada melhor.

Brigar com o outro ninguém gosta. Mas, viver junto é difícil. Acho que quando passamos do namoro para o “casar”, a convivência ganha um peso a mais, as coisas ganham um peso a mais, a vida ganha um peso a mais, até você, ganha um peso a mais. Tudo ganha uma proporção gigantesca, e é nesse seu jeito de olhar para a situação que você joga tudo para o alto e se ferra.

Já ouviram falar que de 'cabeça quente' não se resolve nada?
Já ouviram falar que pessoas impulsivas e desesperadas sofrem mais por causa serem assim?
A Minha, a sua, a dele, a dela, cabeça muitas vezes é uma péssima conselheira. O que vale é deixá-la um tempinho de molho e depois analisar tudo com calma. Acredito que seja devido a isso, que as pessoas joguem suas vidas a dois para o alto e se tornam pessoas cada vez mais intolerantes e radicais. É preciso de muito jogo de cintura.

A imaturidade na relação é uma M. Mas, a busca por mudar isso é super válida. Ninguém aprende como 'viver junto' da noite para o dia. O caminho da convivência diária é bastante árduo. Tem que querer muito, suar muito, amar muito, está disposto a mudanças e novos aprendizados, saber que todas as suas decisões podem respingar no outro, saber que a paciência se esgota, mas também se renova; que um dia você vai acordar e o outro vai estar naqueles dias e você vai querer mandar o outro para o 'raio que o parta' junto com o mau humor mas, nada fará, pois você sabe que não é com você e que o melhor é o silêncio nessas horas, Vão ter dias que você vai explodir e o outro não vai reagir bem e a confusão vai estar armada, momentos que você vai pedir desculpas e o outro não vai querer aceitar, que alguma noite pode ser que o 'circo pegue fogo' e o tempo será o melhor remédio, Haverão dias em que você vai querer discutir a relação e vai se arrepender do que falou, tudo sempre vai acontecer.

Você está preparado?
A lua de mel só resiste se enfrentarmos juntos todos os momentos.
Perdoe-se e Perdoe.
O amor de verdade não aparece sempre.

Beijos
@ludfigueira

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pedir desculpas é necessário.

O orgulho é uma droga nos relacionamentos. Dar o braço a torcer e dizer: “Você estava certo e eu pisei na bola, desculpa!”. É algo difícil de dizer. Muitos não reconhecem seus erros por medo de ficar por baixo na relação ou o outro se aproveitar do fato de ter havido um erro para “punir” ou “montar” em cima do outro; seja lá qual for o receio, é uma tremenda burrice não admitir um erro e o pior: Deixar de pedir desculpas.

Claro que a palavrinha “desculpas” não modifica o erro, mas ameniza. É um sinal de arrependimento, sinal que você reconhece o seu erro, que mandou mal e sente pelo que fez ou falou.

Não pensar antes de falar é um problemão. Ainda mais no meio daquela big discussão. Você quer ter a razão, se exalta, começa a perceber que está perdendo na briga e apela para as palavras feias, para insultos, causando mágoas e talvez abrindo feridas que podem a vir demorar a cicatrizar. Quando você fala o que não quer, você não só abala o seu relacionamento, como também deixa o outro confuso em relação a seus reais sentimentos e faz com que o outro repense a relação, causando certo afastamento entre vocês, mesmo depois das desculpas.

Quando você aperta o botão “desculpas” ele não resolve ou apaga o que aconteceu entre vocês antes. E, se você realmente está arrependida (o) se prepare para passar uns dias no LIMBO. Lembre-se que você causou algo maléfico ao outro e que por mais que ele tenha aceitado as suas desculpas, ele (a) ainda cultiva um tipo de “odiozinho” por você e não vai deixar barato. Não que ele se vingue ou algo assim, mas ele (a) quer que você lute para fazer merecer suas desculpas. Lembre-se: Nada é de graça! Prepare-se para reconquistar seu amor.

O processo para a paz reinar novamente em seu relacionamento depende do quanto você “lesionou” (seja em palavras, atitudes...) o outro. Depende também do humor dele (a). Se não foi nada sério, seus dias no limbo serão menores, se não, se prepare para passar alguns dias nas trevas.


Por isso, pense e repense antes de falar ou deixar sua TPM atacar. E, desculpar-se é um passo para a sua reconciliação.

Beijos
@ludfigueira

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A difícil e adorável arte de viver junto.

Acordar, trabalhar, arrumar, pagar contas, ser sexy, ter paciência com o outro, dar atenção ao outro, TPM, brigas, pazes, cozinhar, comprar, agradar, lembrar, fazer, respirar, surtar, voltar atrás, verdade, reencontrar, paixão, sexo, tesão, vontade, pensar e repensar, querer, realizar, projetos, sonhos, futuro, realidade, o hoje, cama, falar, ouvir, não, sim, provável, improvável, pouco, muito, demasiado, feeling, tempo, agora, comer, manter, vida, cansaço, responsabilidade, momento, decisão e ainda encontrar o tal do felizes para sempre! É FODA!

Enlouquecedor e enriquecedor. Dizem que se você quer conhecer o outro, more junto. Eu penso diferente: Se você quer se conhecer e testar seus limites: MORE JUNTO!

Você + o Outro + uma Casa= Não ter para onde fugir!

A primeira regra é: Resolva seus problemas. Não tem mais a casa da mamãe, ou o bater de portas. Quando você assume a responsabilidade de morar com uma pessoa que teve uma criação completamente diferente de você e, é um ser completamente o seu oposto, para juntos criarem uma vida em comum; vá até o final sem desistir nos milhões de obstáculos que surgem a cada dia.

Somos pessoas que possuímos oscilações de humor, vontades e desejos sejam eles estranhos ou não. Adequar nosso jeito e nossas manias a vida do outro e com isso criar uma vida em comum é COMPLICADO. Mas, não impossível.

Jogo de cintura e o abrir mão na dose certa são o ideal no lema dos casais felizes. Uma flexibilidade aqui, um cedendo algo ali, o outro abrindo exceção lá e assim, o final feliz vai ficando bem perto.

Tudo bem. Falando a verdade não é bem assim que funciona. Tem sempre um que acaba cedendo mais, fazendo mais e se ferrando mais. Mas, um sempre precisa se sacrificar mais para o outro notar, acordar e perceber as dificuldades que o outro passa para manter a felicidade na união e com isso, fazer com que o outro dê aquela colaborada na relação. Claro que nem sempre há necessidade desse tal “sofrer”, mas cada um sabe os percalços que passa.

O amor é igual a uma orquídea: Ambos são lindos e raros, mas difíceis de cuidar. E nem todo mundo é chegado a um trabalho. O que dificulta um pouco as coisas.

A paixão é um tempero que faz toda a diferença para agitar as noites de um amor. O sexo fica fabuloso com o crescer da intimidade, mas, não é tudo. Então o “se vira nos trinta para não perder o outro” faz parte da relação.

Dica importantíssima: Agradar o outro é escutá-lo e não achar ou tentar adivinhar seus gostos.

Conversar ainda é a melhor solução. Agora cuidado: Não comece a conversa num tom de briga ou grosseria: Respira fundo, e por mais P da vida que você se encontre, tente encontrar sua outra parte ZEN e mantenha-se na calma máxima.

ÚLTIMA DICA: Ruim com ele(a), Pior sem ele(a).

Tudo que é mais difícil é mais gostoso e damos mais valor sim!

Beijos

@ludfigueira

domingo, 14 de agosto de 2011

A Crise nos relacionamentos



Nossa! Não sei se começo pedindo desculpas pela minha grande ausência, ou, faço que nem os parceiros nos relacionamentos e finjo que nada aconteceu para não criarmos uma super briga aqui e agora.

Confesso que não sou uma “parceira” assim. Verbalizo até demais e, ás vezes, o título de “a chata do ano” é meu. Acredito que seja através de grandes discussões que vamos montando o quebra – cabeça do outro e o entendendo. Mas, quando o outro não compartilha dessa sua idéia sobre relacionamento e entendimento? Ah... O bicho pega!

E quando você gosta de falar e o outro gosta do silêncio? E quando acontece aquela bad máxima e você tenta conversar para explicar o seu ponto de vista sobre o ocorrido e tudo que o outro quer é apenas silêncio, nada o que você disser vai melhorar as coisas, ao contrário, o outro vai começar a desejar mentalmente aquele controle remoto do filme CLICK e desejar apertar o botão MUTE.

Nesse momento sua indignação aumenta e você se sente a pior das mulheres. Não consegue entender o que se passa; como vencer esse momento difícil da relação e olha para a porta da rua como uma opção: Ir embora e quem sabe amanhã se possa ter um diálogo ou revolta-se e gritar um sonoro THE END...

Esse é o erro, quer dizer o grande erro de muitos e muitos relacionamentos. O bater da porta, os berros e as decisões impulsivas tomadas no calor do momento. Tudo bem que na hora de uma briga daquelas pensamos no tenebroso FIM, naquela triste despedida, como vai fazer para ir buscar suas coisas (porque vou dizer uma coisa: No decorrer de um namoro, como vamos deixando coisas na casa do namorado! Não sei como não reparamos o espaço diminuindo em nosso armário! Uma vergonha!), como vai ser o seu dramático amanhã sem o outro e o que pensar do resto de seus dias aqui na terra sem seu amor, sem sua rotina criada com você e o pior: Como ficará seu relacionamento com o seu celular; cada vez que ele deixar de tocar na hora em que você sempre recebia uma ligação do amado, como vai ficar a falta daquele: piiiiiiiiiiii avisando mensagem recebida... Ou seja, você tem uma visão em uma fração de segundos de um futuro horripilante sem seu amado ao atravessar a temida porta.... A menos que sua raiva e seu orgulho falem mais alto e você não pense em nada disso, a não ser ele queimando no mármore do inferno.

