sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Amar é....

Amar é...

Há mais ou menos 28 anos atrás, quando meus pais estavam começando a namorar, meu pai recortava do jornal uma sessão em quadrinhos que tinha versinhos que começavam: ‘Amar é... ’. Ele plastificava e entregava para a minha mãe. Mas, esses versinhos foram esquecidos numa caixa qualquer e o romance durou pouco. Era amor? Não sei... De repente os versinhos foram apreciados pela beleza das palavras e não pelo coração...

Aí, me peguei pensando? Amar é o que? Dedicar-se ao outro? Pensar no outro? Suspirar apaixonadamente ao olhar para o ser amado? Se sentir insegura mesmo que se tenha segurança? Sentir saudade assim que acaba de se despedir? Demorar horas para ir embora por não conseguir dar ‘tchau’? Pensar em dois? Ligar várias vezes por dia ou mandar mensagem só para dizer o quanto o outro é amado?

Talvez. Amar é tudo de incalculável que se possa sentir por alguém. Até o ódio pode vir seguido do amor, a implicância... Amar é um sentimento poderoso, difícil de encontrar e complicado de se cuidar... O amor tem várias instruções para se manter vivo. O amor não é conquistado uma só vez e sim, várias vezes, por toda uma vida. O amor precisa de convivência diária, de brigas para reafirmar seu valor, de declarações melosas e sinceras, de cor, sol e chuva.

‘Amar é... Entregar-se ao outro’. Quanta responsabilidade! Você se entrega? Assume os riscos? Viver é arriscar, meu caro. Amar é viver, é sentir... Também é sofrer. Amar é sentir arrepios e sustos, amar é um eterno sorriso, amar é um doce que nunca se enjoa e sempre se deseja repetir.

Amar é o total, não é metade. Amor não se pede, se conquista. Amor não tem talvez, tem sim ou não. Amor nem sempre tem razão, tem sim e muito, sentimento. O amor não tem explicação; mas tem todas as estações.

No amor encontramos todos os gêneros, todos os gostos, todos os cheiros. O amor completa a vida, sacia a fome e provoca alegria.

O amor é completo e quando se encontra, encontramos respostas de uma vida inteira. O amor não tem porque, o amor não teme, o amor é corajoso, destemido e guerreiro.

Amar é encontrar o pote de ouro no fim do arco-íris.

Eu te amo.

Beijos

@ludfigueira

Complicando e descomplicando a gente vai se entendendo... Ou não...


Muitos falam que os problemas não existem e quem os cria somos nós. Outros falam que os problemas simplesmente aparecem para nos ensinar a resolver questões, decifrar soluções, achar caminhos e superar obstáculos. Mas e aí? Você complica ou descomplica a vida? Você consegue resolver seus problemas? Ao menos tenta? Você acha uma solução? No meio disso tudo você consegue se entender? Consegue espaço nessa confusão para entender o outro? Oh! Vida...

Uma voz diferente, um olhar longe, um jeito de beijar estranho... A paciência está por um fio e o diálogo é algo que se sonha, mas não se consegue... Os encontros começam a ser desmarcados, as desculpas são as mais esfarrapadas do mundo, falar ao telefone? Esquece...

Você tenta ignorar a crise, você finge que não vê, mas essa atitude é pior: O outro fica ainda mais P... da vida vendo essa submissão, esse seu medo aparente de chamar para conversar...Do outro expor o que está acontecendo... Ao invés de você procurar pelo outro e saber o que houve, conversar, perguntar o porquê dessa falta de tratamento, de carinho, de atenção, você foge. O que mudou? Porque mudou? Afinal, aonde nos perdemos?

Não se pode perder o que não se tem. Não se pode esconder, se anular a vida toda. O mar de rosas secou. E agora? Vai ficar ai sentado (a) esperando o quê? Vir uma onda forte e te carregar? Cadê a força? ‘Levanta, sacode a poeira e dê a volta por cima’! Sacou?

ADMIRAÇÃO. Algo que o outro não sente mais. Não foi o que faltou quando vocês iniciaram esse caminho, qual a rota errada que você pegou? Sempre se pode recomeçar, se reciclar, se reparar... Não se pode agradar o tempo todo, isso é chato e cansativo. Ser você está na moda!

Relembre quando a onda passou e mudou tudo de lugar. Se lembre o que aconteceu com você. Lembre quando foi que a sua postura no relacionamento começou a ser nociva para você e para o outro. Se construa outra vez.

Não a mal que dure para sempre e nem bem que nunca acabe... Acho que é isso...

Assuma o seu papel, relembre quem é você...

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

À hora do ‘EU TE AMO’.


