domingo, 17 de julho de 2011

O amor engorda.

É impressionante. Mas, quando começamos a namorar os restaurantes, filmes (com pipoca e outras guloseimas), chocolates, refrigerantes, fast-food se tornam mais atraentes do que a balada, a social na casa dos amigos e a praia pós night, por exemplo, dá lugar a horas de sono com o amado... E assim o sedentarismo mais as “porcarias” consumidas entre beijinhos e risadas vão contribuindo para um futuro nada romântico: O ganho de peso. As terríveis “pelanquinhas abdominas”. Celulite e estrias. Problemas com roupas. Mau-humor e ansiedade. Por último: Brigas com o namorado (a).

No caso do seu namorado (a) ter praticamente um doutorado em “HARVARD” no curso de gastronomia (nem sei se existe esse curso lá, mas é só para dar mais ênfase ao texto), o negócio é mais complicado! Como diria a lendária Dona Jura, na novela O Clone, “não é brinquedo não!”. As receitas mirabolantes, cheias de calorias e gostosuras são apreciadas por você e elogiada, fazendo com que o outro fique mais entusiasmado em cozinhar para você. Conclusão: Você come cada vez mais. Ás vezes come mais por gula, ou até mesmo para deixar o outro feliz, mostrando como você apreciou a comida. Além do mais, nesse estágio, um prato não é mais o suficiente e, repetir, começa a ser algo normal em sua vida.

Aquela sensação: “Estou empanzinada”, é algo constante em sua vida e aos poucos você vai se desesperando. Até que você começa a ouvir certos comentários... “Seu rosto está mais redondo” (traduzindo: Sua cara está igual ao biscoito traquinas), “Amor, você está com uma bunda” (traduzindo: Cuidado! Você está a um passo de virar a mulher melancia!), “Amiga, que peitos são esses! (traduzindo: você está uma vaca leiteira), “Minha gorduchinha linda” (traduzindo: minha baranguinha linda), “Amor, você está gostosa! (traduzindo: Suas pelancas me causam um fetiche), ou, aquela clássica que geralmente acontece no elevador com alguma vizinha maléfica: “Nossa! É para quando?” (traduzindo: A “vaca” está dizendo que você está grávida).

Aí, você pára e pensa: Não dá mais para continuar assim! Amo meu namorado (a), mas dieta já! Claro que, você fica preocupada, pois os melhores programas vão ser trocados por coisas lights e o carro ficará na garagem para vocês começarem a se exercitar. Os jantares serão trocados por uma boa e suculenta “folha de alface e tomates bem excitantes” e o mau humor vai ser a grande sobremesa da noite.

Claro que estou sendo um “pouco” radical. Mas, é bom lembrar: Como era seu corpo antes do namoro? E a sua vaidade? Descuidar-se, jamais! Lembre-se de como você era, pegue uma foto onde você estava em sua melhor fase e pregue-a na sua geladeira! E mãos a obra!

Beijos
@ludfigueira

2 comentários:

Anônimo disse...

Sim acho e q é meu caso, quando posso ter sertesa q amo? eu sou casa a 23 anos, mas as vezes acho q ñ o amo oq faço? ele ja me magoou e me traiu muito. preciso descobrir oq sinto por só assim vou conseguir resolver minha vida e para de sofrer.
me ajude por favor

Natália Fontoura disse...

Este foi o teu texto mais lúdico. Os primeiros parágrafos estavam excelentes rsrs Digamos que, quando temos um amor estilo expert (com diploma em “HARVARD”) em gastronomia, somos "apanhados pelo estômago" várias vezes rsrsrs Mas acho que atividades ao ar livre, como caminhadas, corridas e passeios, são excelentes, não somente ao corpitcho, mas também ao relacionamento.