Pelo sim e pelo não, digo por experiência própria: Fique. Não se despeça sem antes esperar os ânimos se acalmarem. Não saia batendo porta como se fosse uma garotinha mimada, pois você é uma mulher (ás vezes esquecemos e achamos que estamos na novela do Manoel Carlos e no capítulo xyz estará tudo bem! Não é bem assim: Aqui é vida real...). Se ele não quer conversar, respeite esse tempo dele por mais cruel que possa ser para você. Ás vezes tudo o que ele quer é você na sua, respeitando o silêncio dele (até para ele também não explodir e agir sem pensar) para quando passar, vocês poderem entrar num acordo, ficar numa boa (se for em caso positivo). Pois uma coisa faz sentido nesse tal de silêncio: Quanto mais você fala, com raiva, implorando para ele falar, dizer o que está rolando, quanto mais você ficar falando na bad pior vai ser: Ele vai ficar ainda mais P*** com você e o que poderia ser apenas uma bad passageira, pode permanecer por mais tempo, separando vocês.

Não se descontrole. Esses momentos aconteceram muitas vezes no seu relacionamento e o que fará essas "bads" diminuírem a freqüência é a sua postura diante da briga. Será a sua maneira de, apesar da sua raiva, chateação, passar por cima dela e respeitar o tal do “silêncio” do outro. Assim, como ele, terá que aprender a respeitar seu momento de falar.

CONCLUSÃO:

Quem ama, aprende a ter PACIÊNCIA.


Beijos,

@ludfigueira

domingo, 17 de julho de 2011

O amor engorda.

É impressionante. Mas, quando começamos a namorar os restaurantes, filmes (com pipoca e outras guloseimas), chocolates, refrigerantes, fast-food se tornam mais atraentes do que a balada, a social na casa dos amigos e a praia pós night, por exemplo, dá lugar a horas de sono com o amado... E assim o sedentarismo mais as “porcarias” consumidas entre beijinhos e risadas vão contribuindo para um futuro nada romântico: O ganho de peso. As terríveis “pelanquinhas abdominas”. Celulite e estrias. Problemas com roupas. Mau-humor e ansiedade. Por último: Brigas com o namorado (a).

No caso do seu namorado (a) ter praticamente um doutorado em “HARVARD” no curso de gastronomia (nem sei se existe esse curso lá, mas é só para dar mais ênfase ao texto), o negócio é mais complicado! Como diria a lendária Dona Jura, na novela O Clone, “não é brinquedo não!”. As receitas mirabolantes, cheias de calorias e gostosuras são apreciadas por você e elogiada, fazendo com que o outro fique mais entusiasmado em cozinhar para você. Conclusão: Você come cada vez mais. Ás vezes come mais por gula, ou até mesmo para deixar o outro feliz, mostrando como você apreciou a comida. Além do mais, nesse estágio, um prato não é mais o suficiente e, repetir, começa a ser algo normal em sua vida.

Aquela sensação: “Estou empanzinada”, é algo constante em sua vida e aos poucos você vai se desesperando. Até que você começa a ouvir certos comentários... “Seu rosto está mais redondo” (traduzindo: Sua cara está igual ao biscoito traquinas), “Amor, você está com uma bunda” (traduzindo: Cuidado! Você está a um passo de virar a mulher melancia!), “Amiga, que peitos são esses! (traduzindo: você está uma vaca leiteira), “Minha gorduchinha linda” (traduzindo: minha baranguinha linda), “Amor, você está gostosa! (traduzindo: Suas pelancas me causam um fetiche), ou, aquela clássica que geralmente acontece no elevador com alguma vizinha maléfica: “Nossa! É para quando?” (traduzindo: A “vaca” está dizendo que você está grávida).

Aí, você pára e pensa: Não dá mais para continuar assim! Amo meu namorado (a), mas dieta já! Claro que, você fica preocupada, pois os melhores programas vão ser trocados por coisas lights e o carro ficará na garagem para vocês começarem a se exercitar. Os jantares serão trocados por uma boa e suculenta “folha de alface e tomates bem excitantes” e o mau humor vai ser a grande sobremesa da noite.

Claro que estou sendo um “pouco” radical. Mas, é bom lembrar: Como era seu corpo antes do namoro? E a sua vaidade? Descuidar-se, jamais! Lembre-se de como você era, pegue uma foto onde você estava em sua melhor fase e pregue-a na sua geladeira! E mãos a obra!

Beijos
@ludfigueira

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Obstáculos: Existem para serem vencidos.

O dia começa e caminha tudo bem. De repente, uma vírgula mal colocada, um ponto final aonde teria uma continuação e pronto: Lá vem mais um obstáculo a ser vencido pelos eternos amantes, pelos que se gostam e lutam para aprender a lidar com defeitos, o jeito do outro de lidar com problemas do coração, ambos tentando encontrar uma solução para assuntos que ficaram mal resolvidos...

A convivência diária vai mostrando um pouco (muito) de cada um. Algumas coisas você entende, mas não consegue respeitar; outra você não entende, mas para evitar brigas ou uma “cara fechada” você respeita. Mas, têm horas... Que a casa cai.

Vocês se tornam dois estranhos. Duas pessoas que não consegue mais se entender, se encontrar e por isso, qualquer coisa já vira um TSUNAMI, fazendo com que o caminho de volta para casa se torne longas noites de silêncio.

O que fazer? Ter o milésimo DR? Talvez adiante...

Chega uma hora, que por mais que você faça, não resolve. O melhor é compactuar com o silêncio e esperar o momento final do assunto “digerido” e falar.

Falar. Dizer as palavras da maneira que são, sem entrelinhas, floreios... Direta e objetiva. Não espere resultados logo. O outro também precisa de um tempo para refletir sobre seus últimos atos, palavras...

Brigas e mal entendidos só se resolvem e encontram um final feliz quando ainda se há amor. É o seu caso? Então invista.

Beijos

@ludfigueira

domingo, 3 de julho de 2011

Frustração: Você pode encontrá-la.

Arquivo Pessoal- Lud Figueira

O texto abaixo é uma reflexão sobre o que não devemos fazer num relacionamento.

“Gostaria de ter tido um diálogo com minha mãe. Gostaria que fôssemos amigas. E que nessa fase da minha vida ela pudesse me ajudar. Bom, ela ajuda da maneira que pode; mas não como eu gostaria. Mas, existem pessoas maravilhosas na minha vida que procuro aprender com elas também. De repente, se ela não tivesse a visão que tem do amor, ela poderia ter me ajudado a não errar tanto... Comecei a falar da minha mãe porque me vi cometendo os mesmos erros que ela um dia cometeu. A diferença é que pude ver a tempo, a tempo de evitar um sofrimento para toda uma vida, algo que ela, até hoje não conseguiu esquecer. Eu passei a vida toda guardando carinho, paixão, amor. Cultivei cada sentimento dentro de mim, a espera de alguém que realmente fosse merecedor de receber tais presentes. Mas, confesso que me esqueci de dosar a quantidade de sentimento que guardei a vida toda. Resultado: Assustei-o e acabei frustrando-me. Mas, um belo dia um: “Acorda amor”. E percebi que se eu realmente amasse esse homem, eu precisaria mudar. Desconstruir tudo o que eu sempre achei que sabia sobre o amor e começar do zero. Comecei controlando essa minha necessidade de ser “Amélia- Aquela que era a mulher de verdade”. Depois, essa outra necessidade de agradar o outro mais que tudo; percebi que estava indo numa direção muito errada e ao invés de agradá-lo porque eu realmente o amava e tudo me lembrava ele, estava parecendo que eu estava descontrolada e com medo de perdê-lo. Meus presentes, meus carinhos, minhas declarações saíram da medida e desceram ladeira abaixo e quase não encontro o caminho de volta. Foi duro. A Frustração veio das palavras duras que ouvi. E aos poucos fui murchando, ficando cinza, num estado de relaxamento com a minha pessoa onde eu, não mais me reconhecia. Foi quando caiu a ficha: Eu estava me anulando e passando por cima das minhas vontades pelo outro! A fase onde eu não sabia se eu queria isso ou aquilo ou se eu queria porque o outro queria. Já não sabia mais diferenciar se era eu o era ele. Não queria acreditar, mas, comecei a relembrar fatos e não restaram dúvidas: “Arrumava, cuidava, comprava, fazia e tentava adivinhar. Era homem e a mulher indefesa que todo homem gosta. Era a companheira, a amante avassaladora e insaciável, a fada madrinha que tentava realizar todos os desejos, a que se controlava para não explodir, não falar o que pensava com medo, medo, é... medo de perder o outro... O medo tolo de perder algo que não se têm. Pois, o amor se sente, nasce ou morre não se procura ou se perde, apenas acaba ou então, não era amor.” Mas, isso não dura para sempre. Isso é frágil e se eu não mudasse, se eu não parasse tudo, o sonho viraria um pesadelo e a mágoa e o rancor me invadiria sem que eu pudesse fazer nada. Agora sim, entendo minha mãe: “Mamãe deixou filho pequeno, família, e um passado para traz. Viu uma nova chance de ser feliz. Feliz no amor, nesse sentimento que ela já sentira uma vez, mas não dera certo. Dessa vez ela se entregou totalmente, mas esqueceu do mais importante: Dela mesma. Fez tanto pelo o outro, agradou tanto, amou tanto que se esqueceu de se amar, de se cuidar e no final, sozinha e amargurada ficou. Porque se você não se lembrar de você quem é que vai lembrar? Quem é que vai amá-la?É tudo tão clichê, tudo tão conhecido, que mesmo assim, na cegueira do amor, caímos. Ainda mais quem nunca havia estado com o amor, quando o encontra não sabe o que fazer e acaba se “lambuzando” e colocando tudo (aquilo que se poderia ter) a perder.O que mais contribuiu para essa loucura que embarquei, foi o fato da falta de uma base familiar. Casa? Quarto?Um lugar só para você e suas coisas? Não sei o que é isso já faz um tempo. Ao fazer 18 anos, me rebelei e numa vida de nômade e sem regras me aventurei. Então, quando o amor apareceu, apesar de saber como recebê-lo não soube como tratá-lo e me perdi. Agora, as coisas mudaram. Hoje sei o que é dele e o que é meu. Pois aprendi que o “nosso” vem depois de uma solidificação do amor, do relacionamento. Aprendi que o outro se apaixonou pelo o que eu realmente sou e não por uma obra fake louca e descontrolada. Aprendi que sou um ser com vontades e sonhos e que possuo pernas e braços para correr atrás do que realmente quero sem precisar de muletas ou dependências imaginárias. Aprendi que sou vaidosa e que sempre gostei de coisas boas e sei que com trabalho, estudo e dedicação posso consegui-las. Aprendi que ouvir o outro e procurar se descobrir é a melhor solução para não se perder quem se ama. E o mais importante: Amor não se pede”.