Já ouvi dizer que nos primeiros dias de um ‘namoro’ ou do ‘conhecer’ alguém, são tudo flores. Está tudo bem sempre. Mas, a fase do ‘meu primeiro namorado’ passou, e o momento ‘flores’ são justamente as verbalizações feitas diretamente quando algo está mal explicado ou quando você tem um ‘canal aberto’ para se expressar diretamente com o ser amado. Para mim, isso é apaixonar-se todos os dias pela mesma pessoa: Aprender a lidar com o pânico e esse sentimento maravilhoso que você tem com o outro e vice-versa.

Geralmente quando a gente está apaixonada (o), engolimos sapos, deixamos passar algumas situações que não gostamos com medo de estragar o momento incrível que estamos vivendo. Erro grave. Pois ‘momento incrível’ é justamente você se sentir confortável para poder expor seus medos, loucuras, grilos com quem você está se relacionando sem reservas.

Entregar-se, faz parte do pacote de estar com alguém. Sem essa entrega absoluta, o relacionamento se tornar superficial. A Comunicação entre vocês vai deixando a desejar e, com o tempo, fica cada vez mais difícil entender o que se passa com o outro.

‘EU TE AMO’, sempre achei um ‘bicho de sete cabeças’. Ficava me perguntando como todo mundo consegue falar essas três palavrinhas sem perceber a importância delas. Têm uma importância gigantesca! E o medo de falar e não ser correspondido? E o medo de assustar? Quando se deve falar? Se espera partir do outro? Tem uma data específica para sentir ‘isso’? Tem algum manual de instrução que possamos ler para nos informar?

NÃO. Agora volto no que falei acima: Lembra do ‘canal aberto’ com o outro? Lembra que é preciso verbalizar sentimentos e pânicos? Pois é... ‘EU TE AMO’ nasce sem pedir licença. Ás vezes você o guarda dentro de você, para refletir sobre esse sentimento que só tem significado para quem o sente. Mas, não se pode escondê-lo por muito tempo.

Quando se consegue abrir o coração e disser tal sentimento, digo que é a hora das ‘flores eternas’. Vou explicar: Você realmente está entregue. Amar alguém é um presente eterno. Em outras palavras: Que seja eterno em quanto dure...

Têm momentos que não voltam. Não sufoque seu amor dentro de você! Fale, grite, verbalize para o outro o quanto ele tornou-se importante e único para você. Tenho certeza que por mais que role um silêncio em ouvir tais palavras, um sorriso logo se abrirá e você será o mais feliz, ou a mais feliz. E sempre que disser um ‘eu te amo’, fará o outro se sentir o homem ou a mulher mais feliz do mundo!

Verbalize seus sentimentos.

Beijos

@ludfigueira

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Coisas que a gente faz ... Por Amor!


Então, vamos lá. Aonde foi que eu parei mesmo? Ah, na saudade da partida e na espera pela volta. Ok. Localizei-me.

Bom, graças a Deus, chegou o dia da volta. Estava “desesperada” (nós, mulheres somos loucas! Qualquer coisinha fora do lugar já é motivo para ocorrer um desmoronamento daqueles) até que meu telefone voltou ao normal e acusou duas mensagens. Incrível a sensação de dar um beijo e um abraço e perceber que agora, está tudo bem.

Momentos de tensão em resolver questões pendentes. Abrir-me não foi fácil. Dizer que passei vinte dias enlouquecidos e verbalizar medos, foi uma tarefa e tanto. Mas, para vocês se inspirarem nessa minha coragem, digo que consegui (de um jeito um tanto louco e confuso).

E agora? Ah, agora está tudo lindo. Elefantes voando, corações espalhados pela cidade, o mundo está bem colorido.

Sinto como se estivesse experimentando pela primeira vez tudo que sempre falei. Tudo que sempre desejei e, que no fundo, pensei que jamais aconteceria comigo.

Mas, voltando ao texto de hoje (Coisas que a gente faz...Por Amor!), ir a um bloco de carnaval ás 11hs da manhã, com o sol a pino, gente suada se encostando, pulando e gritando porque seu AMOR adora, são coisas que fazemos...

Querer dizer ao mundo o quanto você está amando e feliz, são coisas que fazemos...

Caminhar para resolver as loucuras da sua cabeça e o outro ficar horas só te escutando, são coisas que fazemos...

Chamar o outro de ‘Amor’, pela primeira vez, é uma declaração assustadora (quase um ‘eu te amo’), são coisas que fazemos...

Sentir ciúme-bobo do outro, são coisas que fazemos...

Não querer se desgrudar e parar várias vezes no meio da rua para um beijo de cinema daqueles, são coisas que fazemos...

Dizer o quanto você o adora, são coisas que fazemos...

Cara de boba e denunciar tudo o que você sente, são coisas que fazemos...

