quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pedir desculpas é necessário.

O orgulho é uma droga nos relacionamentos. Dar o braço a torcer e dizer: “Você estava certo e eu pisei na bola, desculpa!”. É algo difícil de dizer. Muitos não reconhecem seus erros por medo de ficar por baixo na relação ou o outro se aproveitar do fato de ter havido um erro para “punir” ou “montar” em cima do outro; seja lá qual for o receio, é uma tremenda burrice não admitir um erro e o pior: Deixar de pedir desculpas.

Claro que a palavrinha “desculpas” não modifica o erro, mas ameniza. É um sinal de arrependimento, sinal que você reconhece o seu erro, que mandou mal e sente pelo que fez ou falou.

Não pensar antes de falar é um problemão. Ainda mais no meio daquela big discussão. Você quer ter a razão, se exalta, começa a perceber que está perdendo na briga e apela para as palavras feias, para insultos, causando mágoas e talvez abrindo feridas que podem a vir demorar a cicatrizar. Quando você fala o que não quer, você não só abala o seu relacionamento, como também deixa o outro confuso em relação a seus reais sentimentos e faz com que o outro repense a relação, causando certo afastamento entre vocês, mesmo depois das desculpas.

Quando você aperta o botão “desculpas” ele não resolve ou apaga o que aconteceu entre vocês antes. E, se você realmente está arrependida (o) se prepare para passar uns dias no LIMBO. Lembre-se que você causou algo maléfico ao outro e que por mais que ele tenha aceitado as suas desculpas, ele (a) ainda cultiva um tipo de “odiozinho” por você e não vai deixar barato. Não que ele se vingue ou algo assim, mas ele (a) quer que você lute para fazer merecer suas desculpas. Lembre-se: Nada é de graça! Prepare-se para reconquistar seu amor.

O processo para a paz reinar novamente em seu relacionamento depende do quanto você “lesionou” (seja em palavras, atitudes...) o outro. Depende também do humor dele (a). Se não foi nada sério, seus dias no limbo serão menores, se não, se prepare para passar alguns dias nas trevas.


Por isso, pense e repense antes de falar ou deixar sua TPM atacar. E, desculpar-se é um passo para a sua reconciliação.

Beijos
@ludfigueira

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A difícil e adorável arte de viver junto.

Acordar, trabalhar, arrumar, pagar contas, ser sexy, ter paciência com o outro, dar atenção ao outro, TPM, brigas, pazes, cozinhar, comprar, agradar, lembrar, fazer, respirar, surtar, voltar atrás, verdade, reencontrar, paixão, sexo, tesão, vontade, pensar e repensar, querer, realizar, projetos, sonhos, futuro, realidade, o hoje, cama, falar, ouvir, não, sim, provável, improvável, pouco, muito, demasiado, feeling, tempo, agora, comer, manter, vida, cansaço, responsabilidade, momento, decisão e ainda encontrar o tal do felizes para sempre! É FODA!

Enlouquecedor e enriquecedor. Dizem que se você quer conhecer o outro, more junto. Eu penso diferente: Se você quer se conhecer e testar seus limites: MORE JUNTO!

Você + o Outro + uma Casa= Não ter para onde fugir!

A primeira regra é: Resolva seus problemas. Não tem mais a casa da mamãe, ou o bater de portas. Quando você assume a responsabilidade de morar com uma pessoa que teve uma criação completamente diferente de você e, é um ser completamente o seu oposto, para juntos criarem uma vida em comum; vá até o final sem desistir nos milhões de obstáculos que surgem a cada dia.

Somos pessoas que possuímos oscilações de humor, vontades e desejos sejam eles estranhos ou não. Adequar nosso jeito e nossas manias a vida do outro e com isso criar uma vida em comum é COMPLICADO. Mas, não impossível.

Jogo de cintura e o abrir mão na dose certa são o ideal no lema dos casais felizes. Uma flexibilidade aqui, um cedendo algo ali, o outro abrindo exceção lá e assim, o final feliz vai ficando bem perto.

Tudo bem. Falando a verdade não é bem assim que funciona. Tem sempre um que acaba cedendo mais, fazendo mais e se ferrando mais. Mas, um sempre precisa se sacrificar mais para o outro notar, acordar e perceber as dificuldades que o outro passa para manter a felicidade na união e com isso, fazer com que o outro dê aquela colaborada na relação. Claro que nem sempre há necessidade desse tal “sofrer”, mas cada um sabe os percalços que passa.

O amor é igual a uma orquídea: Ambos são lindos e raros, mas difíceis de cuidar. E nem todo mundo é chegado a um trabalho. O que dificulta um pouco as coisas.

A paixão é um tempero que faz toda a diferença para agitar as noites de um amor. O sexo fica fabuloso com o crescer da intimidade, mas, não é tudo. Então o “se vira nos trinta para não perder o outro” faz parte da relação.

Dica importantíssima: Agradar o outro é escutá-lo e não achar ou tentar adivinhar seus gostos.

Conversar ainda é a melhor solução. Agora cuidado: Não comece a conversa num tom de briga ou grosseria: Respira fundo, e por mais P da vida que você se encontre, tente encontrar sua outra parte ZEN e mantenha-se na calma máxima.

ÚLTIMA DICA: Ruim com ele(a), Pior sem ele(a).

Tudo que é mais difícil é mais gostoso e damos mais valor sim!

Beijos

@ludfigueira