Beijos
@ludfigueira

quinta-feira, 16 de junho de 2011

INTENSIVÃO: Aprenda a namorar!

Vou começar pedindo mil desculpas. Afinal que consultora sentimental é essa que desaparece quase 1 mês e ainda por cima não dá a menor explicação? Perdão. Mas, vou dar uma explicação:

--- Precisei me reciclar. Precisei de histórias novas, sentimentos novos, tudo e mais um pouco sobre esse maravilhoso e complicado mundo dos relacionamentos. Sei que muitos esperavam um texto bem cor de rosa para o dia dos namorados, mas deixei tudo para depois, afinal, foi o meu primeiro dia dos namorados e queria curtir cada emoção passo a passo.

Cheguei à conclusão que o amor é igual a uma orquídea: É raro, precisa de muitos cuidados e tudo em excesso pode matar.

Namorar é um compromisso sério. Você passa a ter uma pessoa na sua vida, alguém que você vai criar uma rotina, vai criar um sentimento incrível, uma ligação, alguém com quem você vai compartilhar alegrias e tristezas, alguém que vai te levar ao céu, mas, também pode te mostrar um pedaço do inferno para te ajudar a crescer. É alguém que vai te ensinar muito no dia-a-dia, é aquele que vai te deixar completamente desorientada, saudosa. Alguém que vai fazer seu coração bater de uma forma diferente, alguém que vai dar sentido aos seus sonhos românticos, alguém que você escolheu para conviver com você dias, meses, anos, ou para sempre. Alguém que com certeza vai fazer você sair da sua zona de conforto e vai cada vez exigir mais de você; pois sabe do seu potencial. É aquele ou aquela que vai te mostrar outro lado dos contos de fadas, que vai fazer com que você se desconstrua e aceite novas maneiras, novos conceitos sobre o certo e o errado. É alguém que além de namorado (a), é seu amigo (a), seu cobertor de orelhas, seu abraço protetor, seu porto seguro. É alguém que terá erros como você e estará trilhando um caminho cheio de aventuras e obstáculos ao seu lado. É alguém que fará você derramar algumas lágrimas e arrancará muitos sorrisos do seu rosto. É aquele que vai fazer você ter um pesadelo, mas ao acordar ele estará ao seu lado para te confortar e dizer que tudo passou. É a pessoa que vai te conhecer nos mínimos detalhes e que, ás vezes, saberá mais de você do que você mesmo. É alguém que vai lhe mostrar como te ama nos pequenos detalhes ou nas coisas mais simples da vida. É aquele ser que vai te deixar com cara de boba, com cara de apaixonada, ao te surpreender a cada dia. É alguém com quem você vai criar uma sentimentalidade e uma maneira de falar que só vocês vão entender. É aquele com quem você vai aprender a lidar com bads, medos e pânicos.

Poderia falar muito mais. Neste ano, venho descobrindo cada sentimento, cada olhar, cada palavra, cada temperamento de mim, que vejo que muito ainda preciso para me descobrir e descobrir o outro.
Me encanto com cada descoberta e acredito ainda mais que o amor chega para todos, é só uma questão de tempo.

Peço a vocês para refletirem sobre seu compromisso com o outro e aprendam a valorizar cada pedacinho do ser amado e do seu relacionamento.
Receita da Felicidade no Amor pela Vovó:

1- Amor
2- Respeito
3- Calar e Observar durante brigas ou opiniões diferentes.
4- Freio nas palavras, uma vez que se ofende o outro, a mágoa permanece.
5- Conversar sempre com o outro antes de tomar uma decisão,
6- Troca de idéias, agradar tanto você como o outro- Relacionamento é feito de duas pessoas, dois corações.
7- Cobranças não são bem vindas: Pense antes de falar.
8- Ceder ao invés de comprar uma briga.
9- Equilibrar sonhos e realidades.
10- Ser amiga da “espera” e inimiga da “pressa”.


Beijos
Boa semana do amor!
@ludfigueira

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Decifrando o outro.


“As luzes estão voltadas para nós. É agora! Não vai me convidar para dançar? Guardei esse momento para compartilhar com alguém que valesse a pena. Valer à pena? Como posso saber... Bom, vou modificar essa frase: “...Com alguém que tentasse entender a língua que falo”.

Já imaginou o que o outro sofre, enfrenta, para entender e conseguir decifrar o que você fala? Acho que em nenhum curso de idiomas “ele” conseguiria entender, mas, garanto que na escola da vida dos relacionamentos, ele passaria com 10 nessa matéria de entender o outro.

Muitos sofrem justamente por isso: dificuldade de aprender a lidar com o outro, dificuldade em entender o que o outro fala. Alguns desistem, outros passam por cima, muitos cansam e batem a porta e poucos se esforçam a compreender esse idioma difícil falado pelo coração.

Escuto muita gente falando: ‘ Meu namorado fala A e eu falo B’, ‘Nossa! Não entendo o que ele fala!’, ‘Brigamos porque um não consegue entender o outro!’

Já tentou primeiro conhecer, se interessar por tudo que rodeia o outro? Já quis conhecer de verdade quem é a pessoa que está ao seu lado? De verdade, fala para mim: Já se interessou em conhecer a parte chata do outro? Aquela que o outro tenta esconder e a que você tenta evitar?

Pois é. Para entender o idioma do outro é necessário um conhecimento mais avançado sobre quem é esse outro. Esse ser que você diz ‘eu te amo’ mas não consegue entender, muitas vezes o que ele diz.

Gostar do outro, amá-lo, requer provas de conhecimento. É preciso estudo, empenho e dedicação. Ás vezes, é necessário virar uma noite procurando uma solução para aquele problema, é importante escutar quando o outro falar, saber respeitar um silêncio e, não esquecer que “dor de barriga não dá uma vez só”.

Ter curiosidade, interesse pelo outro é um caminho para se saber com quem se está, para saber um pouco mais de quem se ama.

Beijos

@ludfigueira

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Se me atura na BAD, então “ela” (ou “ele”) é para a vida toda.


Chega um momento que continuar a percorrer o caminho escolhido fica difícil. Porque nele, aparecem obstáculos, lágrimas, discussões, irritações, mágoas e driblar essas emoções é só para quem realmente acredita que ao continuar nesse caminho, chegará aonde se deseja.

A convivência a dois, requer em primeiro lugar, a presença de uma palavra bem importante: PACIÊNCIA. Vocês podem não ligar para ela, mas como precisamos dela, ou, como os outros precisam dela para lidar com a gente.

Ninguém vem como os eletrodomésticos, que se não sabemos como funcionam, vem junto um manual de instrução para resolver todas as nossas dúvidas, o que é genial. Mas, somos pessoas e a arte de viver está justamente nisso: Descobrir cada dia um pouco a pessoa amada. As suas particularidades, o tom de voz para saber se o outro está tendo um dia bom ou um dia ruim, as manias, as irritações, os sorrisos... Já imaginaram se a gente viesse com manual de instrução? Que tédio seria? Não teríamos nada para descobrir, não teríamos um briga para saber como é bom reencontrar o outro no final.

A paciência ela ajuda naquele momento onde você está vendo que o outro vai explodir, pois as “patadas” que você anda levando é um sinal disso. Entender que não é com você essa bad e permanecer ao lado do outro, é um sinal de compreensão e paciência. Claro que não somos santos e nem todos os dias a gente está com o espírito da “Madre Tereza” do nosso lado. Nesses dias de bad coletiva descobri que ficar em silêncio para evitar falar o que não deve e também para evitar deixar o outro ainda mais puto é dica certa!

O amor cresce e traz consigo novas responsabilidades. Não desapontar esse sentimento, requer carinho e dedicação para desempenhar seu papel como namorada (o), esposa (o)... O amor quer somar, quer criatividade. Não podemos ficar parados no tempo, na vida, assim como também não podemos ficar parados no nosso relacionamento... Lembrem-se da admiração que deve sempre existir de um para outro...

Alguém perguntou:- --- Não vamos mais brigar mais? Não é?

O outro respondeu: ---- Lógico que vamos! E muito! Umas das formas de aprender a lidar com o outro...

É verdade. Claro que ninguém aqui está defendendo brigas no relacionamento. Ainda mais aquelas bobas, que só desgastam a relação. Mas, estou dizendo que, brigar faz parte do relacionamento e não é só para fazer as pazes depois, é para conhecer um pouco mais do ser amado...

A sensação mais incrível, aquela que te deixa sem palavras, é quando você, com sua bad interna, estraga um encontro com o amado, falando várias besteiras, criando um clima ruim e o outro permanece ali, do seu lado e com o tempo você vai se acalmando e o outro te leva para esfriar a cabeça...Quando a irritação e a insatisfação interior vai embora, você olha para o lado e vê seu amor ali, dando apoio e carinho para você. Você olha para ele e diz : ---“Eu te amo, me desculpa! Obrigada por estar aqui” O outro te abraça com carinho, dá uma piscadinha e diz:----“Eu também te amo! Não precisa agradecer”. Reconhecer isso é um passo para aprender a controlar sua bad e ter mais paciência na vida. Até porque amor como esses, não se encontra em qualquer esquina....

Beijos

@ludfigueira

quarta-feira, 4 de maio de 2011

2011 – O Ano das Primeiras Vezes...


Não chegamos nem na metade do ano e olha quanta coisa já aconteceu em nossas vidas? Olham, quantas pessoas passaram pela sua vida? Quantos lugares você conheceu ou por quantos atalhos você percorreu? E as coisas que pareciam impossíveis e agora se mostram de uma maneira possível demais que chega a assustar... Vai encarar?

Lógico! É por nossa vontade de conhecer os outros, de viver emoções que possam se tornar parte de uma vida toda, que arriscamos! Decidimos fazer parte dessa adorável arte de viver! De se jogar para a emoção e no ar, tentar recuperar algo da razão.

E o que sempre pareceu errado, e o que você sempre criticou nos outros pudesse agora estar acontecendo a você? O mundo dá voltas, as coisas mudam e mudam sempre! Nada é por acaso e você não vive só, vive em sociedade onde tudo com todos acontecem todos os dias. Ainda mais se for uma mudança por amor, um surto apaixonado, uma loucura de viver ao lado desse amor, mesmo que o relacionamento esteja no início, ou até mesmo não tenha os anos de relação admitidos por uma sociedade, ou por uma regra da vida, mas se quer ao lado para um sempre que não se sabe quando é, mas que não quer que chegue nunca!