Aperte o Start. Você agora não está mais sozinha. Chegou a hora de ceder e aprender a fazer concessões. Ver o outro feliz e ver o quanto ele a faz feliz é incrivelmente maravilhoso. Então, essas coisas valem à pena.

Entreguem-se! E vivam a maravilhosa aventura de estar AMANDO!!!

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Clima Bad

Sabe aqueles dias em que você tem vontade de desaparecer? Simplesmente sumir do mapa? Hoje foi um dia assim. Quis desistir de tudo, quis largar tudo, quis me abandonar. Passei um bom tempo deixando as lágrimas correrem para ver se eu tirava do meu peito tudo que estava me agoniando, me fazendo ficar mal. Até que me levantei e me rendi ao chuveiro e logo, encontrei a calma.

Hoje vamos falar de outro tipo de relacionamento: AMIZADE.

Muito do que eu sou hoje devo aos meus amigos. Tenho, graças a Deus, uma equipe forte de amigos que me acompanham sempre. Tenho sempre uma porta para bater e ser socorrida. Tem sempre muito carinho e palavras amorosas. Sou bastante grata, pois o que minha família não soube me dar, os de fora me deram de uma forma bem generosa.

Mas eu confesso que errei. Acho que confundi um pouco as estações e, acabei esperando o que o outro não podia me dar. Frustrei-me e uma revolução de valores, ações me fizeram repensar em todo um relacionamento de uma vida.

Claro que, aos 27 anos, não se pode virar para o outro e dizer: Corta aqui! Tô de mal! Não sou mais seu amigo! Fica até ridículo! Como adultos civilizados que somos, conversamos e, chegamos a um denominador comum. Bom, nem sempre. Conversa de adulto é complicada. Fica um se defendendo das acusações do outro e por mais que um assuma a tal culpa esse, no fundo, vai esperar que o outro faça o mesmo. Aí, rola a decepção, você fica chateado, mas pensa: Ah! Quer saber? Cada um com seu cada um e deixa isso para lá.

Aí você relaxa, vive um dia após o outro e vai ‘ficando’ tudo bem. Até que surge outro desentendimento ou apenas um mal entendido e novamente você explode. Claro, porque você não resolveu totalmente o assunto passado e, com uma nova briga, você junta tudo e o circo se arma!

Falta de comunicação direta e objetiva. Hora de baixar a ‘guarda’ e ver que ninguém e melhor que ninguém e todo mundo tem sim, ‘teto de vidro’. Hora de parar de criticar a postura de cada um e rever seus erros.

Pois bem. Isso foi feito e mais uma vez não deu certo. Fiquei magoada demais para abrir um sorriso, dar um abraço e ficar tudo bem. Não. Não ficou nada bem. As coisas pioraram porque as palavras foram duras e ninguém abriu mão da sua defesa, da sua ‘razão’. De um lado a dramática, e do outro a durona. Uma luta difícil que ambas se recolheram e decidiram deixar para lá.

É... Covardia ou não, essa discussão não ia levar a lugar nenhum. Uma não concorda com a outra, uma não aceita a postura da outra, então, o melhor que se tem a fazer é aceitar e respeitar o espaço da outra e tentar uma convivência no mínimo agradável.

Essa postura não é a das melhores. Mas é muito difícil tomar uma decisão de cabeça quente. Para não criar mais problemas, polêmicas, é melhor cada um na sua. De repente depois, com a cabeça fria, no lugar, se possa ter uma conversa amena, menos provocativa, menos ‘mocinho e bandido’.

Lidar com amigos, família, amores não é fácil. Lidar com pessoas não é fácil. Mas a gente está aqui justamente para isso: Encontrar formas de se conviver o melhor possível, de lidar melhor com o outro, de tentar por meio da comunicação verbal (olho no olho), ser entendido e entender. Respeitar o momento de cada um de não querer compactuar mais com uma discussão que não leva a nada. É complicado resolver situações assim, onde cada um quer impor seu ponto de vista e quer que o outro aceite.

Não sugiro a fuga, mas sugiro acalmar os ânimos. Sugiro dar tempo para cada um pensar no ocorrido, e dar uma chance a um novo ponto de vista, uma nova opinião.

Mais uma vez, vou terminar com a minha frase clássica:

Sugiro AMAR MAIS E SOFRER MENOS (em todos os setores da vida).

Beijos

@ludfigueira

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Um pouco de cada um: relacionar-se...

Dizem que as mulheres complicam tudo: São caçadoras de problemas, adoram um drama e um romance mela-cueca, que são carentes e que nunca estão satisfeitas; Já os homens: São conhecidos pela capacidade de sempre colocar a razão acima da emoção, costumam ser bem práticos e lidam bem com a realidade espantando o mundo colorido da ilusão.