Outro dia estava num bar, com amigos e discutíamos sobre relacionamentos. Dois eram contra que um casal de namorados se visse todos os dias, alegando que ambos viessem a cair numa rotina profunda e com isso, sem novidades o relacionamento iria se direcionando ao abismo profundo, já o outro casal, defendia a opção de se encontrar todos os dias, alegando que a vontade e a saudade existem e ao vivo é sempre melhor do que qualquer outro meio de comunicação. Esse último casal defendeu a idéia de que um pouquinho todo dia é salutar, e a saudade existe sempre. Mesmo entendendo que o primeiro casal quis colocar a questão de se desgastar uma convivência por falta de novidades quando o tal casal fosse para a etapa casamento, morar juntos.

Resumindo, os mais velhos nunca devem ser ignorados. Mas não é por causa disso que você não deva fazer isso ou aquilo. Quando há amor de verdade, sempre o casal encontra uma maneira de tornar o sonho em comum em realidade. Cada um acha uma coisa, cada um tem uma verdade e uma opinião sobre esse ou aquele assunto. Descubra a sua verdade, o seu caminho, a sua felicidade.

Seja um casal amigo, não desistam e nem deixe com que o outro desista. O amanhã depende da união de vocês hoje, do amor que vocês regam e cuidam todos os dias.

Siga o caminho, mesmo que ele nem sempre se apresente com flores. Pois tudo que é mais difícil e complicado de se conquistar, se dá mais valor.

Beijos

Lud Figueira

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Verbalizações do amor.


Ando aprendendo que o coração faz escolhas e sua razão aceita-as ou não. Nunca tentei ir contra as escolhas do meu coração. Muitas foram escolhas sofridas e outras afortunadas, mas, aprendi e aprendo com ambas. Então, considero que o coração tenha uma razão sim, mas, como não podemos dizer com propriedade e nem julgar, é uma razão desconhecida, com uma lógica qualquer que não enxergamos e com isso, achamos que o coração só tem emoção, pois na maioria das vezes não raciocinamos diante do sentimento e sim, nos deixamos ser levadoS por tal.

Por falar em sentimento, como racionalizá-lo diante daquela paixão avassaladora? Como dizer não querendo dizer sim? Como manter a responsabilidade intacta e não se deixar contaminar pela intensidade do amor? Ou seria da paixão? Acredito que o amor seja mais compreensivo que a paixão, pois sem dúvida é um sentimento mais calmo e entendido. A paixão acelera o rumo das coisas, muitas vezes faz com que pulemos etapas importantes no caminho para a felicidade a dois.

Não que esteja falando mal da paixão. Ela deve existir sempre numa relação. A paixão é o tempero principal que o amor usa para se manifestar loucamente espantando a rotina do dia-a-dia. Ela não deve ser um período, deve ser uma continuação no seu eterno romance. Mas, que ela ás vezes atrapalha o meio de campo quando se perde a moderação, isso não se pode negar.

Manter um equilíbrio no relacionamento é quase uma tarefa de super herói. Até porque, imaginem só: Já é difícil manter o nosso próprio equilíbrio, que dirá de uma relação, onde se depende do outro? Autocontrole? Meditação? Busca por uma religião? Tudo é válido no mundo dos amantes.

Até porque a receita da felicidade é algo particular: Cada uma tem a sua. Saber o que se quer e o que se busca já é um começo. Lembrando que a sua felicidade não deve depender do outro e sim, só de você. O outro deve contribuir somar à sua felicidade. Compartilhar e nunca fazer do outro um uso de dependência, pois leva qualquer plano de felicidade ao fracasso.

Amor, paixão, razão, coração, equilíbrio... Seria fácil harmonizar todas essas palavras se não existisse em nosso dicionário a palavra intensidade. Esse bichinho insano que faz da gente gato e sapato, caçadores insaciáveis, sonhadores iludidos e ao mesmo tempo, nos dá um gostinho de aventura incalculável.

Vamos tentar arrumar esses itens que estão bagunçados na nossa vida?

Vale uma tentativa!

Beijos

@ludfigueira

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Em busca da REALIDADE.


Ás vezes as coisas ficam embaralhadas. A sua cabeça parece que vai dar um nó. Bate um desespero, uma depressão e, você, acuada, fica sem saber o que fazer, para onde ir.

Seus medos, receios e inseguranças tomam conta de tudo e você, sem forças se entrega ao lado negro da força. Sua companhia não é bem quista, seu relacionamento desanda e seu baixo-astral contamina todos ao seu redor. Que pessoa é essa que você se tornou? Onde foi que você perdeu as forças de lutar para ser uma pessoa melhor? Que tipo de pessoa você quer ser? Perdeu não só o amor próprio como também o respeito por si mesmo.

Nesse momento, você começa a colecionar perdas e vazios cada vez maiores. Precisa levantar e sair dessa. Sabemos que algumas pessoas nos podem ajudar, mas para sair desse estado de inércia e pessimismo total só você, com sua força, com suas próprias pernas poderá fazê-lo.

As coisas não são fáceis. Mas posso garantir que quando conseguimos atingir nosso objetivo há tanto almejado, quando conseguimos vencer obstáculos, quando conseguimos fazer algo produtivo e do bem, a sensação é tão boa! Uma luz cheia de energia e amor nos envolve e tudo aquilo que estava escuro, começa a clarear, tomar formas e as soluções que não se enxergavam agora se mostram para você.

Vou dizer que tudo que vem fácil, vai embora fácil. Isso também tem a ver com os relacionamentos. Uma relação estagnada, não dá frutos. Ou seja, não tem amanhã. A conquista é um trabalho diário que requer paciência e calma, pois somos diferentes um dos outros. Nem sempre o sol que você está vendo o outro consegue ver, ás vezes o outro está num dia nublado, com pancadas de chuva. Aí, nesse caso, muitas vezes o silêncio vale ouro. Basta demonstrar seu companheirismo e já é o suficiente.

Nossa geração é muito mal acostumada. Temos tudo de um jeito muito fácil e não damos o valor que merece. Nossos avós, nossos pais, lutaram e lutam desde cedo, muitas vezes para oferecer uma mordomia ou facilidade que não damos atenção. E com isso, nos tornamos um ser humano fraco, sem objetivos. O pior de tudo, não aprendemos a amar.

Levamos na maioria das vezes frustrações para nossos parceiros e por uma insatisfação interior contaminamos uma relação que ao invés de construirmos, começamos a destruir.

O passado serve de lição para a vida toda. Para seu presente e para seu futuro. Já passou da hora de crescermos e nos tornarmos um ser humano digno e verdadeiro.

Mas, sempre é tempo de recomeçar e fazer sua vida algo que valha a pena.

O mesmo vale para seu relacionamento. Cuide do outro como você gostaria de ser cuidado. Não faça com o outro o que você não gostaria que fizesse com você. Saiba separar as coisas, pois assim saberá solucionar um problema de cada vez e não tornar tudo um grande drama.

Vamos crescer!?

Beijos

@ludfigueira

domingo, 10 de abril de 2011

O Super herói da nossa vida também tem medo.


“Forte, seguro de si, cheio de opiniões marcantes. Calmo e paciente me mostrou um mundo que só havia visto em filmes de ficção. Mostrou-me como o amor pode ser real, louco e apaixonante. Ensinou-me o que é saudade, aquela “coisa” gostosa e ruim que sentimos todas ás vezes que nos despedimos do ser amado ou, quando, mesmo na presença dele, continuamos a sentir... Mudou me olhar, aprimorou minha percepção sobre a vida e sobre as outras pessoas. Trouxe-me um milhão de possibilidades, ampliou meu mundo e diversão e amor me ajudou a conquistar.”

Para meu amor, por Lud Figueira

Não é fácil. Namorar é uma convivência de dias maravilhosos, outros nem tanto e alguns péssimos. Verbalizações para conhecer o outro e seus pensamentos, sua forma de ver e lidar com os problemas da vida. Onde solucioná-los parecem, muitas vezes, um jogo de quebra-cabeças.

O medo de ser uma marinheira de primeira viagem, de não saber como tudo funciona e só ter o conhecimento de teorias e nenhuma prática, me levaram muitas vezes à medos, à questionamentos, à loucura da ansiedade de querer entender o que talvez o próprio amor desconhece e não busca entender, busca sim, viver.

Sem pensar em mais nada, me entreguei e apenas vivi. Não fui a cartomantes, não usei florais, não procurei conselhos milagrosos e nem fiz promessas á anjos e santos. Ao contrário, embarquei na montanha russa do amor e fui. De repente me vi fazendo coisas que jamais havia imaginado, ações que achava que nunca iria pôr em prática, pensamentos fortes e uma posição firme ao lado do amor.

Foi quando, percebi o que eu sou de verdade. O que quero de verdade.

Nesse momento, meu super herói me demonstrou medo. Pois no começo, sem querer, lhe dei de presente alguns receios e medos que carregava há anos. Ele, me ajudou a vencê-los e eu, o confundi.... Foi aí que eu o amei mais. Foi aí que percebi que ele me ajudara a ser eu, a me encontrar e eu o havia feito com que ele percebesse da onde vinha meus medos e receios e ele, deixou aflorar os dele.

Senti-me mais próxima daquele homem. Daquele que não sei explicar, me encantou, me viciou e me libertou de um mundo sem vida e chato. Daquele que me mostrou o carinho, o abraço e o beijo de verdade. Daquele que me aceitou com todas as falhas e acertos, com todas as manias, como eu sou.

Esse homem possui defeitos e qualidades, erra e acerta, fica chateado e também sabe ser feliz. Seria um homem normal como qualquer outro, a não ser que para mim ele não é qualquer um: Ele é um super herói do meu conto de fadas.

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 29 de março de 2011

FICAR JUNTO? Ou ESTAR PERTO?


“Gostaria de encontrar uma fórmula para nunca mais precisar me despedir de você. Acho que vinte e quatro horas não são suficientes para nós dois. Mas, quer saber a pior parte? Dormir e acordar longe de você...”

Estava conversando outro dia, e me deram a seguinte definição sobre namoro e casamento. No namoro, há o interesse de “ficar junto”, ou seja, vocês aproveitam o tempo fazendo tudo juntos, se isolam do mundo, ficam egoístas, pois o tempo de vocês é pouco para compartilhar toda hora com amigos, família. No casamento, o interesse é “ficar perto”, ou seja, um pode estar trabalhando no quarto e o outro lendo na sala, mas cada um sabe que o outro está ali...

Perfeito! Fico com os dois...

Cada etapa de um relacionamento é um degrau importante. Para se completar um caminho há que se completarem as fases, igual a um vídeo game. Você passa por fases fáceis, outras difíceis, até chegar ao final. Ou a um novo começo... Mas você só vai saber o que virá, ao passar por cada fase, ou seja, não vale pular, mesmo que a vontade seja essa...

Gostaria de compartilhar o que considero ser um namoro de verdade:

Existe o estado da paixão, existe a possível permanência desse sentimento em nossas vidas. O “amo você” cada dia conhece uma proporção maior,

Tudo que você achava ou acreditava ou pensava, esquece! Só vivendo um dia após o outro ao lado de quem se ama para ver que seus pensamentos de antes não são os mesmos... O amor modifica seu olhar, pois a todo o momento um turbilhão de sentimentos diferentes lhe invade... E não há manual de instrução, você se joga se entregue e aprende um pouco a cada dia.

O namoro é um teste, é uma convivência, é um compromisso, é uma doação. É um querer, uma curiosidade sem fim pelo outro, de querer conhecer cada pedaço, cada cheiro, cada sorriso e cada tristeza. É querer estar, compartilhar todos os momentos da vida. É ter em mente que momentos “bads” ajudam no fortalecimento do relacionamento, pois ninguém é perfeito, o que torna tudo mais humano e descontraído.

É olhar para o outro e se sentir incrivelmente completo. É saber aprender com os erros, e também reconhecer quando o outro está certo... É ter uma rotina e sair dela quando se queira, é desafiar seus limites e testar sua paciência.

Um namoro é uma entrega total de duas pessoas que se amam e que não possuem medo de arriscar, de errar, de VIVER!

Beijos

@ludfigueira

quarta-feira, 23 de março de 2011

Alô? Oi? Está me ouvindo? O quê? Ahan? Não entendi....


Os meios de comunicação são muitos. Mas, mesmo assim, o único meio de comunicação que eu consigo entender o outro e me fazer entender é o ao “vivo e a cores”. Esse, nunca deixa dúvidas!

Eu não sei se vocês já passaram por isso, mas eu demoro a me acostumar com mudanças. Imagina você vivendo uma eterna “lua de mel”, Altas declarações todos os dias, se encontrando todos os dias, quase “dois em um”. De repente uma pequena viagem de uma semana coloca tudo de pernas pro ar: A comunicação fica complicadíssima e qualquer “tchau” sem “eu te amo” vira um pesadelo.

A saudade atrapalha, vou lhe dizer. Você fica mais vulnerável, pois não está ao lado do outro, fica “chatinha”, “carente” e todos esses sintomas tomam proporções gigantescas e fazem você e o outro “pirar”!!!

Bom, o que fazer? Vamos aprender juntos? Porque eu também não sei. Posso ficar aqui falando um milhão de coisas, mas não vai adiantar, pois cada casal tem seu tipo de entendimento... Opinar? Perigoso...

Fico pensando que é preciso buscar sua segurança emocional aonde você esqueceu e seguir adiante.

Ponto número 1: A comunicação não está boa. Tudo bem. Basta você saber e ele também que vocês se amam, são adultos e vão entender esse mau momento de comunicação. Nada de fazer disso uma tempestade para crises que não existem.

Ponto número 2: Respirar fundo, contar carneirinhos, para não quebrar o celular e não descontar no outro o fato de você está falando A e ele B. Isso é outra saída bem legal para evitar “briguinhas”.

Ponto número 3: “DEIXA QUIETO”. Não tente mais nada. Fica na sua e espera a tempestade passar. Ou uma comunicação melhor....

Lembre-se: Quando vocês se reencontrarem, serão tantos beijos e abraços que essas bads todas nem serão lembradas...

“Está tudo bem”.

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 22 de março de 2011

A impaciência é uma forte inimiga.

Sabe aqueles dias complicados, onde você não comeu direito, não dormiu bem, as coisas que você precisava resolver foram resolvidas da maneira mais difícil e cansativa, sua comunicação com seu namorado foi péssima e no final do dia você ainda teve uma conversa super complicada e estressante com um ente da família? Pois então, meu dia foi assim.

Tenho um mega defeito: Sou hiper, mega, ultra impaciente. Quero resolver tudo para ontem. Mas, na maioria das vezes, esqueço que a melhor forma de conseguir um bom resultado é sem dúvida, saber esperar. Uma tarefa bastante complicada para alguém que não sabe o que é isso.

Fico mais chateada quando acabo descontando em quem não tem nada a ver, em quem só quis me ajudar, em quem nem sabe o porquê de eu estar tão aborrecida. Ou seja, se eu já estava com problemas agora criei mais um. O que só piora as coisas.

Tem horas que é importante parar. Parar e pensar em tudo, parar e pensar se é desse jeito que você quer que a sua vida continue. Importante separar as coisas, colocar tudo no lugar, melhor: SABER O LUGAR DE CADA COISA EM SUA VIDA. Por onde andam as suas PRIORIDADES? Seus OBJETIVOS? Por onde anda VOCÊ?

Aí vem a sua mãe e fala para você às verdades que você sabe (MAS POR UMA COVENIÊNCIA DO MOMENTO FINGE NÃO SABER), pois você não é mais criança, mas tem atitudes parecidas como a de uma criança, pior: atitudes de uma criança mimada, daquelas que ninguém agüenta fazer nem um carinho. Chato, né? Mas, infelizmente ela não está errada (O QUE FAZ COM QUE VOCÊ FIQUE AINDA MAIS ABORRECIDA E VEJA QUE SUA POSTURA NÃO ESTÁ LEGAL). E não importa a idade que você tenha, mãe serve para isso:

-----PUXAR SUA ORELHA QUANDO ELA ACHAR QUE VOCÊ NÃO ESTÁ INDO PARA UM CAMINHO CERTO E TE COLOCAR EM CONTATO COM A REALIDADE, A REALIDADE DA VIDA. E MOSTRAR QUE SUA REALIDADE ESTÁ PERDIDA DE REPENTE, NA TERRA DO NUNCA. (reflita)

Sonhos são válidos. Sonhar é maravilhoso. Acredito que muitos podem se tornar possíveis, mas para isso você tem que abrir mão de algumas coisas, sair da zona de conforto que você vive e ir à luta. O que muitas vezes faz você enxergar o mundo de uma forma menos divertida e romântica. Pois nem tudo são flores...

Ser dona da sua vida, conseguir sua independência pessoal e financeira é algo que só com seu esforço, empenho e dedicação poderá conseguir... E mesmo assim, não vai ser de um dia para o outro e, muitas vezes, você vai precisar de uma dose extra de paciência e como não pode faltar em nossas vidas, bom - humor.

Se você com você não está legal, o que você pode esperar do seu relacionamento com os demais? O provável: Que eles se afastem cada vez mais de você.

“Você pode tudo”. Só não pode se entregar aos problemas e ao baixo-astral.

Você, assim como eu, não pode nunca desistir!

Beijos

@ludfigueira

domingo, 13 de março de 2011

Administrando o amor


Depois de dar uma “fugidinha” que durou o final de semana todo, agora vem às verbalizações.

Sexta-feira foi um dia bem ‘bad’. Aconteceu um milhão de coisas. Na verdade, elas ainda estão prestes a acontecer, pois o clima em casa não anda nada bem. Depois, a procura por algo mais estável na minha carreira está virando uma utopia... Juntou vários problemas e eu explodi. A diferença era que agora eu tenho um namorado. Não posso desaparecer ou falar para ele me esperar um tempo para ir ‘ali’ e resolver meus problemas. Agora, ele faz parte da minha vida.

“Agora, ele faz parte da minha vida”. Verdade. Agora, não estou mais sozinha. Isso é maravilhoso, mas rolou um pânico em verbalizar problemas, mostrar o outro lado da força... Fiquei com medo de ele sair correndo. Mas, ele ficou. Quis ficar ainda mais ao meu lado. E, para espantar todos os problemas e respirar novos ares, viajamos.

Incrível. Uma pena ter passado tão rápido. Uma pena amanhã ser segunda-feira e tudo voltar ao normal. Mas, valeu á pena. Está sendo uma descoberta para mim cada minuto que passo ao lado do amor. Experimento várias sensações. Têm horas em que eu tenho vontade de virar para ‘ele’ e dizer: “Não vamos mais nos despedir!” ou “Fica comigo até o sempre nos deixar?” Ok. Sei que parece uma maluquice você sentir vontades como essas tão cedo, onde você mal conhece o outro... Mas, realmente é difícil tentar explicar esse sentimento que sinto, uma vez, que nem eu o entendo e mal encontro uma lógica nisso tudo. Em outros momentos, penso que nada como respeitar as fases de um relacionamento: Namorar bastante antes de qualquer coisa. No começo, acredito que seja normal sentirmos tantos sentimentos ao mesmo tempo, tanta oscilação de humor, tanta dúvida ou tanta coragem de se arriscar. São nessas horas, que, viver um dia de cada vez, é o ideal.

Dormir junto é uma delícia. Por mais que haja alguns atritos: Ele ou você se mexe muito, um ou o outro ronca, um gosta de dormir separado e o outro enrolado ao outro... Saber que o outro está ali, que ao acordar você receberá aquele abraço... Ah! É UMA DELÍCIA! Ficar juntinho, já é perfeito. Não ter hora para ir embora, melhor ainda...

Acho que não contei ainda, mas eu que o pedi em namoro. Demorei um pouco para entender que o pedido tinha partido de mim, uma vez, que sempre esperei que o pedido partisse do outro... Mas, nesse caso, o pediria quantas vezes fossem necessárias. Não poderia ter encontrado companheiro melhor. Graças a Deus não é perfeito, pois ninguém é. Mas, é exatamente meu número. Com ele, estou aprendendo que ‘namorar’ é uma relação altamente divertida, onde dou muitas risadas e o melhor: Cada um, aceita o outro com as qualidades e defeitos, o pacote completo!