Mas, há exceções (graças a Deus). As palavras acima são rótulos que inventaram. Não são verdades absolutas, é o que a maioria fala dos homens e das mulheres.

Homens são criaturas normais. Sofrem também, se desesperam, sentem medo e choram. Eles também precisam tomar decisões, eles amam, odeiam e alguns também gostam de romance.

A questão está na maneira como resolvem seus problemas. É quando a tal da praticidade e o saber separar as coisas fazem a diferença. Já sabemos que essa história de sexo frágil não ‘cola’ mais com as mulheres, mas não podemos negar a nossa fragilidade em resolver uma questão que envolva o coração, por exemplo.

Quando o coração aperta e bate aquela dúvida ou aquele desespero, creio que tanto os homens quanto as mulheres se tornam seres ‘indefesos’: Por mais que cada um recorra há um método diferente para resolver ou aliviar a tensão, não podemos negar a existência de um sofrimento.

Têm gente que vai para o bar beber, outros vão resolver seus problemas mudando de cama, outros vão arrumar a casa, escrever, jogar bola ou até mesmo alugar um ouvido. Mas todos recorrem a alguma ‘válvula de escape’, a algum lugar onde possam relaxar, desabafar ou até mesmo encontrar alguma resposta.

Uns podem se declarar mais, outros falarem apenas o necessário, o amor não é falado é sentido. Cada um sente de uma maneira e expõe diferente do outro. Não esperar que o outro faça ou pense como você, é o primeiro passo para evitar sofrimentos e preocupações bobas.

É muito difícil a convivência a dois. Por mais maravilhoso que seja o seu relacionamento, lidar com o outro nem sempre é uma tarefa fácil e requer paciência e tempo para os dois se conhecerem e desenvolverem a cada dia um bom nível de entendimento e aprendizado (sonho dourado de um relacionamento perfeito! Mas, vale tentar!).

Saiba manter um diálogo saudável. Nada aos berros, na violência verbal, ajuda a resolver algo. Saber respeitar o espaço e a vontade do outro é outra dica válida.

Já pensou na possibilidade da ausência de afeto ou de paciência ser um problema que não tem haver com o relacionamento de vocês? Geralmente nós mulheres relacionamos tudo a nós, ao nosso relacionamento. Esquecemos que antes e depois do relacionamento há vida, trabalho, família, outras coisas.

Aprenda a gostar sem truques, sem regras, sem pensamentos negativos e principalmente, sem cobranças.

Beijos

@ludfigueira

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Aprendiz do amor


“Saber amar

É saber deixar alguém te amar”

(Saber Amar- Paralamas)


Permitir alguém te amar, sair da zona de conforto, do controle e se entregar. Não é fácil, mas é maravilhoso sentir tal sentimento te invadindo todos os dias, fazendo você descobrir e se descobrir com as constantes variações de humor, pensamento e questionamento.

Aprender a respeitar o tempo e a entender uma ausência e lidar com a saudade é algo que até então não havia vivido. Tive o período em que me acostumar a não ter o telefone tocando, as mensagens chegando, o beijo e simplesmente estar perto de quem você gosta, fez-me surtar. Depois veio a dor da saudade, a falta de notícias, o silêncio doloroso e o pensamento pessimista me arrastando para o abismo total e absoluto e por último a calmaria da aceitação e um sinal de vida onde compreendi que apesar da distância eu não estava sozinha.

Aprender a lidar com novos sentimentos tem sido uma grande experiência: Têm horas em que sinto medo de estar gostando sozinha, outras de estar me expondo demais, ou de não saber como conduzir tal sentimento. Resolvi jogar essas dúvidas pela janela e pensar em coisas boas, em ter mais segurança em mim e na força do que estou sentindo e curtindo nesse momento. Querer compartilhar tal descoberta de estar amando só comigo, foi algo que me permiti: Saborear cada pedacinho dessa aventura e também desventura de pensar e sentir algo tão único por alguém.

Parei de fazer comparações e de cobrar mentalmente do outro, coisas que ficaram sem explicação. Parei de fazer perguntas e também de dramatizar tanto uma simples frase ou uma falta de exclamação. Parei de falar e me deixei sentir mais. Viver essa sensação, esse prazer de pensar e querer estar com quem se gosta.

“Só os loucos sabem”, é verdade. É preciso uma dose de loucura para adentrar no mundo dos seres apaixonados, de todo dia ser dia de estar com o outro, de tornar momentos simples em momentos inesquecíveis e especiais, em não conseguir parar de pensar, de querer estar junto e desejar mais momentos, mais beijos, mais abraços, mais amor.

Uma deliciosa surpresa é saber que quem você gosta também gosta de você. Esse é o melhor dos prazeres e com certeza um dos mais difíceis.

Viva esse sentimento...

Beijos

@ludfigueira