Como há dias ensolarados, a também dias de tempestades. Tivemos alguns momentos ‘bads’, que fazem parte de qualquer relacionamento. Até para ajudar a você conhecer o outro. Tenho que confessar, que graças à ‘bagagem’ que ele adquiriu em outros relacionamentos, a paciência e a compreensão dele, estão sempre em alta! Porque, posso ser uma ‘consultora’, mas também sou uma mulher, que comete erros e acertos. Como qualquer ser humano...

Vou dizer que um amor como esse que encontrei, é muito raro. Até porque, achava que pessoas como ele, que não fazem jogos, não existissem mais. Além de um alto nível de sinceridade, companheirismo e claro: Bom - humor. Como não é impossível, atenção você que está solteira: Não perca as esperanças. E para você que quer uma namorada, que tal repensar em algumas atitudes?

Administrar algo que você não tem controle sobre seus sentimentos lunáticos. Essa é minha grande meta: Dosar bem sentimentos (ao menos as oscilações de humor), rotina, loucura, medos, sonhos, desejos, vontades nada convencionais. Até porque, intensidade de momentos, nos leva a pensamentos e vontades que, ás vezes, é irracional...

Cometo uns errinhos, em outro momento, uns acertos e assim, vou dando continuidade a essa deliciosa aventura de estar NAMORANDO.

Beijos,

@ludfigueira

sexta-feira, 11 de março de 2011

Família é sempre família

Família é uma coisa engraçada: Uns não se entendem, outros convivem entre tapas e beijos, outros falam alto demais, outros fingem que não se conhecem, outros resolvem seus atritos com bate boca, outros partem para agressão, outros são muito bonzinhos, outros não brigam com ninguém e parecem que no lugar do sangue nas veias rola suco de maracujá. Tem os que falam mal, os que ferem com palavras, os que estão sempre ali, incondicionalmente... Os que amam demais, os que não perdoam e os que sempre estão de braços abertos te esperando a qualquer momento...

Amigos podem fazer parte da nossa família. Podemos ter mais intimidade com os nossos amigos do que com nossa própria família. Podemos, em alguns momentos, nos sentirmos mais seguros ao lado dos amigos do que da própria família. Mas, tem momentos que você vai lembrar que mesmo com tantas considerações, ele é seu amigo e ponto final.

Na hora da raiva esquecemos-nos de muitas coisas... Mas lembrem sempre: Mãe por mais louca que pareça, sempre tem razão...

Beijos

@ludfigueira

quinta-feira, 10 de março de 2011

Louca por você ...


Quer saber? Vou contar...

Uma amiga muito especial, certa vez me disse:

“Eu não consigo prever as coisas, mas consigo vivê-las. Se eu quero, por que não posso? Não tenho o direito de errar? Não posso contrariar a teoria das probabilidades e o que eu quero dar certo? Posso deixar essas pré-ocupações de lado, ao menos uma vez?”

Achei-a uma louca varrida. Como assim não se preocupar com o amanhã? Pode-se tentar evitar um erro, mas não havia pensado que de repente, pode dar certo...

Mas, no meu antigo mundo, achando que tudo precisa de tempo e um planejamento necessário e preciso, sempre calculando e controlando tudo, analisando as probabilidades fui vivendo. Até ser flechada pelo amor. Até ficar completamente entregue, até ficar sem saber o que é certo e errado, percebi que o que sempre achei o correto fazer, exemplos que me pareciam os melhores a serem seguidos, podem não ser.

Sim. O amor é um sentimento completamente louco e descontrolado. Como dizer não se você quer dizer sim? Como ser racional e tradicional no momento em que você se sente completamente irracional e inebriado por esse tal sentimento que o consome e que você o quer mais a cada dia?

Arriscar. Arriscar tudo sem ter medo do amanhã. Se entregar é a maior prova de se jogar aos ‘leões vivos’ com o coração aberto.

“Vou sim, posso sim, quero sim e ninguém manda em mim.” Prefiro viver arriscando a sempre ficar na minha zona de conforto imaginária...

Não consigo ser como antes, não consigo ser ‘certinha’ e muito menos agradar a todos sempre. Pois agora, só quero fazer a minha vontade. Desculpe, mas não consigo evitar esse furação que me desconstruiu e me bagunçou toda.

Sair do seu lado todas as noites ou pela manhã, seguir regras de conhecer o outro, ir com calma, está fora dos meus planos, da minha vontade. Quero você e ponto final.

Desejo-lhe ardentemente. Tremo-me dos pés a cabeça quando sou tocada por você. Arrepio-me em cada beijo e sinto-me estranhamente solitária quando ao olhar para o lado você não está.

Demasiado sentimento? Muita sede ao pote? Sem razão? Sei lá. Mas está difícil me despedir toda hora de você.

Me diga: Do que valem tais regras quando se está amando sem reservas? Só quero seguir meu coração, seu sorriso, seus beijos, seus abraços e, seu coração....

Estou com você. Loucamente ou racionalmente, é você que eu quero para toda uma vida.

Sem mais,

@ludfigueira

segunda-feira, 7 de março de 2011

72 horas: Loca loca loca


Verbalizações necessárias para diminuir a loucura...

Fazer amor é melhor que fazer sexo. No amor, há uma entrega total, algo que transcende, não há como explicar; no sexo há uma troca de prazer, momentânea, carnal e sem sentimento (o que faz toda diferença). Mas, um é melhor que o outro, depende do que você procura.

Rir é maravilhoso. Rir com o outro é um estado de prazer incrível. Acompanhado de beijos intermináveis, melhor ainda.

Carnaval namorando não tem bad! Tem muita animação e diversão! Ainda mais quando seu namorado entra no clima e vai para os blocos com uma camisa customizada por você onde está escrito: “Tem dona! Amo minha namorada!”. Brega, meloso e lindo, como o amor deve ser!

Dormir e acordar com quem se ama, é a melhor sensação do mundo! Quando se ama, não percebemos o passar do tempo e, ficar no quarto, horas, jogando conversa fora, ouvindo música ou apenas estar na companhia do outro é se desligar do mundo...

Acordar às sete horas da manhã, com chuva e tempo nublado, porque seu amor adora blocos de carnaval e se divertir mais que ele, não tem preço!

Brincar ao invés de brigar é uma excelente saída.

Não enjoar da companhia do outro e querer sempre mais, é o estado completo do amor.

Mas, sempre chega à palavrinha mágica chamada: PÂNICO, para trazer você ao mundo real, quer dizer: Ao seu mundo louco... Vamos para a segunda parte:

Por mais que existam milhões de manuais de instrução para diversas coisas, lamento informar, mas, para o amor, é cada um por si e Deus por todos. Então, erros e acertos trilharão seu caminho para o sucesso ou para o fracasso de seu relacionamento. Está em suas mãos à chance de ser feliz e abandonar medos e grilos e bads do passado.

Exatamente. Há uma necessidade básica de deixar comparações de lado e ser feliz. A dramatização de fatos precisa ser trancada a sete chaves e, após, ser jogada fora. Praticidade e agir de acordo com o momento e se entregar é o que se deve fazer. Sem pés atrás...

Qualquer oscilação sua, quem mais sente é o outro. Se não há dúvidas, porque as procura? Se estiver tudo bem, porque criar algo para ficar tudo mal? Inseguranças femininas sem sentido e medo do que não existe.

Cansativo. Lidar com suas loucuras de anos é um problema seu. Não os traga para sua relação que não tem nada a ver com isso.

Viva cada momento tranqüila e lembre-se: Está tudo bem e ele te ama. Não há porque desse drama que te persegue sem motivo.

Sentimentos vividos pela primeira vez são assim: Incrivelmente irracionais e maravilhosos. Mas, há sempre um “medinho” de acabar algo que você deseja sentir para sempre. Conselho: Que seja eterno e maravilhoso cada dia que você viva ao lado do seu amor e, deixe para sofrer, chorar, se preocupar, quando algo ‘bad’ de verdade acontecer!

O relacionamento é feito de duas pessoas. Então, o que acontece com um de bom ou ruim automaticamente reflete no outro, pense sempre nisso antes de ‘catar cabelo em ovo’... (ver problema aonde não tem).

Particularmente não lido bem com despedidas. Por mais que seja um ‘até logo’, sempre me causa um frio estomacal. Uma bobeira sem nexo. Talvez pelo fato de ter me despedido muitas vezes pela vida... Sei lá. Sempre quando há uma quebra de rotina, me desestabiliza, me bagunça... Mas, sei que é algo temporário. Afinal, Não há o que temer!

Abra um sorrisão, diga em alto e bom som um “EU TE AMO” seguido de um beijo daqueles que não há como resistir...

Beijos

@ludfigueira

Ciúme, ciúme de você...

Você é uma pessoa ciumenta? O que é o ciúme? Sabe lidar com isso? Para o outro, passa despercebido ou, você explode e sempre dá um chilique e logo vem uma briga? De repente você faz a linha “paz e amor” e está sempre “tudo bem”?

Ciúme seria uma falta de segurança ou uma falta de segurança em você?

Bom, eu disse uma vez, em algum texto, que o ciúme em dose mínima é permitido e utilizado como um bom tempero. Mas, pensando melhor, o ciúme é um sentimento sem graça e muito chato. Primeiro, que até o ciúme bobo, cansa. Segundo, que mostra uma falta de confiança no outro e em você, terceiro tente viver sem ele, ciúme é um sentimento bem cafona.

E quando o seu ciúme desperta os olhos do outro para alguém que, na real, ele nunca havia reparado? Bom, nesse momento se você não tinha motivos para o ciúme sentido, agora passou a ter...

Ok. Tudo bem que é só você começar a namorar que um monte de ‘moscas varejeiras’ se postam ao seu lado e do seu amado. Um verdadeiro inferno, pois, a felicidade alheia causa inveja. E, a maioria não sossega em quanto não consegue destilar um pouco de veneno e discórdia nos casais ‘in Love’.

Ah, também temos o quesito ‘melhor amiga’ ou ‘melhor amigo’. Costumo usar a seguinte expressão: Ficar perto dos inimigos é uma ótima tática de jogo. Nunca arrume confusão com essas pessoas, pois a derrota será feia. Boa saída é a simpatia e fazer ouvido morto para ‘piadinhas’ sem graça que sempre tem alguém que solta por aí.

Essas são as principais armadilhas desse sentimento tenebroso. Fique esperta e não precisará passar por situações ‘bads’.

Acredite no que você conquistou no ser amado, acredite no seu potencial. Inseguranças fazem parte da vida, mas aprender a lidar com esses sentimentos é uma excelente dica para manter a paz e o amor em seu relacionamento.

Mantenha-se longe do ciúme: Um péssimo conselheiro.

Beiijos

@ludfigueira

sexta-feira, 4 de março de 2011

Dependência – destruidora de vidas


Cheguei em casa depois de mais uma noite de amor. Quando você encontra o amor que esperou toda uma vida, fica um bom tempo flutuando e tentando espalhar todo esse sentimento que não cabe dentro do seu peito para os demais. Mas, nem sempre os outros se contaminam com esse vírus ‘meloso do amor’.

A história de hoje, não teve um final feliz. Por mais que eu insista em dizer que o final para esses dois ainda não existiu. Como sou brasileira, tricolor e não desisto nunca, penso que de repente ainda exista um final feliz para eles.

Eles se conheceram muito jovens. Em pouco tempo ganharam um presente de Deus (um filho) e a pouca idade dos dois fizeram com que cometessem erros típicos de uma imaturidade “digamos normal” para a faixa etária. Conclusão: Durante sete anos, tentativas frustradas de idas e vindas ocorreram.

O cenário mudou. Os dois jovens cresceram e cada um viveu experiências, tiveram outras pessoas pelo caminho e se reencontraram outra vez.

Ela, agora não tinha mais 16 anos. Ela agora tinha 23 anos. Tinha deixado aquela menina para traz que havia ficado grávida do seu primeiro namorado, que havia perdido amigos, e, enfrentado muitos obstáculos. Olhando para traz, ela deu a volta por cima. Descobriu outras formas de amar, conheceu outros amigos, o sexo, à noite, o mundo de gente grande. Cometeu vários erros e acertos até se construir outra vez. No meio disso tudo, ela viveu emoções incríveis com um bebê que virou um grande rapaizinho.

Ele, agora, tinha 27 anos. Havia deixado para traz o ciúme e o sentimento de posse que um dia sentira por aquela menina que conhecera. Hoje, se encontra mais calmo e percebeu que sua vida não andou para frente e nem para traz: Se estagnou ao perder o amor que nunca mais encontrou em nenhum lugar, em nenhum outro coração. Ao invés de progredir, descobrir coisas novas, nosso amigo continuava a alimentar um amor não correspondido. Como se encontrava diferente em relação ao comportamento passado, ele, numa tentativa desesperada, se reencontrou com seu único amor e lhe pediu: “Volta para mim, por favor! Sem você não tenho vida. Faço tudo para ter você de volta, aceito qualquer coisa, mas volta para mim!”.

E, depois de dias conversando, apoio de tudo e todos, ela cedeu. Ela resolveu voltar. Não se sabe se por pressão, ou por uma nova proposta de comportamento de seu antigo amor. Viu aquele rapaizinho feliz por ver papai e mamãe juntos. Apesar da vida dela estar uma confusão de sentimentos e bem movimentada, ela resolveu aceitá-lo de volta.

Ele realmente mudou ao voltar para ela. Retomou a faculdade, começou a buscar emprego e participou da vida do filho como jamais havia feito. Mas ela não. Ela não se entregou e nem tentou de verdade. Mesmo morando junto, continuou como se estivesse solteira, fazendo o amado amargar momentos cruéis de solidão. Por medo de perdê-la outra vez, fechou os olhos para tudo que ele não gostava, para as atitude e insatisfações que ela manifestava. O medo de perder aquela última chance, o tornou dependente daquela menina-mulher. Ela se aproveitou disso e se acomodou. Ele passou a ser visto como um homem sem amor próprio, sem voz, que vive para seu amor e não com seu amor.

Até que ele cansou. Jogou tudo para o alto e ela, dessa vez, também explodiu. E, a separação aconteceu.

Ela voltou com ele por amor? Por pena? Ela deixou vícios e amizades nocivas para traz para tentar de verdade como ele estava fazendo? Não. Ele percebeu que antes de amá-la precisava se amar? Que amor não se pede? Que não existe amar por dois? Que não é legal se contentar com migalhas? Que dependência só traz sofrimento? Não...

Perdeu-se o respeito e o amor. Que amor? Será que esse sentimento doentio por ela era amor? Será que ela realmente o amou, tentou de verdade?

Não sei. Agora temos um problema com um rapaizinho que entende tudo e precisará de muito carinho e atenção para entender esse novo rompimento dos pais. Que de repente, não pensaram duas, três vezes antes de tomar uma decisão no calor do momento, que ela, ao aceitá-lo de volta esqueceu-se de pensar naquele rapaizinho, quando não tentou de verdade. E ao invés de conversarem e buscarem um entendimento sem atropelar um ao outro, jogaram tudo para o alto como um jovem casal de namorados e não como adultos que estavam morando juntos.

Conversas acontecerão. Mas, antes dela, espero que a razão e o coração participem de uma forma clara e justa. Para não haver mais mal entendidos.

Dependência não é legal. O amor é um complemento e não uma muleta.

Admirar o outro, é essencial para um relacionamento. O amor precisa de uma dose diária e não uma overdose de sentimentos diários e confusos.

O amor próprio vem primeiro.

Beijos

@ludfigueira

quinta-feira, 3 de março de 2011

Namorados


Eu disse: “Quer namorar comigo?”

Ele disse: “Quero!”

Foi assim. Ainda disse que ele teria que fazer o pedido, seguido de uma garrafa de mate com limão. Mas, depois de um tempo, achei que não precisava mais. Até porque o melhor da vida é quando somos surpreendidos, quando nossos planos tomam rumos inesperados e encontramos uma felicidade extrema. Com pedido dele ou não, considero-o meu namorado.

Apaixonei-me por cada pedacinho dele. Era completamente louco me imaginar sentindo saudade após se despedir do outro, querer está perto sempre, pensar, desejar... Hoje, acho absolutamente normal sentir todos esses sintomas do amor. Claro que o mais fascinante disso tudo, é saber que o outro se encontra na mesma sintonia...

Diversão é garantida. Verdade. Não tem um minuto que não damos boas risadas, beijos intermináveis e implicamos de brincadeira com o outro. Falamos do futuro, fazemos planos de “mentirinha” e alguns que podem, quem sabe, se tornarem reais.

Até os momentos ‘bads’, são permitidos beijos horríveis.

Comemos besteiras, vamos ao cinema e andamos sempre de mãos dadas. Freqüentamos um a galera do outro e aos poucos, apresentamos um ou outro membro da família. Fazemos declarações melosas ao longo do dia e 'seguramos' um pouco a onda em público. (casais melosos demais atraem inveja ou irritação dos demais).

O ‘eu te amo’ entrou definitivamente em nossas vidas, deixando o ‘eu te adoro’ pequeno demais. Ás vezes bate um medo sem nexo, mas é normal quando sentimos algo tão especial, tão único por alguém. Sentimento tão incrível esse chamado amor!


Conversas sobre o bichinho da discórdia chamado ciúme foi tema de algumas verbalizações. Mas depois de um olho no olho e um: "Eu estou e confio em você", espantou qualquer bad presente e futura. Foi a segurança que ele me passou que me fez esquecer que ele poderia ser vítima por aí (mas as vezes surge umas 'garras' em mim...).


Namorar é como uma divisão de gêneros de filmes: Tem romance, drama, ficção, comédia e alguns momentos de terror. Tudo em um pacote só! Emoção não falta.


Namorar é uma delícia!

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 1 de março de 2011

Eu aceito!

Esse amor, louco amor, para todo sempre. Ele chegou e se instalou. Não pediu nada, mas, conquistou tudo e mais um pouco. Não tem para ninguém! É ele e pronto.

A vida passou a ter outro significado. Sim, um amor para me ensinar a amar, a saber, na real, com direito a dia-a-dia, o que esse sentimento faz com a vida das pessoas. Cego, surdo e completamente desequilibrado. Na verdade, o amor chega assim e com o tempo, vai se equilibrando, tomando formas, criando laços, futuro...

Como a palavra “pânico” não pode faltar em meus textos, lá vem ela: Ah, o pânico se instala por todo o nosso corpo ao sentir tal sentimento invadindo-nos, fazendo coisas inimagináveis, falando coisas que, não tem sentido. Mas, depois, esse “pânico” vai nos deixando e, ao ver estampado no rosto do outro um sorriso imenso, daquele tipo que fala: “Eu te amo, sua boba”.

Natural. É para quem nunca amou fazer ou falar coisas doidas, manifestar grilos, vergonha, intimidades, acho que é normal. Até começar a ouvir um pagodinho, está valendo.

Mas eu aceito esse sentimento e digo que é um presente da vida. É uma aventura esse lance de gostar verdadeiramente de alguém. Você se sente vulnerável, é bem verdade, mas é tão delicioso ouvir, por exemplo: “O que é importante para você é importante para mim!”

Porque diabo vai ficar catando problema aonde não tem? Porque não “cair de cabeça” nesse romance que com certeza não é só um lance?

“Deixem que digam, que falem, deixe isso para lá...”

A cada dia uma risada, uma novidade, um sentimento, a cada dia mais amor, mais paixão e mais vontade de ficar junto. Por quanto tempo? Ah... Só o tempo para responder essa pergunta. Mas, não há com o que se preocupar, afinal estamos aqui para sermos felizes e não ficar tendo medo do amanhã e sim, viver!

Mas, é bem verdade que a falta de experiência causa uma imaturidade sentimental. Demorei a admitir isso, porque a verdade nem sempre gostamos de ouvir. Mas, a sensatez que sempre me foi peculiar me chamou atenção e percebi que postura infantil diante de situações que nunca vivemos é de certa forma, bem normal.

Claro que perceber isso e pensar a respeito e aprender com o outro que já viveu um pouco mais que você, é a melhor saída. Aprender e não ter medo de errar é a receita de uma grande história de amor.

Sei que dúvidas fazem parte da arte de viver. Não se pode controlar tudo. E, ser sozinha é algo que ficou para traz.

Dou boas vindas a você que entrou em minha vida. Aceito esse amor que não tira mais esse meu sorriso dos lábios, que me faz flutuar e desejar estar sempre ao seu lado.

Aceito essa “melosidade apaixonante”.

Aceito. Amar você e aprender a lidar com sentimentos conturbados.

Aceito fazer parte de você e de tudo que o cerca.

Aceito enfrentar problemas e achar soluções com você.

Aceito verbalizar sempre que for preciso desabafar algum “pânico”, mantendo o canal sempre aberto.

Aceito você em minha vida.

Beijos

@ludfigueira

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Amar é....

Amar é...

Há mais ou menos 28 anos atrás, quando meus pais estavam começando a namorar, meu pai recortava do jornal uma sessão em quadrinhos que tinha versinhos que começavam: ‘Amar é... ’. Ele plastificava e entregava para a minha mãe. Mas, esses versinhos foram esquecidos numa caixa qualquer e o romance durou pouco. Era amor? Não sei... De repente os versinhos foram apreciados pela beleza das palavras e não pelo coração...

Aí, me peguei pensando? Amar é o que? Dedicar-se ao outro? Pensar no outro? Suspirar apaixonadamente ao olhar para o ser amado? Se sentir insegura mesmo que se tenha segurança? Sentir saudade assim que acaba de se despedir? Demorar horas para ir embora por não conseguir dar ‘tchau’? Pensar em dois? Ligar várias vezes por dia ou mandar mensagem só para dizer o quanto o outro é amado?

Talvez. Amar é tudo de incalculável que se possa sentir por alguém. Até o ódio pode vir seguido do amor, a implicância... Amar é um sentimento poderoso, difícil de encontrar e complicado de se cuidar... O amor tem várias instruções para se manter vivo. O amor não é conquistado uma só vez e sim, várias vezes, por toda uma vida. O amor precisa de convivência diária, de brigas para reafirmar seu valor, de declarações melosas e sinceras, de cor, sol e chuva.

‘Amar é... Entregar-se ao outro’. Quanta responsabilidade! Você se entrega? Assume os riscos? Viver é arriscar, meu caro. Amar é viver, é sentir... Também é sofrer. Amar é sentir arrepios e sustos, amar é um eterno sorriso, amar é um doce que nunca se enjoa e sempre se deseja repetir.

Amar é o total, não é metade. Amor não se pede, se conquista. Amor não tem talvez, tem sim ou não. Amor nem sempre tem razão, tem sim e muito, sentimento. O amor não tem explicação; mas tem todas as estações.

No amor encontramos todos os gêneros, todos os gostos, todos os cheiros. O amor completa a vida, sacia a fome e provoca alegria.

O amor é completo e quando se encontra, encontramos respostas de uma vida inteira. O amor não tem porque, o amor não teme, o amor é corajoso, destemido e guerreiro.

Amar é encontrar o pote de ouro no fim do arco-íris.

Eu te amo.

Beijos

@ludfigueira

Complicando e descomplicando a gente vai se entendendo... Ou não...


Muitos falam que os problemas não existem e quem os cria somos nós. Outros falam que os problemas simplesmente aparecem para nos ensinar a resolver questões, decifrar soluções, achar caminhos e superar obstáculos. Mas e aí? Você complica ou descomplica a vida? Você consegue resolver seus problemas? Ao menos tenta? Você acha uma solução? No meio disso tudo você consegue se entender? Consegue espaço nessa confusão para entender o outro? Oh! Vida...

Uma voz diferente, um olhar longe, um jeito de beijar estranho... A paciência está por um fio e o diálogo é algo que se sonha, mas não se consegue... Os encontros começam a ser desmarcados, as desculpas são as mais esfarrapadas do mundo, falar ao telefone? Esquece...

Você tenta ignorar a crise, você finge que não vê, mas essa atitude é pior: O outro fica ainda mais P... da vida vendo essa submissão, esse seu medo aparente de chamar para conversar...Do outro expor o que está acontecendo... Ao invés de você procurar pelo outro e saber o que houve, conversar, perguntar o porquê dessa falta de tratamento, de carinho, de atenção, você foge. O que mudou? Porque mudou? Afinal, aonde nos perdemos?

Não se pode perder o que não se tem. Não se pode esconder, se anular a vida toda. O mar de rosas secou. E agora? Vai ficar ai sentado (a) esperando o quê? Vir uma onda forte e te carregar? Cadê a força? ‘Levanta, sacode a poeira e dê a volta por cima’! Sacou?

ADMIRAÇÃO. Algo que o outro não sente mais. Não foi o que faltou quando vocês iniciaram esse caminho, qual a rota errada que você pegou? Sempre se pode recomeçar, se reciclar, se reparar... Não se pode agradar o tempo todo, isso é chato e cansativo. Ser você está na moda!

Relembre quando a onda passou e mudou tudo de lugar. Se lembre o que aconteceu com você. Lembre quando foi que a sua postura no relacionamento começou a ser nociva para você e para o outro. Se construa outra vez.

Não a mal que dure para sempre e nem bem que nunca acabe... Acho que é isso...

Assuma o seu papel, relembre quem é você...

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

À hora do ‘EU TE AMO’.


Já ouvi dizer que nos primeiros dias de um ‘namoro’ ou do ‘conhecer’ alguém, são tudo flores. Está tudo bem sempre. Mas, a fase do ‘meu primeiro namorado’ passou, e o momento ‘flores’ são justamente as verbalizações feitas diretamente quando algo está mal explicado ou quando você tem um ‘canal aberto’ para se expressar diretamente com o ser amado. Para mim, isso é apaixonar-se todos os dias pela mesma pessoa: Aprender a lidar com o pânico e esse sentimento maravilhoso que você tem com o outro e vice-versa.

Geralmente quando a gente está apaixonada (o), engolimos sapos, deixamos passar algumas situações que não gostamos com medo de estragar o momento incrível que estamos vivendo. Erro grave. Pois ‘momento incrível’ é justamente você se sentir confortável para poder expor seus medos, loucuras, grilos com quem você está se relacionando sem reservas.

Entregar-se, faz parte do pacote de estar com alguém. Sem essa entrega absoluta, o relacionamento se tornar superficial. A Comunicação entre vocês vai deixando a desejar e, com o tempo, fica cada vez mais difícil entender o que se passa com o outro.

‘EU TE AMO’, sempre achei um ‘bicho de sete cabeças’. Ficava me perguntando como todo mundo consegue falar essas três palavrinhas sem perceber a importância delas. Têm uma importância gigantesca! E o medo de falar e não ser correspondido? E o medo de assustar? Quando se deve falar? Se espera partir do outro? Tem uma data específica para sentir ‘isso’? Tem algum manual de instrução que possamos ler para nos informar?

NÃO. Agora volto no que falei acima: Lembra do ‘canal aberto’ com o outro? Lembra que é preciso verbalizar sentimentos e pânicos? Pois é... ‘EU TE AMO’ nasce sem pedir licença. Ás vezes você o guarda dentro de você, para refletir sobre esse sentimento que só tem significado para quem o sente. Mas, não se pode escondê-lo por muito tempo.

Quando se consegue abrir o coração e disser tal sentimento, digo que é a hora das ‘flores eternas’. Vou explicar: Você realmente está entregue. Amar alguém é um presente eterno. Em outras palavras: Que seja eterno em quanto dure...

Têm momentos que não voltam. Não sufoque seu amor dentro de você! Fale, grite, verbalize para o outro o quanto ele tornou-se importante e único para você. Tenho certeza que por mais que role um silêncio em ouvir tais palavras, um sorriso logo se abrirá e você será o mais feliz, ou a mais feliz. E sempre que disser um ‘eu te amo’, fará o outro se sentir o homem ou a mulher mais feliz do mundo!

Verbalize seus sentimentos.

Beijos

@ludfigueira

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Coisas que a gente faz ... Por Amor!


Então, vamos lá. Aonde foi que eu parei mesmo? Ah, na saudade da partida e na espera pela volta. Ok. Localizei-me.

Bom, graças a Deus, chegou o dia da volta. Estava “desesperada” (nós, mulheres somos loucas! Qualquer coisinha fora do lugar já é motivo para ocorrer um desmoronamento daqueles) até que meu telefone voltou ao normal e acusou duas mensagens. Incrível a sensação de dar um beijo e um abraço e perceber que agora, está tudo bem.

Momentos de tensão em resolver questões pendentes. Abrir-me não foi fácil. Dizer que passei vinte dias enlouquecidos e verbalizar medos, foi uma tarefa e tanto. Mas, para vocês se inspirarem nessa minha coragem, digo que consegui (de um jeito um tanto louco e confuso).

E agora? Ah, agora está tudo lindo. Elefantes voando, corações espalhados pela cidade, o mundo está bem colorido.

Sinto como se estivesse experimentando pela primeira vez tudo que sempre falei. Tudo que sempre desejei e, que no fundo, pensei que jamais aconteceria comigo.

Mas, voltando ao texto de hoje (Coisas que a gente faz...Por Amor!), ir a um bloco de carnaval ás 11hs da manhã, com o sol a pino, gente suada se encostando, pulando e gritando porque seu AMOR adora, são coisas que fazemos...

Querer dizer ao mundo o quanto você está amando e feliz, são coisas que fazemos...

Caminhar para resolver as loucuras da sua cabeça e o outro ficar horas só te escutando, são coisas que fazemos...

Chamar o outro de ‘Amor’, pela primeira vez, é uma declaração assustadora (quase um ‘eu te amo’), são coisas que fazemos...

Sentir ciúme-bobo do outro, são coisas que fazemos...

Não querer se desgrudar e parar várias vezes no meio da rua para um beijo de cinema daqueles, são coisas que fazemos...

Dizer o quanto você o adora, são coisas que fazemos...

Cara de boba e denunciar tudo o que você sente, são coisas que fazemos...

Aperte o Start. Você agora não está mais sozinha. Chegou a hora de ceder e aprender a fazer concessões. Ver o outro feliz e ver o quanto ele a faz feliz é incrivelmente maravilhoso. Então, essas coisas valem à pena.

Entreguem-se! E vivam a maravilhosa aventura de estar AMANDO!!!

Beijos

@ludfigueira